Tem sido um sucesso, a campanha do PND, que prima pela originalidade, pela sátira e o bom humor como veículos de transmissão da mensagem. Até os nossos emigrantes no estrangeiro ao verem a RTPi (via satélite) acham imensa graça á actuação do talentoso jovem Márcio Amaro, que se internacionalizou nestas eleições como a grande originalidade desta campanha.

Para ver o nosso Manuel Bexiga em vídeo clicar aqui
Circulam informações que um dos patrões do actual SLB é o oligarca angolano José Eduardo dos Santos que injecta lá muito dinheiro e diamantes. Os empresários dele até traficam essas pedras preciosas nas pernas dos jogadores que vem jogar para o Benfica.
Os jogadores quando chegam cá vão para as clínicas do clube fingindo passar por tratamentos; mas o verdadeiro negócio é extrair os diamantes que os jogadores trazem escondidos nas pernas.
Podemos dizer que o trático de diamantes é a principal fonte de receitas do clube e o maior portal para branqueamento de capitais do oligarca angolano Dos Santos.
Enquanto o povo dele morre de fome e de falta de assistência médica a sua oligarquia movimenta mais dinheiro do que os portugueses todos juntos.
Denunciar situações destas em ANGOLA, representa morte certa á mão das máfias organizadas pelo partido do governo.
Lá mata-se mais depressa uma pessoa incómoda do se abate um frango.

Jardim não respeita regras e usa o seu poder de governante para fazer propaganda para o seu partido são inaugurações diárias de obras feitas á pressa para promover a sua campanha .
Parte á frente dos outros partidos com larga vantagem e transforma as eleições Regionais (por ele provocadas) numa verdadeira mascarada eleitoral digna de um país do terceiro mundo tipo a Nigéria onde o candidato do partido do governo (Fontes oficiais dão como vitorioso o candidato Umaru Yar'adua, homem apoiado por Obasanjo que diz ter recolhido a maioria dos votos dos 60 milhões de eleitores).obteve 80% dos votos.
Mas este problema parece não preocupar muito os partidos; todos querem participar nos dinheiros do jakcpot . A parte de leão para os dois maiores partidos e depois as pequenas e saborosas fatias para os restantes. Ficam todos satisfeitos com as palhaçadas eleitorais de jardim. Todos «ganham» cada qual á sua escala.
Estivemos consultando o Blog ultraperiferias do nosso amigo Social Democrata e achamos realmente que as suas opiniões são de certa forma correctas e equilibradas. LFM é um PSDê evoluido e não tem nada a ver com aqueles PPDês broncos e boçais que queriam agredir os militatantes do PND na inauguração do «Papadas»da estrada nos Prazeres.
Transcrevemos com a devida vénia os posts do Malheiro para os nossos estimados leitores:
Aqui na Madeira o 25 de Abril nunca chegou,por culpa do regime proto-fascista que se instalou nos últimos 30 anos com a ajuda da igreja católica que cerrou fileiras a lhe dar apoio com o seu fundamentalismo retrógrado e medieval.
Ontem apenas Uma gaivota voava, voava, Como ela, somos livres, Uma papoila crescia, crescia, Como ela somos livres, Uma criança dizia, dizia Como ela, somos livres, Somos um povo que cerra fileiras, Somos livres, somos livres, |
Portugal Ressuscitado
José Carlos Ary dos Santos
(Caxias, 26 de Abril de 1974)
Depois da fome, da guerra
da prisão e da tortura
vi abrir-se a minha terra
como um cravo de ternura.
Vi nas ruas da cidade
o coração do meu povo
gaivota da liberdade
voando num Tejo novo.
Agora o povo unido
nunca mais será vencido
nunca mais será vencido
Vi nas bocas vi nos olhos
nos braços nas mãos acesas
cravos vermelhos aos molhos
rosas livres portuguesas.
Vi as portas da prisão
abertas de par em par
vi passar a procissão
do meu país a cantar.
Agora o povo unido
nunca mais será vencido
nunca mais será vencido
Nunca mais nos curvaremos
às armas da repressão
somos a força que temos
a pulsar no coração.
Enquanto nos mantivermos
todos juntos lado a lado
somos a glória de sermos
Portugal ressuscitado.
Agora o povo unido
nunca mais será vencido
nunca mais será vencido
Cantar Alentejano
Zeca Afonso
Chamava-se Catarina
O Alentejo a viu nascer
Serranas viram em vida
Baleizão a viu morrer
Ceifeiras na manhã fria
Flores na campa lhe vão pôr
Ficou vermelha a campina
Do sangue que então brotou
Acalma o furor campina
Que o teu pranto não findou
Quem viu morrer Catarina
Não perdoa a quem a matou
Aquela pomba tão branca
Todos a querem p'ra si
Ó Alentejo queimado
Ninguém se lembra de ti
António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho)
Pedra Filosofal
António Gedeão
Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam
como estas árvores que gritam
em bebedeiras de azul.
Eles não sabem que sonho
é vinho, é espuma, é fermento
bichinho alacre e sedento
de focinho pontiagudo
que fuça através de tudo Em
em perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela é cor é pincel
base, fuste, capitel
que é retorta de alquimista
mapa do mundo distante
Rosa dos Ventos Infante
caravela quinhentista
que é cabo da Boa-Esperança
Ouro, canela, marfim
florete de espadachim
bastidor, passo de dança
Columbina e Arlequim
passarola voadora
pára-raios, locomotiva
barco de proa festiva
alto-forno, geradora
cisão do átomo, radar
ultra-som, televisão
desembarque em foguetão
na superfície lunar
Eles não sabem nem sonham
que o sonho comanda a vida
que sempre que o homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos duma criança
Márcio Amaro o artista contratado pela Nova Democracia foi expulso da direcção da Juventude Social- Democrata da freguesia da Camacha; ele ocupava o Nº 2 no organismo dictivo daquela juventude partidária.
Márcio Amaro protagonizava a rábula do vilão madeirense «Manuel Bexiga».
No partido do «Papadas» não existe qualquer tolerância democrática: Quem não segue as ordens do Chefe só tem um caminho-aporta de saida. Aquilo é um partido de orientação Proto-fascista.
Márcio Amaro
Baltazar Aguiar
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Baltazar Aguiar
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Contra-inauguração» na Madeira |
| Nova Democracia goza com Jardim |
| 2007-04-24 21:50:59 |
| Nunca se tinha visto na Madeira um happening político como o que esta tarde perturbou uma inauguração de Alberto João Jardim. Incomodado com a manifestação do Partido da Nova Democracia (PND), o presidente do Governo Regional contra-atacou: «Deus nos livre dos Fascistas!» |
| Com a devida vénia ao Sol Por Graça Rosendo, enviada à Madeira Alberto João Jardim foi surpreendido hoje, durante uma das inaugurações do presidente do Governo Regional da Madeira em período de campanha eleitoral, com uma acção de protesto de membros do Partido da Nova Democracia (PND), que concorre pela primeira vez às eleições regionais. «Inaugurações eleitoralistas. Vergonha». Foi com esta frase, escrita numa grande faixa de pano, que os elementos do PND receberem ao presidente do Governo Regional, à chegada hoje à tarde, à inauguração de «diversas infra-estruturas do Complexo Marítimo da Boaventura», em Santa Cruz. Mal terminou o hino regional, tocado pela banda local – como acontece em todas as inaugurações feitas por Jardim -, os elementos do PND, encabeçados pelo líder regional do partido, o advogado Baltazar Aguiar (cunhado de Manuel Monteiro), aproximaram-se da comitiva oficial com a faixa de pano, gritando «Vergonha, vergonha, isto é tempo de antena». Depois, os manifestantes mantiveram-se em silêncio (mas de faixa em punho), diante da tribuna presidencial e bem à vista das câmaras dos jornalistas, enquanto se ouviram os discursos presidenciais. Primeiro falou o pároco local, abençoando a obra. Depois foi a vez de se ouvirem os agradecimentos do presidente da câmara de Santa Cruz: «Temos o dever de estar aqui», justificou o autarca. Os discursos seguiram no mesmo tom, até chegar a vez de Jardim. O presidente do Governo Regional explicou a importância de mais esta obra – um restaurante, apoio para o clube náutico local e um parque de estacionamento - «ao serviço do povo». E, quando aparecia que ia deixar ao lado a provocação do PND, lançou: «Isto é importante para a nossa juventude, para que todos tenham acesso a isto e não só os filhos dos ricos e dos fascistas». A terminar, Jardim ainda disse: «Não resisto a uma oração ‘Deus nos livre do fascismo e dos fascistas’». Proferiu estas palavras sem nunca olhar directamente os manifestantes, mas a referencia era directa para os elementos do PND – entre eles estava Eduardo Welch, membro de uma conhecida família inglesa na Madeira que Jardim sempre apelidou de «Madeira velha», ligada ao antigo regime. ![]() «Afinal quem é fascista aqui?» No final, o líder local do PND disse aos jornalistas que ‘não enfia o barrete’. E acrescentou: «Fascistas só podem ser outros, não nós!». Bernardo Aguiar revelou que o actor contratado para fazer a personagem de Manuel do Bexiga, o ‘vilão’ (espécie de saloio) candidato a presidente da Madeira, nos tempos de antena do PND, acaba de ser expulso de militante da Juventude Social Democrata (JSD). O actor Márcio Amaro ocupava o cargo de vice-presidente da JSD da Camacha «Afinal quem é fascista aqui?», perguntou Aguiar, prometendo mais «boicotes» às próximas inaugurações de Jardim. |
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