Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
O sonho do "Papadas" e do Jaime Ramos, é assassinar os democratas

 Tal como se faz na República Popular da China. Só que eles andam frustrados, porque não podem fazer nada disso enquanto a ilhota Mamadeira se encontrar sob a tutela da República Portuguesa

 

 

 

 

DEATH MADE in CHINA

 

 

Hesitei em colocar estas fotos no meu blog ,em princípio sou contra imagens de conteúdo sensacionalistas mas como sempre me repugnou a pena de morte,quanto mais nas ditaduras em que a justiça tem uma balança desequilibrada,decidi divulga-las.Os jogos olímpicos tem uma ambição Humanitária e custa-me aceitar que sirvam de palco para lavar a imagem de repressão de uma das maiores e mais inflexíveis ditaduras do nosso planeta.

(clique nas fotos para observar o horror)Anónimo disse...  (leia os comentários)

«O crime cometido pelas pessoas que visualisais nas fotos é Trafico de Droga, as imagens que vêm não são da CHINA,pois la a pena capital é aplicada por injecção letal.» Há aqui um desconhecimento do bloguista em relação á origem das fotos

As imagens que aqui vedes são do Camboja.
 















A China e o Irão são os países que lideram a "lista negra" divulgada pela Amnistia Internacional .Segundo o relatório anual sobre a pena de morte «pelo menos,1.252 pessoas em 24 países foram executadas e ,pelo menos, 3.347 foram condenadas a morte em 51 países».
Durante o ano passado , 88% de todas as execuções oficiais aconteceram em 5 países : China(470),Irão(317),Arábia Saudita(143)Paquistão(135) e Estados Unidos da América(42).
Execuções secretas
A Amnistia Internacional alerta, porém ,que o número de execuções nestes países é de difícil quantificação,sendo que nos 10 primeiros apenas os EUA e o Afeganistão apresentaram informação clara quanto à aplicação e execução da sentença de morte.
No caso da China , os relatórios oficiais registam 470 execuções , mas a organização humanitária norte - americana «Fundação Dui Hua» estima que 6.000 pessoas foram executadas pelo governo de Pequim.

4 comentários

 

PND Garajau

 
video 

ALM Baltazar Aguiar

 
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Assembleia PND

 
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Assembleia da Madeira

 
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Normalidade

 
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 Arina reizvih

"Papadas" engraxa o Dionísio Pestana um empresário do regime Mamadeira que tomou conta da promenade do Lido

 

 

 

 

O MELHOR DE A.J.J. (IV)

 
 

Foto Antiga da Madeira

Mirada de un palestino     24/11/08
Ibraheem Abu Mustafa / Reuters
Mirada del hambre. Un palestino porta a sus espaldas un saco de azúcar proveniente de las Naciones Unidas en la Franja de Gaza. Israel ha abierto la frontera para que la población palestina pueda subsistir tras varias semanas de embargo.
Trabajador sobre la arena (24/11/2008)
Arko Datta / Reuters
Malos augurios. Un desempleado, sentado sobre el suelo en Bombay.
Edificios en construcción (24/11/2008)
Arko Datta / Reuters
Atardecer. Edicifios en construcción en Bombay.
Críquet tibetano (24/11/2008)
Anil Dayal / Reuters
Críquet tibetano. Un monje budista juega críquet a las afueras de un monasterio en Shimla, la India.

“O 25 de Novembro desune os portugueses”

Na opinião do Coronel Duran

Clemente, um dos oradores do

colóquio realizado ontem pelo

BE, a diferença entre o 25 de

Abril e o 25 de Novembro é que

o primeiro une as pessoas e o

segundo desune-as.

Coronel Duran Clemente Mário Tomé

coronel Mário Tomé

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

“O 25 de Abril une os portugueses, o 25

de Novembro não só não une as pessoas

como desune-as e, sobretudo deita pela

borda fora um conjunto de cidadãos

com qualidade”, disse o Coronel Duran

Clemente, no colóquio ‘Exaltar Abril,

desmistificar Novembro’, iniciativa

do BE que se realizou ontem no Hotel

Orquídea.

Na sua opinião, o processo de

desenvolvimento político que os

populares deviam ser estimulados

a aderir está posto em causa. Pois,

conforme fez questão de referir, devia

haver um esforço de todos para que desde

o 25 de Abril houvesse um programa/

processo que não fosse imposto, mas

que tivesse uma melhor adesão da parte

dos portugueses.

Por outro lado, prosseguiu o militar

de Abril, e contrariamente ao que

disse acima, há uma outra parte da

população portuguesa que fica arredada

de contribuir para esse processo de uma

forma natural. “Não somos assim tantos

para que se deite pela borda fora e se

despreze as contribuições de uma grande

parte da população que obrigatoriamente

tem que contribuir para a construção e

reconstrução do país”, sustentou.

Os populares que foram afastados

desse processo serviram de exemplo

para sublinhar o facto de, a seu ver,

ser necessário desmistificar o 25 de

Novembro que veio, no fundo, “dividir

os portugueses e enfraquecer o progresso

em Portugal”.

Apesar de alguns ‘esquecidos’, garantiu

que a memória do 25 de Abril, o antes

e o depois, não se apagou. “Pode estar

abafada mas existe”, reforçou.

Quem também diz que a memória ainda

está presente no consciente de todos,

embora com mais intensidade nos que

viveram de perto a sua fase de transição, é o Coronel Mário Tomé. (Diário Cidade) Coronéis Mário Tomé (na foto) e Duran Clemente vieram falar de Abril.

 

"Dois dos 'capitães de Abril' estiveram ontem no Funchal para exaltar o feito desse dia realizado há 34 anos e os acontecimentos que levaram ao 25 de Novembro de 1975, uma data com a qual ainda falam com alguma resignação. Mas foi olhando para as consequências do golpe militar cerca de ano e meio depois da 'revolução dos cravos' que o coronel na reforma Mário Tomé apontou 'baterias' a três figuras de Estado que, diz, são 'seguidores' de Marcelo Caetano, o denominado marcelismo.

Alberto João Jardim, Cavaco Silva e Manuela Ferreira Leite, no fundo o PSD, são a "evolução na continuidade do marcelismo", defende Mário Tomé. E explica porquê: "Quem quer comemorar o 25 de Novembro, como o Presidente do Governo Regional, penso que tem razão. Tal como ele, Cavaco Silva e Manuela Ferreira Leite são essa evolução na continuidade do marcelismo. Aliás, o PSD nunca aceitou o 25 de Abril como uma necessidade, tendo até defendido que não era uma revolução, mas uma continuação. É natural, pois eles nunca quiseram uma democracia a sério no país".

Indo mais longe na 'guerra de palavras', Mário Tomé diz que Jardim "impõe no seu quintal (a Madeira) a sua forma de actuar que chama de democrática, mas que é cada vez mais brutal sobre a participação das pessoas, cria cada vez mais condições de miséria e pobreza, que já vai a 31%", desfere.

E lembrou a proposta do Bloco de Esquerda-Madeira para que se volte a comemorar o 25 de Abril na Assembleia Legislativa regional é oportuna, acreditando que mesmo com a forma "anti-democrática" de fazer política e "senhores da sua prepotência e arrogância", o PSD e Jardim "vão ser obrigados a comemorá-lo outra vez".

Já o coronel Duran Clemente abordou a questão pelo prisma da memória colectiva do povo, que não se esquecerá do que foi o 'Estado Novo' e o que significou o 25 de Abril de 1974. "Até o 24 de Abril, a educação tinha um sentido, ou seja a memória era coarctada e afunilada", recorda. "Hoje, apesar de corrermos o risco de não se estimular o que foi a repressão, a PIDE, as prisões, as torturas, as pessoas que tiveram que desertar e emigrar, a informação não é controlada e, portanto, dificilmente a memória do que representou Abril será esquecida", conclui.

No colóquio organizado pelo BE-Madeira, onde se quis "exaltar Abril" e "desmistificar Novembro", juntaram-se cerca de 40 pessoas, entre as quais o deputado do PND, José Manuel Coelho, aliás assíduo participante em iniciativas dos outros partidos, da esquerda à direita."
(DN/Blandys)

 Mário Crespo da (SIC)
Com o major Mário Tomé, em 1972 em Moçambique.
 

Francisco José Cardoso

Divirta-se  com "Gato Fedorento"

 (clique no rectângulo)
Novos programas que surgem com as gaffes de Manuela Ferreira Leite.
Heidi Klum
 


publicado por pravdailheu às 22:14
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2 comentários:
De Quero Denunciar muita Merda a 25 de Novembro de 2008 às 20:39
Qual é o E-mail pravda ilheu para poder-mos fazer denuncias


De Anónimo a 25 de Novembro de 2008 às 22:24
Na REVISTA MAIS da edição de ontem do DN-MADEIRA:
"ALMOÇO DE INVESTIGAÇÃO - No dia em que varios funcionários da Câmara do Funchal eram interrogados nas instalações da Polícia Judiciária, Miguel Albuquerque e Carlos Farinha decidiram almoçar tranquilamente num dos restaurantes nas imadiações da CMF e PJ.(...)"
Comentário lógico: À MULHER DE CÉSAR NÃO BASTA SER SÉRIA, É PRECISO PARECÊ-LO!


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