Márcio Amaro o artista contratado pela Nova Democracia foi expulso da direcção da Juventude Social- Democrata da freguesia da Camacha; ele ocupava o Nº 2 no organismo dictivo daquela juventude partidária.
Márcio Amaro protagonizava a rábula do vilão madeirense «Manuel Bexiga».
No partido do «Papadas» não existe qualquer tolerância democrática: Quem não segue as ordens do Chefe só tem um caminho-aporta de saida. Aquilo é um partido de orientação Proto-fascista.
Márcio Amaro
Baltazar Aguiar
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Baltazar Aguiar
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Contra-inauguração» na Madeira |
| Nova Democracia goza com Jardim |
| 2007-04-24 21:50:59 |
| Nunca se tinha visto na Madeira um happening político como o que esta tarde perturbou uma inauguração de Alberto João Jardim. Incomodado com a manifestação do Partido da Nova Democracia (PND), o presidente do Governo Regional contra-atacou: «Deus nos livre dos Fascistas!» |
| Com a devida vénia ao Sol Por Graça Rosendo, enviada à Madeira Alberto João Jardim foi surpreendido hoje, durante uma das inaugurações do presidente do Governo Regional da Madeira em período de campanha eleitoral, com uma acção de protesto de membros do Partido da Nova Democracia (PND), que concorre pela primeira vez às eleições regionais. «Inaugurações eleitoralistas. Vergonha». Foi com esta frase, escrita numa grande faixa de pano, que os elementos do PND receberem ao presidente do Governo Regional, à chegada hoje à tarde, à inauguração de «diversas infra-estruturas do Complexo Marítimo da Boaventura», em Santa Cruz. Mal terminou o hino regional, tocado pela banda local – como acontece em todas as inaugurações feitas por Jardim -, os elementos do PND, encabeçados pelo líder regional do partido, o advogado Baltazar Aguiar (cunhado de Manuel Monteiro), aproximaram-se da comitiva oficial com a faixa de pano, gritando «Vergonha, vergonha, isto é tempo de antena». Depois, os manifestantes mantiveram-se em silêncio (mas de faixa em punho), diante da tribuna presidencial e bem à vista das câmaras dos jornalistas, enquanto se ouviram os discursos presidenciais. Primeiro falou o pároco local, abençoando a obra. Depois foi a vez de se ouvirem os agradecimentos do presidente da câmara de Santa Cruz: «Temos o dever de estar aqui», justificou o autarca. Os discursos seguiram no mesmo tom, até chegar a vez de Jardim. O presidente do Governo Regional explicou a importância de mais esta obra – um restaurante, apoio para o clube náutico local e um parque de estacionamento - «ao serviço do povo». E, quando aparecia que ia deixar ao lado a provocação do PND, lançou: «Isto é importante para a nossa juventude, para que todos tenham acesso a isto e não só os filhos dos ricos e dos fascistas». A terminar, Jardim ainda disse: «Não resisto a uma oração ‘Deus nos livre do fascismo e dos fascistas’». Proferiu estas palavras sem nunca olhar directamente os manifestantes, mas a referencia era directa para os elementos do PND – entre eles estava Eduardo Welch, membro de uma conhecida família inglesa na Madeira que Jardim sempre apelidou de «Madeira velha», ligada ao antigo regime. ![]() «Afinal quem é fascista aqui?» No final, o líder local do PND disse aos jornalistas que ‘não enfia o barrete’. E acrescentou: «Fascistas só podem ser outros, não nós!». Bernardo Aguiar revelou que o actor contratado para fazer a personagem de Manuel do Bexiga, o ‘vilão’ (espécie de saloio) candidato a presidente da Madeira, nos tempos de antena do PND, acaba de ser expulso de militante da Juventude Social Democrata (JSD). O actor Márcio Amaro ocupava o cargo de vice-presidente da JSD da Camacha «Afinal quem é fascista aqui?», perguntou Aguiar, prometendo mais «boicotes» às próximas inaugurações de Jardim. |
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