Este comentário vem a propósito dum post que encontramos no super-blog "Olho de Fogo" acerca da lei da rôlha aplicada aos funcionários públicos pelo governo nazi-fascista do Jardim bem acolitado de facto pelas famigeradas juizinhas de pacotilha:
Enrolhados. 
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Recorde-se que na Região existe a chamada Lei da Rolha, por via da Resolução de Governo n.º574/83, de 7 de Julho de 1983, que determina o seguinte:
«(...) nenhum funcionário dos serviços públicos, institutos ou empresas públicas sob tutela da Região Autónoma está autorizado a falar em nome ou em assuntos dos serviços onde se integra, apenas lhe cabendo esse direito na qualidade de simples cidadão, mas não podendo invocar as suas funções na administração pública. Assim incorre em ilícito disciplinar todo aquele que não sendo Director de Serviços, ou superior hierárquico deste, prestar declarações públicas sob matérias relacionadas com o funcionamento desses serviços, sem para o efeito estar autorizado.»
Esta Resolução pode dar para calar muita gente, quanto mais a ameaça de dar com os costados em tribunal. No mínimo, a Lei da Rolha faz pensar pelo menos duas vezes antes de abrir a boca. Quando é interiorizado, falar deixa de ser sequer uma hipótese. (Olho de fogo)
Carlos Pereira no seu"apontamentos sem nome" desmascara bem a hipocrisia do nosso "amanuense" Malheiro
«Este considera, mostrando-se escandalizado(?!), que na Finlândia a política está refém dos negócios e das negociatas. Mas quando debaixo dos seus próprios olhos, com a ajuda do seu próprio PSD e do seu querido AJJ, prejudicando a sua terra e os seus conterrâneos, o escândalo da promiscuidade entre política e negócios é insuportável (portos, sociedade de desenvolvimento, lobie da construção com o líder parlamentar do PSD à cabeça,...) nem uma palavra, nem uma indignação...Está bonito!»
Víctor Freitas enquanto a sua foto não e retirada (ou apagada) do álbum de Família do PS/Madeira, escreve três corajosas verdades no seu Blog:
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Fala do Ex-deputado Coelho |
| Madeira |
| PND acusa Governo de gerir mal recursos da Região |
| 2009-03-06 17:07:10 |
| •“o Estádio dos Barreiros serve perfeitamente para as necessidades desportivas do Clube Sport Marítimo. Este estádio só enche duas vezes por ano estando na maior parte dos jogos com uma lotação de 2500 pessoas”. •“Para o PND é uma insensatez, construir um estádio novo, quando as instalações actuais podiam ser remodeladas e o estádio podia aguentar assim por mais 20 anos. |
| Com a devida vénia ao Diário Cidade O Partido da Nova Democracia acusou anteontem o Governo Regional (GR) de “esbanjar dinheiro em obras faraónicas” e não utilizar o dinheiro para o que realmente faz falta. Numa iniciativa política, junto ao Estádio dos Barreiros, o dirigente do PND, José Manuel Coelho, criticou o GR por este, em tempos de crise, querer construir um estádio de futebol de raiz quando “o Estádio dos Barreiros serve perfeitamente para as necessidades desportivas do Clube Sport Marítimo. Este estádio só enche duas vezes por ano estando na maior parte dos jogos com uma lotação de 2500 pessoas”, observou o ex-deputado, acrescentando que o novo estádio não é para servir os desportistas, nem o desporto da Região, mas sim “para servir os interesses egoístas e megalómanos das empresas do empresário Jaime Ramos, e para encher os bolsos do presidente do Marítimo, Carlos Pereira”. O PND entende que a Madeira tem outras necessidades mais importantes para resolver, nomeadamente, na área da saúde como o problema das altas problemáticas nos hospitais. “Esta terra tem necessidades mais urgentes, os hospitais por exemplo, estão a abarrotar de altas problemáticas e continuamos a ter um governo que não sabe racionalizar os recursos e prefere esbanjar o dinheiro na construção de estádios de futebol do que criar instituições que possam acudir ao problema das altas problemática que muito afligem a população idosa madeirense” critica, José Manuel Coelho. Para o PND é uma insensatez, construir um estádio novo, quando as instalações actuais podiam ser remodeladas e o estádio podia aguentar assim por mais 20 anos. “É insensato deitar este estádio abaixo para fazer uma obra imponente que depois estará vazia e às moscas”, frisa o dirigente do PND, referindo ainda que a Madeira tem recursos financeiros só que “são mal utilizados e canalizados para os lobbies do betão”. F.S©Entrevista de José Manuel Coelho à Tribuna da Madeira (Páginas 18 e 19) |

O amigo nº 2 da foto de família (o baixinho que está com uma mão sobre a outra) não morre de amores pelo nosso blog e pelo Mensário "Garajau", lol! (é bom rapaz, mas em tempos já foi alvo das nossas sátiras, daí uma certa animosidade aliás perfeitamente compreensível)
As "Blasfêmias" verdadeiras do "Diário Ateísta"
Mergulhador de água benta
«...Portugal não é um País, é um pântano onde medra a fé e a superstição, um protectorado do Vaticano onde faltam cidadãos e sobram crédulos, um sítio beato onde se treme com medo dos báculos, se ajoelha quando aparecem mitras e se afocinha à vista do anelão com ametista que ornamenta os dedos dos senhores bispos.
Que o CDS, nostálgico do salazarismo e da cumplicidade com a Igreja, proponha um voto de congratulação pela canonização de D. Nuno, compreende-se. Paulo Portas gosta de rastejar nas igrejas para mostrar aos eleitores que crê nas cambalhotas que o Sol deu na Cova da Iria, nas visões da Lúcia e no anjo que aterrou no anjódromo de Fátima. ....» Se quer ir para o inferno, então clique aquipara ler o resto do têxto

No dia 8 de março de 1857, operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica, como reinvidicação pela diminuição da carga horária diária de trabalho, de 16h para 10h. Estas operárias - que recebiam menos de um terço do salário dos homens - foram fechadas na fábrica onde iniciou-se um incêndio. Cerca de 130 mulheres morreram queimadas.
Chamada de atenção:
Os nossos leitores que trabalham em instituições tuteladas pelo governo regional e como tal controladas pelos jardinistas, embora possam usar os PCês dos serviços (onde trabalham) para consultar o nosso Blog. Não devem como é óbvio fazer comentários ou denúncias a partir dos mesmos (por causa do registo dos díscos rígidos). Esse trabalho deve ser feito a partir de portáteis (de uma forma clandestina) usando de preferência airless públicos.
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