Terça-feira, 31 de Julho de 2007
Um amigo do CDS faz um comentário contra o reizete do Bloco

pic_0056.jpgDepois de ler a cópia deste coment, esperemos que o Almada poste qualquer coisa em defesa do seu amo.Eis então o interessante comentário:

De pica pau amarelo a 31 de Julho de 2007 às 20:54

saiba que o principe daquela monarquia que reina para os lados do castanheiro mesmo por cima duma agencia funeraria aldrabou uma sondagem do blogue deles em que o bloco ficava atras do pp nos votos. depois de fecharem as urnas online pelas oito da matina esse senhor abriu a votação por meia hora as tres da tartde para acresecentar cerca de 8 votos que fizeram o bloco ficar à frente do pp. largue neles, são uns mentirosos e chupistas, tive duvidas do seu artigo de há dias mas vejo que são gente pior que o pdd.
Amigo «pica pau amarelo», nós já sabemos aqui na redacção todas as manhas e truques do duo de reizetes e respectiva filhota. Além de pessoalmente sabermos muita coisa, o nosso conhecimento é diáriamente enriquecido com bué de dados vindos dos dissidentes de bloco e até de elementos que estão ainda com eles e que vão passando preciosas informações a nós.
 Nada nos move contra o Bloco. Achamos que têm o seu espaço político no panorama regional, afim de captar pessoas de esquerda nomeadamente intelectuais e sectores lá da pequena burguesia que tendo preconceitos em vir para  Partido Comunista, possam encontrar o seu espaço próprio dentro dum movimento progressista como é o caso do Bloco.
 Acontece porém que essas pessoas ao chegarem á rua do Castanheiro e ao verificarem que aquilo é gerido como uma mercearia em que só o casal de reizetes são lá os únicos sócios gerentes; acabam por dar á sola, não concordando obviamente com aquele caciquismo esquerdista.
 Por isso se o amigo «pica pau»reparar vai ver que os reizetes como estão últimamente a perder terreno graças ás nossas denúncias, começaram a organizar passeios de idosos ao parque temático em Santana afim de colmatarem a falta de apoio dos militantes que vão saindo, para engrossarem as fileiras lá da CDU.
 Elementos da nossa redacção já falaram pessoalmente com o reizete principal e seu delfim, para a necessidade de se reconciliarem com o Alberto Abreu, com o José Rocha e também com o João Luís Jardim.
 O reizete lá por ele ainda concorda em se reconciliar com os camaradas desavindos;mas a Rainha barafusta e impede a reconciliação, dizendo «que não tem sangue de barata» (eufemismo para não perdoar supostas ofensas deles) . Como eles não querem tomar os nossos conselhos, pior será para eles. A CDU e o PND vão engrossando as suas fileiras com bué de dissidentes com bastante experiência política.



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Segunda-feira, 30 de Julho de 2007
Homenagem de Martins Júnior a "Camões pequeno"

 Martins Júnior, um mago e um sábio da política madeirense,(homem da liberdade e do 25 de Abril) á frente da homenagem ao poeta machiquense Francisco Álvares de Nóbrega mais cnhecido por Camões "pequeno"

Camões Pequeno 'traduzido' em núcleo de obras de arte

Musicar sonetos do poeta e lançar nova edição da sua obra são iniciativas dedicadas a Francisco Álvares de Nóbrega

Ao longo dos últimos oito meses realizaram-se várias iniciativas no âmbito das comemorações do bicentenário da morte do poeta madeirense.

Data: 30-07-2007 veja DN


Os sonetos de Francisco Álvares de Nóbrega serão 'traduzidos' em obras de arte pelas mãos de vários artistas plásticos da Madeira e do continente. Os trabalhos já estão na fase de execução e devem ser apresentados ao público "no início do ano lectivo", disse, ao DIÁRIO, Martins Júnior, presidente da direcção da Associação EFAN - Estudos Nobricenses.

Foi em Machico que nasceu Francisco Álvares de Nóbrega e é nesta cidade que se realiza a homenagem ao poeta, conhecido também como Camões Pequeno, na comemoração do bicentenário da sua morte (1772-1806).

Todos os meses, desde Novembro do ano passado, no dia 30, a EFA - Estudos Nobricenses propõe uma iniciativa para recordar este que foi um dos melhores compositores de sonetos da literatura portuguesa e um pensador e crítico do seu tempo.

As comemorações prolongam-se até Novembro próximo, mas os estudos sobre estar autor não se vão ficar por aqui, revelou o responsável. Os trabalhos de "transfiguração plástica de vários sonetos", como define, foram pedidos na Madeira e em Lisboa, mas para já a organização pretende manter o anonimato sobre os que aceitaram colaborar no projecto.

As próximas iniciativas passarão ainda por musicar mais sonetos - actualmente há já um musicado por Martins Júnior - com músicos e compositores, e pelo lançamento de uma nova edição da obra do poeta madeirense.

Segundo o estudioso, em geral, as edições que existem têm sido "muito maltratadas". Ivone Olim é a autora da nova compilação de versos criados por Francisco Álvares de Nóbrega, contemporâneo de Bocage e colega de prisão deste.

A Associação EFAN - Estudos Nobricenses pretende ainda ver publicado o processo de inquisição feito ao poeta e que até agora não era certo.

Aprofundar o conhecimento sobre o poeta

Hoje, as actividades regressam com uma análise à sua obra. A presente iniciativa, revela a organização, pretende "pesquisar mais de perto e fruir o prazer dos seus sonetos".

No encontro serão trabalhados seis painéis, explicou, "demonstrativos da versatilidade e da amplitude da sua inspiração". Assim, o público poderá ficar a conhecer melhor 'O poeta patriota'; 'O poeta bucólico'; 'O poeta romântico'; 'O poeta solidário'; 'O poeta cientista' e 'O poeta dramático'.

As comemorações do bicentenário da morte de Francisco Álvares de Nóbrega incluem ainda hoje a recitação dos sonetos, a cargo de elementos da EFAN - Estudos Nobricenses e de jovens estudantes.

O evento está marcado para esta noite, pelas 20 horas, no Largo de São Roque (Machico), e é de entrada livre.

Francisco Álvares de Nóbrega nasceu em Machico, mais concretamente na Banda d'Além, Rua dos Moinhos, a 30 de Novembro de 1773.

Desde novo que mostrou aptidão para a poesia. Aprendeu a ler e a escrever nesta cidade. Depois convenceu o pai a ir para o Funchal, onde começou por trabalhar numa loja de tecidos, e depois, aos 19 anos, com a ajuda do patrão, ingressou no seminário.

Era convidado a demonstrar em público os seus escritos. O poeta irreverente viveu uma vida plena de desventuras que, por motivos políticos, o levaram várias vezes à cadeia. A primeira foi por críticas ao bispo, quando estava no terceiro ano. Foi expulso e preso em Lisboa. As poesias satíricas não se ficaram por aqui e a má imagem acompanhou-o nessa altura.

Acabou por sair da cadeia, mas era tarde de mais para o jovem, que havia contraído lepra. Aos 33 anos, acaba por se suicidar, sabendo da morte iminente
.

Paula Henriques




SONETO



De Marte açoite os férvidos cavalos
Aquele que inda aspira ao ceptro de ouro,
E por cingir na frente o verde louro,
Da bala escute os hórridos estalos.


Da mansa paz nos cândidos regalos,
Acha o meu coração maior tesouro,
Querer eu dominar, fora desdouro;
Não sei povos reger, sei amá-los.


Nasci no berço, onde o pequeno nasce,
Hei-de descer à fria sepultura,
Sem a fofa grandeza me embarace.


Só quisera subir a alta ventura,
Se o dominar o Mundo me isentasse
Da tirânica Lei da Morte escura.






(in «Vida e Obra de Francisco
Álvares de Nóbrega», 5ª. Edição,
Ed. Arguim.Madeira, 2001)



Francisco Álvares de Nóbrega
(Camões Pequeno)



(Machico, 1772-1806, Lisboa)


*
Francisco Álvares de Nóbrega (1772-1806), era natural de Machico (Madeira) e viveu entre a sua terra-natal, o Funchal e Lisboa, onde acabou por morrer, de lepra e outras doenças. Ficou popularizado, depois de uma vida plena de desventuras que, por motivos políticos, o conduziu ao conhecimento frequente das cadeias do Reino, como o "Camões Pequeno", facto que ainda hoje interessa aos estudiosos da Literatura Portuguesa, como foi o caso do madeirense Joel Serrão. Este chegou mesmo a interrogar-se do porquê desse cognome, já que "nenhum poeta português se pôde arrogar a ser grande quando o ponto de referência é Camões", nem mesmo "Fernando Pessoa, que por de mais saber, procurou, em vão, elidir a grandeza do poeta quinhentista!", pelo que "todos os poetas portugueses, madeirenses ou não, são 'pequenos' relativamente à grandeza solar do grande lírico do século XVI". A sua obra, que se encontrava esgotada, foi recuperada por Alberto Figueira Gomes, no volume "Rimas", publicado como "separata" do jornal "Voz da Madeira", em 1958, de onde foi respigado um livro-síntese, "Vida e Obra", dado à estampa em 2001 pela Editora Arguim-Madeira.

 


 

300707 incendios Grecia

 Fogo vermelho. o céu ficou vermelho em consequência dos incendios que atingiram a zona do Egeo, no golfo de Corinto, ao norte de Grécia.

Kate Moss (veja blog)

Maminhas melhores do que estas só as chorudas sinecuras dos srs. deputados ,assessores e funcionários da Assembleia Regional.

 



publicado por pravdailheu às 22:29
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Domingo, 29 de Julho de 2007
Carta do leitor hostil ao professor Gouveia

Miguel Fonseca  Volta a ser exagerado nas críticas ao Camarada Gouveia

Ditadura é ditadura
Data: 29-07-2007 Diário de notícias do Funchal

Quem não é do PPD não é bom madeirense; quem não apoia Salazar é comunista; quem critica o Partido vai para a Sibéria; quem não é do Benfica não é bom chefe de família. E poderíamos ficar numa infindável série de díades. Destas que citei, para além da do Benfica que até é engraçada, as outras revelam um pensamento totalitário que exclui todos os que não se identificam com os pares da dicotomia. Eu, por exemplo, que não sou nem do PPD, nem Salazarista, nem do Partido, nem do Benfica não tenho existência. Um pensamento totalitário que, na II Guerra, pretendeu reduzir o mundo a Hitler ou a Estaline, esquecendo Truman, ou Churchill, ou De Gaulle, ou Roosevelt, etc. Mas tudo isto para revelar a última dicotomia lançada, covardemente, pelos próceres do "Novo PS" e seus apaniguados: quem critica João Carlos Gouveia não é bom socialista. Claro, mas quem critica hoje Sócrates e ontem Mário Soares já seria uma esquerdista de primeira água. Não questiono o direito a criticar Soares (o Mário, claro!), eu que já o sigo politicamente desde 1973, ou Sócrates. O que eu verdadeiramente critico é que se possa criticar Soares ou Sócrates mas já se não possa criticar João C. Gouveia, O mesmo raciocínio, desenvolvido, teria como resultado, com João C. Gouveia no poder, que quem não o apoiasse o PS de J. C. Gouveia não seria bom madeirense, como hoje não é bom madeirense quem não apoia o PPD. Portanto, chegamos ao ponto de partida. Felizmente que nem no PPD e muito menos no PS todos pensam assim. A verdade é que, se não fui ao Congresso, como socialista que sou, dizer o que penso, incluindo as críticas públicas que tenho feito, é porque as jogadas aparelhísticas (com beneplácito e benefício de J. Carlos Gouveia) impediram o aparecimento de outras candidaturas. É claro que os que têm uma visão escatológica e totalitária da política e acham que os fins justificam os meios não percebem que, numa sociedade aberta, livre e plural, os meios, porque tornam possível os diferentes projectos com fins e objectivos diversos, é que são essenciais. Apostilhas.: a) Alguns apaniguados parece que pretendem fundar um movimento fundamentalista cujo "deus" é J.C.G. Outros dirão "J.C. só há um, o da Palestina e mais nenhum. Serão livres de o fazerem e conquistar aderentes, mas não mandem para a fogueira inquisitorial os que não os seguirem; b) João Carlos Gouveia era mau socialista quando criticava publicamente os sucessivos líderes do PS contra os quais se candidatou? P. S. Agradeço publicamente a todos os que têm colocado na blogosfera as minhas cartas do leitor.

Sr. Miguel Fonseca seja razoável nas suas críticas o sr. é militante socialista e está no seu pleníssimo direito de criticar seja quem for. Se não gosta do professor , não quebre a unidade que começa a ser construída dentro do Partido Socialista e também junto de muitos democratas madeirenses. Só o Professor Gouveia está em condições anímicas e políticas de enfrentar com sucesso  o fascista/populista Jardim. Nós aqui na redacção do Pravda ilhéu e no Jornal Garajau estamos de pedra e cal com o professor Gouveia. E você amigo Fonseca Porque não vem dar o seu apoio? Será que também é submarino do Papadas não acreditamos!

 

Jardim é "ditador travestido de democrata"
Novo presidente do PS-M defendeu "alternativa política capaz de garantir a defesa do Estado de Direito na região"
Data: 29-07-2007


O novo presidente do PS-M, João Carlos Gouveia, acusou, hoje, o presidente do governo regional, Alberto João Jardim, de ser "um ditador travestido de democrata" e um "bicho-carpinteiro que vai moendo a Madeira por dentro".

João Carlos Gouveia tomou hoje posse do cargo de presidente do PS-M, no XIII Congresso Regional do partido, depois de ter ganho as eleições directas no passado dia 15 de Julho.

"Como um bicho-carpinteiro, vai moendo a Madeira por dentro, roubando-lhe a alma, destruindo a robustez e a vitalidade. Reclama a independência da Madeira em relação ao Continente mas pretende transformar os madeirenses em simples lacaios e homens de mão ao serviço de três ou quatro grupos económicos que controlam o partido fundado por Francisco Sá Carneiro, as instituições autonómicas, a administração pública e os sectores económicos mais importantes com excepção do turismo", disse.

Por isso, João Carlos Gouveia defendeu que só o PS-M é a "alternativa política capaz de garantir a defesa do Estado de Direito na região".

Sr. Miguel Fonseca, o senhor ainda quer melhor discurso do que este? por favor venha lutar connosco traga um amigo também e deixe-se de histórias da Carochinha! Um abraço da redacção.

 

Carta do leitor do padre Martins Júnior um dos políticos mais sábios desta terra: Um ícone da revolução de Abril de abril que nunca chegou a ilha

Martins Júnior
Sócrates não dorme
Data: 29-07-2007

Lembram-se daquele tempo (há uns 20-30 anos) em que manhã sim, tarde sim, o inveterado vigia da Quinta perdia o tino e deitava língua e olhos de fora contra Machico e contra o signatário, o que motivou larachas como estas: o homem está obcecado por Machico, a família Martins é a sua macabra obsessão?... Dizia-se mais: o vigia da quinta dorme com os dois émes - Machico e Martins - debaixo do travesseiro. E a obsessão tornou-se quando o homem descobriu que lá em casa vivia com família também Martins, comia com ela à mesa e dormia com ela na cama. Obsessão sem limite e sem cura, como um incesto.

Passadas duas, três décadas, vem agora o inveterado herdeiro da Quinta armar o simiesco traje e repetir a mesmíssima imprecação: "Sócrates anda obcecado pela ilha, a sua obsessão é a Madeira".

"Digam lá, ó sábios da Escritura/Que segredos são estes da natura"? --- Perguntaria Camões. E o povo responde: Não há mestre como o Tempo…Cá se fazem, cá se pagam… Mas coitado de José Sócrates. Não mastiga, não pára, não dorme com esta obsessão. Também não responde. Só treme de suores frios. Dizem que, numa das últimas reuniões de Primeiros-ministros europeus, Sarkozy foi dar com Sócrates debruçado em cima dos 10.368.099 km do "minúsculo" mapa da Europa, desmaiado e lívido perante os "gigantescos" 700Km da ilha do senhorio. Durão Barroso deixou logo de lado os problemas das potências europeias e segredou a Sócrates aquilo mesmo que dissera alguns anos antes quando em Lisboa ouviu as atoardas do vigia: "Eu já passei por isso… Não se agaste, homem. É preciso muita paciência para ser líder deste partido PSD".

Sócrates não pensava noutra coisa aquando da grande cimeira Europa-Brasil e não se conteve. Pegou no braço do presidente Lulu da Silva: " Tome cuidado com esse rato ramado Mickey e a antena traseira que ele traz feita de autoclismos cromados que enrolam toda a ilha e vai agora enfiar o focinho sanhudo para vender retretes mil no seu Brasil. Cuidado com ele!"… A sala tremeu!

Sócrates não dorme. Desde que foi anunciada para Dezembro a cimeira africana, anda de binóculo debaixo do casaco e até já foi surpreendi no alto da gávea das naus a olhar o infinito: Adamastor? Robert Mugabe? … Não, não - balbuciou transido de medo. O que me assusta é um "Idi Amim" pintado de branco que dizem estar na ilha, em cima da muralha.

Sócrates não dorme, com a obsessão da lagoa da quinta e do olheiro da horta Mas também não responde. E é isso que lhe enfurece o umbigo (do tamanho do mundo) e o põe a fumegar e a deitar lava de entulho. Enfim, Sócrates só respondeu e só se lembrou do nome do umbigo do olheiro quando falou do aborto...


Martins Júnior



publicado por pravdailheu às 22:33
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Sábado, 28 de Julho de 2007
Viva João Carlos Gouveia!

 

 

 

 

 

 

Ficamos imensamente felizes com o destaque que o Diário do "Calistro" deu ao nossso camarada professor o Homem certo no momento certo para liderar uma verdadeira oposição ao regime protofascista /jardinista

João Carlos Gouveia é, com a sua trajectória, os seus tropeções e excentricidade, a prova de que a máxima de Churchill é verdadeira. Em política, morre-se muitas vezes. Aos 48 anos, este professor de português da Escola Lucinda de Andrade renasce como líder do PS e numa altura em que ninguém se adianta para assumir a responsabilidade. O momento não é fácil, sobretudo quando a sobrevivência do partido depende de uma guerra com o PS de Lisboa. No entanto, Gouveia já deu mostras de não ser pessoa de fugir de desafios ou problemas. Ao menos resistência não lhe falta para enfrentar com sorriso os métodos agressivos do PSD.

 


 

Menina deputada Rafaela Fernandes do PSD fez uma intervenção na assembleia sobre o aborto tão antiquada e fascizante que ultrapassou os beatos escolásticos da Idade Média e os retrógrados esbirros do Santo Ofício.

 Mas a senhora (menina) está desculpada porque tem que agradar ao "Papadas" para continuar a ganhar o seu rico dinheirinho.

 O tachinho da Assembleia é muito chorudo e a menina Rafaela sabe disso.

O Líder Parlamentar do PSD na Assembleia Legislativa da Madeira envolveu-se numa autentica "peixeirada" com o Deputado do PCP, Edgar Silva, que mais uma vez desprestigia o Parlamento Regional.

Fica aqui o registo radiofónico da TSF-Madeira, deste acto invulgar e deplorável dos trabalhos parlamentares de ontem, por conta das já tão faladas incompatibilidades dos deputados regionais.


Que vergonha!!!..
Post roubado ao nosso amigo "fascistazinho" do Cortar D`direita . Émuito interessante

260707 Queen mary en la noche

 Raínha da  noite. o navio de cruzeiro Queen Mary 2 ,faz  a sua entrada no porto de Hamburgo durante a sua primeira visita a  esta cidade alemã.

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Sexta-feira, 27 de Julho de 2007
Faz hoje um ano que morreu Carlos ROQUE

Autor das famosas bandas desenhadas Tintin e Spirou o amigo morreu aos 70 anos.

 Autor de BD a contracenar com o seu herói (IV) - Carlos Roque e o pato Wladimyr

Carlos Roque

(12/4/1936 - 27/7/2006, Portugal) 

 


 

Outra efeméride:Em 1970 morreu aos 81 anos, o António de Oliveira Salazar o célebre «botas» de sinistra memória. Foi antigo ministro das Finanças e presidente do governo da Ditadura do Estado Novo.

 


 

 


 

O mundo continua injusto

270707 Chabolas

 Pobreza extrema e inundações no Bangladesh

 


 

Notícia Madeirense:

O ex-autarca esteve preso de 17 de Novembro de 2003 até ontem. Pelo meio teve algumas saídas precárias e uma saída forçada ao hospital.

Diamantino Alturas foi ontem ouvido na Inspecção do Trabalho.

Sindicato denuncia outras anomalias
Utilização de matérias perigosas por pessoal não habilitado é uma das queixas

Alturas o sindicalista "Modelo" do PCP/Madeira (O homem que mobiliza as "massas" trabalhadoras e  sua magestade Raínha Dona Guida I esposa do nosso Ramsés I Faró das Pírâmides junto ao delta do grande rio Nilo

 "O Salazarismo foi uma doença que pôs de rastos o povo português"

José Gil (1945),Filósofo e ensaísta português.

Ex-presidente de Santa Cruz em liberdade condicional

Luís Gabriel só quer refazer a vida, estar com a família e 'viver' o Rali Vinho Madeira

Data: 27-07-2007


O ex-presidente da Câmara de Santa Cruz, Luís Gabriel Rodrigues, deixou ontem o Estabelecimento Prisional do Funchal (EPF). O autarca cumpriu parte da pena de 5 anos de meio de prisão que lhe foi aplicada e saiu em liberdade condicional por decisão do Tribunal de Execução de Penas de Lisboa (TEP).

Luís Gabriel foi condenado, em Fevereiro de 2000, a 5 anos e meio de prisão pela prática dos crimes de peculato, burla agravada e falsificação de documentos. Para além da pena efectiva de prisão, o colectivo de juízes do Tribunal de Santa Cruz, presidido por Neto Moura, aplicou a Luís Gabriel uma pena acessória de impedimento do exercício de qualquer cargo público por um período de 3 anos.

Contudo, apesar de condenado em Fevereiro de 2000, só em finais de 2003, depois de esgotados todos os recursos, o autarca apresentou-se na cadeia para cumprir pena.

É que, a 5 de Fevereiro de 2002, o Tribunal da Relação de Lisboa negou provimento ao recurso interposto pelo advogado de defesa José António Barreiros, mantendo as penas aplicadas em 1.ª instância. Luís Gabriel recorreu. A 25 de Setembro de 2002, o Supremo Tribunal de Justiça rejeitou o recurso. A defesa recorreu. A 24 de Setembro de 2003, o Tribunal Constitucional (TC) decidiu não conhecer do objecto do recurso. Luís Gabriel podia ainda recorrer pedindo a aclaração ou a nulidade do acórdão mas não o fez. O processo baixou a Santa Cruz. A 17 de Novembro de 2003, Luís Gabriel foi encaminhado pela PSP para o EPF e começou a cumprir a pena.

Contactado pelo DIÁRIO, o ex-autarca escusou-se a prestar declarações. Disse que, agora, só quer estar com a família, refazer a vida e viver o Rali Vinho Madeira, uma das suas paixões.

Luís Gabriel cumpriu 2/3 da pena

O Código Penal (CP) estabelece, no artigo 61.º, que os reclusos condenados com penas de prisão superiores a 5 anos são colocados em liberdade condicional quando se encontrarem cumpridos 2/3 da pena.

A aplicação da medida não é automática e depende do cumprimento de outros requisitos que são analisados pelo Tribunal de Execução de Penas ouvido o conselho técnico do Estabelecimento Prisional, o MP e os técnicos de reinserção social. A avaliação dos casos é acompanhada por uma comissão e depende das circunstâncias do caso, do tipo de pena, da vida anterior do agente, da sua personalidade, da evolução durante a execução da pena de prisão e do provável grau de reinserção. "Que o condenado, uma vez em liberdade, conduzirá a sua vida de modo socialmente responsável, sem cometer crimes", revela o CP.

A aplicação da liberdade condicional depende sempre do consentimento do condenado. A liberdade condicional tem uma duração igual ao tempo de prisão que falta cumprir. Ou seja, até agora, Luís Gabriel cumpriu mais de 3 anos e oito meses de prisão efectiva ficando em liberdade condicional cerca de um ano e oito meses, até Março de 2009.

Refira-se que, antes de sair em liberdade, o ex-autarca beneficiou de saídas precárias, prolongadas e de curta duração. São as chamadas medidas de flexibilização na execução da pena de prisão que contemplam ainda as saídas de preparação para a liberdade, até 8 dias, durante os últimos 3 meses do cumprimento da pena.

Emanuel Silva



publicado por pravdailheu às 22:49
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007
Manuel Alegre um ícone da Democracia e da Liberdade em Portugal

 Manuel Alegre o combatente indomável: Intolerante contra as derivas totalitárias contra a servidão e governamentalização do pensamento.

 O homem da liberdade de expressão, aquele amigo a quem todos os democratas deste país muito devem.

 Ontem no «Público» foi a consciência crítica do PS fazendo reparos ao desvio de direita do Governo de José Sócrates:

« ...os principais inimigos dos partidos políticos são aqueles que, dentro deles, promovem o seu fechamento e impedem a mudança e a abertura.»

«A crítica é olhada com suspeita o seguidismo transformado em virtude»

 «Nasci e cresci num Portugal onde vigorava o medo.Contra eles lutei a vida inteira. Não posso ficar calado perante alguns casos ultimamente vindos a público. Casos pontuais, dir-se-á. Mas que têm em comum a delação e a confusão entre a lealdade e a subserviência. Casos pontuais que, entretanto, começam a repetir-se. Não por acaso ou coincidência. mas porque há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da PIDE. Casos pontuais em si mesmo inquietantes. Em que é tão condenável a denúncia como a conivência perante ela.»Extraído com a devida vénia do Jornal"público"25 julho de 2007

 ver o artigo na íntegra, dada a sua importância na edição do «Público»:

 

«Nasci e cresci num Portugal onde vigorava o medo. Contra eles lutei a vida inteira. Não posso ficar calado perante alguns casos ultimamente vindos a público. Casos pontuais, dir-se-á. Mas que têm em comum a delação e a confusão entre lealdade e subserviência. Casos pontuais que, entretanto, começam a repetir-se. Não por acaso ou coincidência. Mas porque há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da PIDE. Casos pontuais em si mesmos inquietantes. E em que é tão condenável a denúncia como a conivência perante ela.

Não vivemos em ditadura, nem sequer é legítimo falar de deriva autoritária. As instituições democráticas funcionam. Então porquê a sensação de que nem sempre convém dizer o que se pensa? Porquê o medo? De quem e de quê? Talvez os fantasmas estejam na própria sociedade e sejam fruto da inexistência de uma cultura de liberdade individual.

Sottomayor Cardia escreveu, ainda estudante, que "só é livre o homem que liberta". Quem se cala perante a delação e o abuso está a inculcar o medo. Está a mutilar a sua liberdade e a ameaçar a liberdade dos outros. Ora isso é o que nunca pode acontecer em democracia. E muito menos num partido como o PS, que sempre foi um partido de homens e mulheres livres, "o partido sem medo", como era designado em 1975. Um partido que nasceu na luta contra a ditadura e que, depois do 25 de Abril, não permitiu que os perseguidos se transformassem em perseguidores, mostrando ao mundo que era possível passar de uma ditadura para a democracia sem cair noutra ditadura de sinal contrário.

Na campanha do penúltimo congresso socialista, em 2004, eu disse que havia medo. Medo de falar e de tomar livremente posição. Um medo resultante da dependência e de uma forma de vida partidária reduzida a seguir os vencedores (nacionais ou locais) para assim conquistar ou não perder posições (ou empregos). Medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado. No PS sempre houve sensibilidades, contestatários, críticos, pessoas que não tinham medo de dizer o que pensam e de ser contra quando entendiam que deviam ser contra. Aliás, os debates desse congresso, entre Sócrates, eu próprio e João Soares, projectaram o PS para fora de si mesmo e contribuíram em parte para a vitória alcançada nas legislativas. Mas parece que foram o canto do cisne. Ora o PS não pode auto-amordaçar-se, porque isso seria o mesmo que estrangular a sua própria alma.
Há, é claro, o álibi do Governo e da necessidade de reduzir o défice para respeitar os compromissos assumidos com Bruxelas. O Governo é condicionado a aplicar medidas decorrentes de uma Constituição económica europeia não escrita, que obriga os governos a atacar o seu próprio modelo social, reduzindo os serviços públicos, sobrecarregando os trabalhadores e as classes médias, que são pilares da democracia, impondo a desregulação e a flexigurança e agravando o desemprego, a precariedade e as desigualdades. Não necessariamente por maldade do Governo. Mas porque a isso obriga o Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) conjugado com as Grandes Orientações de Política Económica. Sugeri, em tempos, que se deveria aproveitar a presidência da União Europeia para lançar o debate sobre a necessidade de rever o PEC. O Presidente Sarkozy tomou a iniciativa de o fazer. Gostei de ouvir Sócrates a manifestar-se contra o pensamento único. Mas é este que condiciona e espartilha em grande parte a acção do seu Governo.

Não vou demorar-me sobre a progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde, com, entre outras coisas, as taxas moderadoras sobre cirurgias e internamentos. Nem sobre o encerramento de serviços que agrava a desertificação do interior e a qualidade de vida das pessoas. Nem sobre a proposta de lei relativa ao regime do vínculo da Administração Pública, que reduz as funções do Estado à segurança, à autoridade e às relações internacionais, incluindo missões militares, secundarizando a dimensão administrativa dos direitos sociais. Nem sobre controversas alterações ao estatuto dos jornalistas em que têm sido especialmente contestadas a crescente desprotecção das fontes, com o que tal representa de risco para a liberdade de imprensa, assim como a intromissão indevida de personalidades e entidades na respectiva esfera deontológica. Nem sobre o cruzamento de dados relativos aos funcionários públicos, precedente grave que pode estender-se a outros sectores da sociedade. Nem ainda sobre a tendência privatizadora que, ao contrário do Tratado de Roma, onde se prevê a coexistência entre o público, o privado e o social, está a atingir todos os sectores estratégicos, incluindo a Rede Eléctrica Nacional, as Águas de Portugal e o próprio ensino superior, cujo novo regime jurídico, apesar das alterações introduzidas no Parlamento, suscita muitas dúvidas, nomeadamente no que respeita ao princípio da autonomia universitária.

Todas estas questões, como muitas outras, são susceptíveis de ser discutidas e abordadas de diferentes pontos de vista. Não pretendo ser detentor da verdade. Mas penso que falta uma estratégia que dê um sentido de futuro e de esperança a medidas, algumas das quais tão polémicas, que estão a afectar tanta gente ao mesmo tempo. Há também o álibi da presidência da União Europeia. Até agora, concordo com a acção do Governo. A cimeira com o Brasil e a eventual realização da cimeira com África vieram demonstrar que Portugal, pela História e pela língua, pode ter um papel muito superior ao do seu peso demográfico. Os países não se medem aos palmos. E ao contrário do que alguém disse, devemos orgulhar-nos de que venha a ser Portugal, em vez da Alemanha, a concluir o futuro Tratado europeu. Parafraseando um biógrafo de Churchill, a presidência portuguesa, na cimeira com o Brasil, recrutou a língua portuguesa para a frente da acção política. Merece o nosso aplauso.

Oque não merece palmas é um certo estilo parecido com o que o PS criticou noutras maiorias. Nem a capacidade de decisão erigida num fim em si mesma, quase como uma ideologia. A tradição governamentalista continua a imperar em Portugal. Quando um partido vai para o Governo, este passa a mandar no partido, que, pouco a pouco, deixa de ter e manifestar opiniões próprias. A crítica é olhada com suspeita, o seguidismo transformado em virtude.

Admito que a porta é estreita e que, nas circunstâncias actuais, as alternativas não são fáceis. Mas há uma questão em relação à qual o PS jamais poderá tergiversar: essa questão é a liberdade. E quem diz liberdade diz liberdades. Liberdade de informação, liberdade de expressão, liberdade de crítica, liberdade que, segundo um clássico, é sempre a liberdade de pensar de maneira diferente. Qualquer deriva nesta matéria seria para o PS um verdadeiro suicídio.

António Sérgio, que é uma das fontes do socialismo português, prezava o seu "querido talvez" por oposição ao espírito dogmático. E Antero de Quental chamava-nos a atenção para estarmos sempre alerta em relação a nós próprios, porque "mesmo quando nos julgamos muito progressistas, trazemos dentro de nós um fanático e um beato". Temo que actualmente pouco ou nada se saiba destas e doutras referências.

Não se pode esquecer também a responsabilidade de um poder mediático que orienta a agenda política para o culto dos líderes, o estereótipo e o espectáculo, em detrimento do debate de ideias, da promoção do espírito crítico e da pedagogia democrática. Tenho por vezes a impressão de que certos políticos e certos jornalistas vivem num país virtual, sem povo, sem história nem memória.

Não tenho qualquer questão pessoal com José Sócrates, de quem muitas vezes discordo mas em quem aprecio o gosto pela intervenção política. O que ponho em causa é a redução da política à sua pessoa. Responsabilidade dele? A verdade é que não se perfilam, por enquanto, nenhumas alternativas à sua liderança. Nem dentro do PS nem, muito menos, no PSD. Ora isto não é bom para o próprio Sócrates, para o PS e para a democracia. Porque é em situações destas que aparecem os que tendem a ser mais papistas que o Papa. E sobretudo os que se calam, os que de repente desatam a espiar-se uns aos outros e os que por temor, veneração e respeitinho fomentam o seguidismo e o medo.

Sei, por experiência própria, que não é fácil mudar um partido por dentro. Mas também sei que, assim como, em certos momentos, como fez o PS no verão quente de 75, um partido pode mobilizar a opinião pública para combates decisivos, também pode suceder, em outras circunstâncias, como nas presidenciais de 2006 e, agora, em Lisboa, que os cidadãos, pela abstenção ou pelo voto, punam e corrijam os desvios e o afunilamento dos partidos políticos. Há mais vida para além das lógicas de aparelho. Se os principais partidos não vão ao encontro da vida, pode muito bem acontecer que a recomposição do sistema se faça pelo voto dos cidadãos. Tanto no sentido positivo como negativo, se tal ocorrer em torno de uma qualquer deriva populista. Há sempre esse risco. Os principais inimigos dos partidos políticos são aqueles que, dentro deles, promovem o seu fechamento e impedem a mudança e a abertura.

Por isso, como em tempo de outros temores escreveu Mário Cesariny: "Entre nós e as palavras, o nosso dever falar." Agora e sempre contra o medo, pela liberdade.» [Público assinantes]


 

 

260707 Cachorros de tigre rugen

 Dois Jovens tigres siberianos

 

260707 Bush con veteranos con prótesis

Feridas da guerra. O presidente dos EUA, George W. Bush, ladeado  pelo sargento Neal Duncan (esquerda) e o especialista do Exército Max Ramsey depois de trotear num jardim a sul da Casa Blanca. Duncan perdeu as suas duas pernas no Afeganistão en 2005 e Ramsey perdeu a sua perna esquerda em Março de 2006.



publicado por pravdailheu às 22:28
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