O Dr. Juíz Mário Rodrigues da Silva ,Presidente do Tribunal de família e menores do Funchal dá uma importante entrevista ao DN de hoje onde traça uma panorâmica da situação das famílias madeirenses; onde o divórcio está sempre a aumentar, apesar de ser cada vez mais caro divorciar-se.(leia a notícia mais desenvolvida no link
As crianças são as principais vítimas da divisão familiar, ficando no meio de um conflito emotivo e psicológico arrasador, diz o magistrado. |
O Dr. Mário Silva, é um grande amigo do
jornal "Garajau", é um leitor assíduo. É um
cidadão de muito respeito ,muito competente e muito culto. Aqui na nossa redacção do Pravdailhéu ficamos muito alegres quando o nosso estimado amigo faz as suas abalizadas análises ao sector que tão bem conhece. O Dr. Mário é para nós um homem de confiança, um verdadeiro genttleman.
Vamos abrandar as críticas ao nosso amigo "Monarca", ele está a colaborar com o nosso deputado (da Nova Democracia) Baltazar Aguiar, no parlamento Regional. De forma que, como o nosso amigo,está a ser solidário, não vale a pena estarmos a desgastar a sua imagem; vamos virar baterias para aqueles rapazinhos estalinistas que estão em funcionários do PCP/madeira sem perceberem patavina do que é o Partido e os seus objectivos e tácticas na prossecução da verdadeira revolução Democrática e Nacional, como defeniu o Álvaro, no seu livro «Rumo á Vitória».
Rui Nepomuceno foi chamado ao tapete a uma reunião do Secretariado do Partido para esclarecer o motivo porque é tão elogiado e considerado pelo colectivo redatorial do Pravda ilhéu. Para os ESTALINISTAS , se o teu adversário de elogia , vêonde caiste. Pravda ilhéu é um blog burguês
André escórcio é um grande político e não tem rabos de palha . As suas reflexões são do maior interesse para os verdadeiros democratas desta terra!
| André Escórcio |
| Manter a esperança |
| "Como bem disse Dom Manuel Martins há uma diferença entre os que acreditam no que dizem e os que são meros funcionários da Igreja." |
| Data: 29-06-2007 |
Terão passado despercebidas, ou talvez não, as sábias palavras de Dom Manuel da Silva Martins, Bispo Emérito de Setúbal: "(...) as alternâncias são sempre boas. Por muito boa que seja a pessoa que está, a partir de determinada altura alternar é bom. Já tive essa experiência na minha vida. Fui professor, saí, entrou outro, foi óptimo; fui vigário-geral, saí, entrou outro, foi óptimo; fui bispo em Setúbal, saí, entrou outro, foi óptimo. A alternância é magnífica a todos os níveis e em todos os sectores porque traz novidade, dá esperança, imprime outro ritmo de vida". Concordo, em absoluto. Não sei se, por detrás das palavras, Dom Manuel, recentemente condecorado com a Grã Cruz da Ordem de Cristo, pelos relevantes serviços prestados ao País, palavras aquelas ditas num determinado contexto, quis também deixar um subtil alerta à Igreja, aos políticos e à população da Madeira. Talvez. Estou em crer que houve ali uma espécie de bilhar às três tabelas. Até pela sua inteligência, argúcia, luta na defesa de princípios e valores, o Bispo vermelho como o apelidaram, porque nunca teve papas na língua, cidadão honorário de várias cidades e, entre outros, nome de uma escola de ensino secundário, do alto dos seus oitenta anos, com toda a experiência de vida e dos comportamentos dos homens, é bem possível que tivesse querido deixar essa mensagem colateral de "esperança" que poderá, no futuro, imprimir "outro ritmo de vida" aos madeirenses. Dom Manuel Martins é um pastor da Igreja católica que me fascina pela clareza do raciocínio, pela doação, simplicidade, humildade e lição de vida ao serviço dos mais carentes, ofendidos e marginalizados. Outros, não reconhecidos pela Nação, porventura ficam na história insulana da pequenez dos favores e dos cúmplices silêncios junto do poder temporal, instituído Deus bem sabe como, repetindo mofas ladainhas que já poucos as compram. Como bem disse Dom Manuel Martins há uma diferença entre os que acreditam no que dizem e os que são meros funcionários da Igreja. Na Madeira temos tido, infelizmente, personagens dessas que, digamos, cumprem, rigorosamente, o horário. Isto porque, quando se tratou e trata de tocar frontal e persistentemente nas feridas sociais que sangram; de conhecer esta laranja, aparentemente limpa e sumarenta mas amarga e corroída por dentro que, dia-a-dia, estraga todo o cesto; de despir as vestes clericais e meter-se nessa Madeira profunda que nasce à nossa ilharga com a tal mensagem de esperança; de sair do paço ou do adro por lealdade e fidelidade à Palavra; de afrontar os poderes, pequenos ou grandes, colocando, serenamente, no seu verdadeiro lugar os jogadores do xadrez político, público e privado, que batem a mão no peito mas, por arrogância, luxúria, avareza e gula fazem xeque-mate à bondade e humildade de um povo... fugiram e fogem como o diabo da cruz. Convenhamos que o comportamento desejável e necessário na condução dos Homens neste conturbado tempo, um tempo do ter antes do ser, um tempo de falsas verdades, não tem sido apanágio de algumas figuras quando compaginadas com a atitude independente e marcadamente humanista do Bispo Emérito de Setúbal. A Madeira já teve, também, nos longínquos anos de 1849/1858, um Bispo chamado Manuel Martins. Este de sobrenome Manso. Reza a História que governou o bispado madeirense no meio de graves convulsões clericais e sociais. Precisamente um quadro que, embora dissimuladamente, hoje se constata. Ora, a Região não precisa de mais um manso. Precisa de um que cante fora do coro, que desafine pelas suas tomadas de posição, que liberte o povo para a Palavra consequente desamarrada do jogo dos interesses políticos e da subserviência resultante do subsídio, aliás, como muitos, por esse mundo fora, o têm feito e que, por isso, embora criticados pela hierarquia, são merecedores do reconhecimento e veneração públicas. É difícil, então eu não sei! Mas também sei que a esperança de que fala Dom Manuel Martins, "a todos os níveis e em todos os sectores", políticos, sociais, económicos, culturais e até religiosos, constrói-se através da mudança de hábitos, da criatividade, da defesa da honestidade, da educação, da cultura, do abanar das consciências adormecidas e de chamar, educada e solenemente, nos momentos certos, os bois pelos nomes. A esperança nesta terra passa, também, por aí. Carrilhar é preciso!. |
André escórcio é um grande político e não tem rabos de palha . As suas reflexões são do maior interesse para os verdadeiros democratas desta terra!
| André Escórcio |
| Manter a esperança |
| "Como bem disse Dom Manuel Martins há uma diferença entre os que acreditam no que dizem e os que são meros funcionários da Igreja." |
| Data: 29-06-2007 |
Terão passado despercebidas, ou talvez não, as sábias palavras de Dom Manuel da Silva Martins, Bispo Emérito de Setúbal: "(...) as alternâncias são sempre boas. Por muito boa que seja a pessoa que está, a partir de determinada altura alternar é bom. Já tive essa experiência na minha vida. Fui professor, saí, entrou outro, foi óptimo; fui vigário-geral, saí, entrou outro, foi óptimo; fui bispo em Setúbal, saí, entrou outro, foi óptimo. A alternância é magnífica a todos os níveis e em todos os sectores porque traz novidade, dá esperança, imprime outro ritmo de vida". Concordo, em absoluto. Não sei se, por detrás das palavras, Dom Manuel, recentemente condecorado com a Grã Cruz da Ordem de Cristo, pelos relevantes serviços prestados ao País, palavras aquelas ditas num determinado contexto, quis também deixar um subtil alerta à Igreja, aos políticos e à população da Madeira. Talvez. Estou em crer que houve ali uma espécie de bilhar às três tabelas. Até pela sua inteligência, argúcia, luta na defesa de princípios e valores, o Bispo vermelho como o apelidaram, porque nunca teve papas na língua, cidadão honorário de várias cidades e, entre outros, nome de uma escola de ensino secundário, do alto dos seus oitenta anos, com toda a experiência de vida e dos comportamentos dos homens, é bem possível que tivesse querido deixar essa mensagem colateral de "esperança" que poderá, no futuro, imprimir "outro ritmo de vida" aos madeirenses. Dom Manuel Martins é um pastor da Igreja católica que me fascina pela clareza do raciocínio, pela doação, simplicidade, humildade e lição de vida ao serviço dos mais carentes, ofendidos e marginalizados. Outros, não reconhecidos pela Nação, porventura ficam na história insulana da pequenez dos favores e dos cúmplices silêncios junto do poder temporal, instituído Deus bem sabe como, repetindo mofas ladainhas que já poucos as compram. Como bem disse Dom Manuel Martins há uma diferença entre os que acreditam no que dizem e os que são meros funcionários da Igreja. Na Madeira temos tido, infelizmente, personagens dessas que, digamos, cumprem, rigorosamente, o horário. Isto porque, quando se tratou e trata de tocar frontal e persistentemente nas feridas sociais que sangram; de conhecer esta laranja, aparentemente limpa e sumarenta mas amarga e corroída por dentro que, dia-a-dia, estraga todo o cesto; de despir as vestes clericais e meter-se nessa Madeira profunda que nasce à nossa ilharga com a tal mensagem de esperança; de sair do paço ou do adro por lealdade e fidelidade à Palavra; de afrontar os poderes, pequenos ou grandes, colocando, serenamente, no seu verdadeiro lugar os jogadores do xadrez político, público e privado, que batem a mão no peito mas, por arrogância, luxúria, avareza e gula fazem xeque-mate à bondade e humildade de um povo... fugiram e fogem como o diabo da cruz. Convenhamos que o comportamento desejável e necessário na condução dos Homens neste conturbado tempo, um tempo do ter antes do ser, um tempo de falsas verdades, não tem sido apanágio de algumas figuras quando compaginadas com a atitude independente e marcadamente humanista do Bispo Emérito de Setúbal. A Madeira já teve, também, nos longínquos anos de 1849/1858, um Bispo chamado Manuel Martins. Este de sobrenome Manso. Reza a História que governou o bispado madeirense no meio de graves convulsões clericais e sociais. Precisamente um quadro que, embora dissimuladamente, hoje se constata. Ora, a Região não precisa de mais um manso. Precisa de um que cante fora do coro, que desafine pelas suas tomadas de posição, que liberte o povo para a Palavra consequente desamarrada do jogo dos interesses políticos e da subserviência resultante do subsídio, aliás, como muitos, por esse mundo fora, o têm feito e que, por isso, embora criticados pela hierarquia, são merecedores do reconhecimento e veneração públicas. É difícil, então eu não sei! Mas também sei que a esperança de que fala Dom Manuel Martins, "a todos os níveis e em todos os sectores", políticos, sociais, económicos, culturais e até religiosos, constrói-se através da mudança de hábitos, da criatividade, da defesa da honestidade, da educação, da cultura, do abanar das consciências adormecidas e de chamar, educada e solenemente, nos momentos certos, os bois pelos nomes. A esperança nesta terra passa, também, por aí. Carrilhar é preciso!. |
| Nascimento | 28 de Junho de 1712 Genebra, Suíça |
|---|---|
| Falecimento | 2 de Julho de 1778 Ermenonville, França |
Jean-Jacques Rousseau (28 de Junho de 1712, Genebra - 2 de Julho de 1778, Ermenonville, perto de Paris) foi um filósofo suíço, escritor, teórico político e um compositor musical autodidata. Uma das figuras marcantes do Iluminismo francês, Rousseau é também um precursor do romantismo.
Rousseau foi uma das principais inspirações ideológicas da segunda fase da Revolução Francesa - a última das revoluções modernas, e que deu início a um longo período de terror e instabilidade política, que acabaria por levar à ditadura de Napoleão. Do Contrato Social, de sua autoria, inspirou muitos dos revolucionários e regimes nacionalistas e opressivos subseqüentes a esse período, um pouco por toda a Europa continental.
Inspirados nas idéias de Rousseau, os revolucionários defendiam o princípio da soberania popular e da igualdade de direitos.
A contestação da sociedade tal como estava organizada foi tema do ensaio Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens (1755), em que se vê a desigualdade e a injustiça como frutos da competição e da hierarquia mal constituida.
Rousseau é associado frequentemente às ideias anti-capitalistas e considerado um antecessor do socialismo e comunismo. Foi um dos primeiros autores modernos a atacar a propriedade privada. Rousseau questionou a suposição de que a maioria está sempre correta e argumentou que o objetivo do governo deveria ser assegurar a liberdade, igualdade e justiça para todos, independentemente da vontade da maioria.
Quem ganha 800 contos por mês para dar assessoria jurídica ao Sindicato de professores da Madeira (SPM)?
O Dr. Franco Fernandes, que origináriamente era da FLAMA depois de passar pelo CDS veio parar ao PS pela mão do "camaleão"
Mota Torres, que finalmente lhe arranjou um tacho bem remunerado no sindicato dos professores que o PS domina com a maioria de elememtos seus nos cargos de direcção.

A menina Camarada Joana Martins tem um excelente blog e é muito solidária ; é como a sua progenitora. Estivemos hoje a dar uma vista de olhos pelo trabalho da menina, e demos por bem empregue o nosso tempo. Aqui deixamos um extracto do seu blog:
Lado menos bom da menina camarada: Apoiar a ditadura maoista dentro do bloco e ter falta de apetência pelo debate de ideias e ser avessa ás críticas. quanto ao resto está tudo bem!

Fixando o olhar na sombra da figura esta passa a rodar no sentido inverso
O nosso ditador regional se por acaso obtivesse o poder que ambiciona para controlar a máquina da justiça (que por enquanto e bem está sob a alçada da República); os democratas desta terra estavam tramados. Muitos teriam que pedir asilo político para não serem assassinados pelos fascistas do regimen jardinista.O nosso jornal "Garajau" seria o primeiro alvo. Seria encerrado e os seus colaboradores e redactores presos de imediato.
Depois a perseguição atingiria outras pessoas do povo que sem serem políticos botassem opinião contrária ao regimen.
Apesar da gula do "Papadas" e dos seus sequases tal objectivo não será atingido sem a independência da Madeira. Tal desiderato ele dificilmente conseguirá uma vez que precisa do dinheiro da República ,isto é dos "cubanos".
Ele tem que se contentar em usar o tráfico de influências que o seu regimen tem juntodo MP e das juízinhas dos tribunais e conseguir mais um "Cajó" ou um Orlando Ventura para ir manobrando mas ponha-se a pau com essa ave de rapina que é o " Garajau" porque essa ave dá fortes bicaradas que afugenta todos os oportunistas que andam á sua volta a corromper e destruir a democracia já lá vão quase 30 anos:Autonomia da Mamadeira= 30 anos de corrupção , betão e alcatrão!
Manuel «Bexiga» dá cartas na Baixa de Lisboa.
Vídeo
GINJA E BEXIGA PELA BAIXA DE LISBOA



A revolta do "amistad"
Em 1839, o 'Amistad' estava a navegar entre portos de Cuba, quando 53 escravos, liderados por Sengbe Pieh, tomaram o controlo do navio, matando toda a tripulação mas poupando os navegadores Ruiz e Montez para que pudessem pilotar a embarcação até à Serra Leoa, em África, de onde eram originários.
Contudo, os navegadores conseguiram enganar os escravos e o 'Amistad' acabou por ser apresado junto à costa de Long Island, por uma embarcação, 'Washington', da Guarda Costeira norte-americana.
Os escravos rebeldes foram levados para uma prisão em New Haven, onde aguardaram julgamento por homicídio e pirataria. A situação chamou a atenção dos abolicionistas, que montaram uma forte defesa em favor dos escravos.
O caso chegou ao Supremo Tribunal Americano, que em Março de 1841 concedeu aos escravos do 'Amistad' a liberdade. Os 35 que sobreviveram ao julgamento voltaram a casa.
A acusação de homicídio foi considerada fora da jurisdição americana.
Também foram julgados os navegadores, que utilizaram documentos de nascença forjados, uma prática comum na altura, e violaram leis internacionais entre a Inglaterra e a Espanha, que proibia a captura de novos escravos. Apenas os filhos de escravos já nasciam sem liberdade, sendo os únicos que poderiam ser comercializados.
A captura dos africanos foi assim considerada ilegal.
Leia no jornal Avante
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