O Jumento é o blog irmão do Pravda-ilhéu.Neste momento apresenta-se com uma barreira imposta pelas forças situacionistas.Embora imbuido dum certo anticomunismo é um blog clandestino como o nosso que não vira a cara ao combate ás novas formas de fascismo encapotado e faz a crítica contundente á hipocrisia da Sociedade em que vivemos: Nós aqui em Pravda-ilhéu estamos á espera da reacção das juizinhas de Pacotilha para tentarem colocar condicionamentos á liberdade editorial do nosso Blog.Até agora ainda não nos sucedeu nada; mas estamos atentos e vigilantes né!

Calçada de Lisboa
«Pensar que no século XXI é possível abafar ideias é próprio de idiotas, de gente que simpatiza com regimes liderados por paranóicos como o da Coreia do Norte, gente que em público gosta de ouvir a "Pedra Filosofar", de António Gedeão, mas em privado sonham com o dia em que só eles terão direito a dizer o que pensam, porque se julgam o homem novo, quando não passam de fósseis vivos, entulho do Muro de Berlim....»
A história da juíza que disse verdades no acordão que o s ciganos não gostaram.Mas é assim. A verdade é incompatível com o politicamente correcto:A juíza de Felgueiras, que tece considerações sobre a comunidade cigana, foi a mesma que libertou Fátima Felgueiras após esta regressar do Brasil31 Julho 2008 - 00h30
(Veja tudo no Correio da Manhã)
Post Scriptum:Esta juíza é corajosa e agiu com verdade e justiça. Não tem nada a ver com estas juizinhas de pacotilha que andam cá pela ilhota "mamadeira" a dar sentenças ao agrado dos tubarões do regime Jardinista; onde pontifica o tráfico de influências- Comentário do secretariado da redacção do nosso Blog
Ana Gabriela Freitas, juíza do Tribunal de Felgueiras, proferiu na terça-feira uma sentença onde faz considerações polémicas à comunidade cigana. São "pessoas malvistas socialmente, marginais, traiçoeiras, integralmente subsidiodependentes": eis algumas das frases que constam num acórdão a que a Lusa teve acesso.
A juíza condenou cinco homens de etnia cigana a penas efectivas, por crimes de agressão a militares da GNR. Um caso ocorrido em Janeiro de 2006, quando participavam numa festa no Bairro João Paulo II, em Felgueiras, que motivou a chamada da GNR ao local, perante queixas de música alta e de disparo de tiros com armas de fogo.
Na sentença, Ana Gabriela Freitas deu como provado que, durante os acontecimentos, os cinco homens agrediram os militares, e "as mulheres e as crianças guincharam selvaticamente, bateram e chamaram nomes" aos guardas. A juíza escreveu no processo que as condições habitacionais dos ciganos "são fracas, não por força do espaço físico em si, mas pelo estilo de vida da sua etnia [pouca higiene]".
O acórdão termina com a juíza a assumir não vislumbrar "a menor razão para acolher a rábula da ‘perseguição e vitimização dos ciganos, coitadinhos!"
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