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Do factor económico que condiciona os cidadãos de baixos recursos a aceder á justiça.
Paulo Martins (o reizete) do BLOCO critica também o facto da justiça ser ineficaz perante os poderes instalados.
CDU diz que o país está a assistir à «elitização» do acesso à Justiça
O deputado da CDU-Madeira, Edgar Silva, entende que o país está a assistir a uma «elitização do acesso à Justiça».
Numa reacção às palavras de Cavaco Silva feitas anteontem, na abertura do ano judicial, Edgar Silva disse que os alertas do Chefe de Estado «revelam uma grande preocupação pelo desvio das políticas governativas, daquilo que é a Constituição e as exigências constitucionais de onde resultam direitos fundamentais dos cidadãos portugueses».
Há dois dias o Presidente da República afirmou que o estado de direito «não pode ser refém» dos que dispõem de maiores recursos e que a celeridade da justiça é um «imperativo de igualdade social».
Ontem, Edgar Silva declarou que «a Justiça está organizada para quem tem mais dinheiro», considerando que «só consegue, em Portugal, neste momento, a afirmação dos seus direitos quem, em função do seu estatuto económico, consegue dar continuidade às suas razões, porque em muitas situações o que acontece é que há uma discriminação negativa, há uma situação de exclusão de grande parte da população do direito e do acesso à Justiça».
Para Edgar Silva, os reparos feitos por Cavaco Silva deveriam levar «a um repensar a fundo as políticas do Governo na área da Justiça».
Já o deputado do Bloco de Esquerda diz que deveria haver «coerência» entre as palavras e os actos do Presidente da República.
Paulo Martins exemplifica com a decisão de Cavaco Silva de não promulgar a lei, já aprovada por larga maioria na Assembleia da República, que estendia o regime de incompatibilidades aos deputados da Região Autónoma da Madeira.
«Mandou-a para o Tribunal Constitucional com observações que facilitaram a declaração de inconstitucionalidade», acusa o bloquista.
Paulo Martins queixa-se ainda de em Portugal a «balança da Justiça pender para o lado dos poderosos» e de haver falta de celeridade nos processos contra os «poderes instalados».jornal da madeira
«Leva lá para assinar que ele assina qualquer merda», disse o bastonário apontando mais uma situação irregular. Marinho Pinto referia-se a uma escuta telefónica, a que teve acesso, que relata uma conversa entre «dois ministros» que falavam sobre um projecto a executar em área protegida.
Marinho Pinto tem atacado em todas as direcções. De facto as cabrões do MP querem é investigar a pequena criminalidade. Quanto aos grandes interesses tá quieto !
Isto é um tema que tem sido tratado e dissecado no nosso blog até á exaustão.
Nós aqui na Madeira, não nos calaremos contra a cachorrada. Para já elegemos os nossos alvos de estimação. As bandidas das procuradorazinhas do MP que temos aqui nas comarcas da Região e as malditas juizinhas de pacotilha que condenam ávidamente os democratas que denunciam a corrupção, e fazem vista grossa aos patifes dos oligarcas do PPD que aqui na Região, não fazem outra coisa que não seja roubar os recursos de todos os madeirenses.
PS:Não esquecendo ainda aquele pardalão do Orlando Ventura (procurador da secção Regional do Tribunal de Contas Mamadeira), que arquiva tudo o que compromete os ladrões do PPD, que andam á volta do "Papadas".Ivone Santos
Sequeira um burguês de muito bom gosto mas um tanto ou quanto licencioso para os padrões conservadores na ilhota mamadeira.
Oh que bela ceifeira oh! Dr. sequeira! -Meu Deus?!
O nosso blogue por já possuir um número cada vez mais elevado de leitores foi contactado pela Comissão das comemorações dos 500 anos da elevação do Funchal a cidade afim de divulgar alguns importantes ensaios históricos do consagrado Historiador Madeirense o Dr. Rui Faria Nepomuceno, que hoje nos fala de uma personagem pouco conhecida e fascinante, o Francisco ÁLVARES DE NÓBREGA, natural de Machico, mais conhecido pelo "Camões Pequeno"
A VIDA e OBRA de
Francisco André Álvares de Nóbrega que também foi conhecido pelo Camões Pequeno, segundo alguns autores, nasceu no sítio da Torre em Machico, a 30 de Novembro de 1773; tendo passado a infância na casa dos progenitores localizada naquele concelho, na Banda D’Além, mais precisamente na Rua dos Moinhos, onde também consta que teria nascido, aliás como vem claramente expresso no seu Registo de Baptismo.
Era filho do 2º casamento de Domingos de Nóbrega Barreto, O Furão, que nascera no Funchal, na freguesia de Santa Maria Maior do Calhau, e de Dª Ana Rita de Sampaio, natural de Machico; onde casaram em 15 de Fevereiro de 1773.
Segundo informa a distinta investigadora Ivone Correia Alves no ensaio Para Uma Biografia de Francisco André Álvares de Nóbrega, o padrinho do nosso poeta foi o Dr. João José Espinoza Martel, bacharel em Cânones, formado pela Universidade de Coimbra, professor de Gramática Latina no Funchal, mas natural e com residência principal em Machico, onde era uma personalidade influente e proveniente de famílias abastadas, facto que nos leva a presumir, com segurança, que os pais do escritor seriam bastante considerados, e estavam bem relacionados.
Na verdade, o progenitor do nosso escritor era sapateiro e exercia a função de Contestável da Fortaleza de São João Baptista, cargo meramente representativo, mas de muita importância, pois competia-lhe vigiar e dar aviso com fachos ou búzios, sempre que assomassem à costa armadas de corsários; acontecimento que naquela época era frequente e muito perigoso para as populações e os seus haveres.
Podemos assim dizer que embora não fosse filho da classe dominante, o escritor pertencia à camada média machiquense, e por consequência, viveu uma juventude normal e sem grandes privações materiais na vila de Machico, onde circundado por uma deslumbrante paisagem, teria sido feliz, em pobre, sim, mas paternal morada, bem abrigado por gente simples, respeitada e trabalhadora, e espairecendo junto ao mar azul da mais bela baía da ilha, como, aliás, deixou bem assinalado num precioso soneto:
Na fralda de dois íngremes rochedos,
Que levantam aos Céus fronte orgulhosa,
Existe de Machim a Vila idosa,
Povoada de escassos arvoredos.
Pelo meio, alisando alvos penedos,
Desce extensa Ribeira preguiçosa:
Porém tão crespa na estação chuvosa,
Que aos Íncolas infunde respeito e medos.
Às margens dela em hora atenuada,
Vi a primeira luz do sol sereno.
Em pobre, sim, mas paternal morada.
Aos trabalhos me afiz desde pequeno,
O abrigo deixei da Pátria amada,
E vim ser infeliz noutro terreno.
Depois de aprender as primeiras letras em Machico, seu pai permitiu que viesse para o Funchal, com apenas com nove anos de idade, para se empregar na loja de fazendas do abastado comerciante Marco João de Ornelas, que foi descobrindo que o seu jovem protegido, além de desfrutar de muita sensibilidade e criatividade, possuía grande talento para escrever e poetar, e por isso, em Janeiro de 1793, quando Francisco Álvares de Nóbrega teria cerca de 20 anos de idade, propiciou-lhe a possibilidade de matricular-se no Real Seminário de São João Evangelista, que então era dirigido pelos jesuítas.
De facto, apesar do nosso poeta ter escrito que o seu patrão lhe tinha ministrado ensinamentos e instrução, tudo nos indica que antes de encetar estudos mais avançados, aprendera a ler, a escrever e a contar em Machico; e só depois, o seu protector proporcionou-lhe outros conhecimentos e saberes, atenção que Francisco Álvares de Nóbrega sempre enalteceu com gratidão:
Sisudo Ornelas meu, em cujos lares
A tenra flor dos anos meus abriu,
Flor que, ao depois, do tempo a mão cobriu
De hórrido luto, e de fatais pesares.
Transpondo o espaço de alongados ares,
Leve sinal de gratidão te enviu,
Da minha história o entre-cortado fio
Verás, quando este livro folheares.
Ao ler os duros males que lastimo,
Não afogues em mar de novo pranto
Planta nutrida ao teu afago e mimo.
Vingam-me as musas de infortúnio tanto;
Afugento a Desgraça, a dor suprimo
Quando ao toque da Lyra a voz levanto.
( para não maçar muito os leitores do nosso blog aconselhamos os mais interessados em clicar neste site e observar o longo ensaio na íntegra)
A redacção do Pravda-ilhéu agradece ao nosso amigo e colaborador Emanuel Franco Câmara , ilustre presidente da junta de Freguesia de Machico , a colaboração técnica solidáriamente oferecida para a elaboração deste post. Um abraço!
pensamento do dia:
«O que mais me preocupa não é o grito dos violentos,nem dos corruptos,nem dos desonestos, nem dos sem-carácter, nem dos sem-moral.O que mais me preocupa é o silêncio dos bons.»



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a cidade património da humanidade pela UNESCO. Isto vem a propósito das celebrações dos 500 anos.
Rui Nepomuceno,Historiador Madeirense, é tema de conversa hoje no nosso blog
Da Justiça do Funchal ser Património
«Após a redescoberta do arquipélago da Madeira em 1418, o Povoamento organizado das ilhas foi encetado em 1425; e poucas décadas depois, o Funchal conheceu um expressivo crescimento urbanístico, no sentido Leste – Oeste, espraiando-se desde o burgo primitivo de Santa Maria Maior, até abarcar todo o espaço entre as três ribeiras que desaguam na sua ampla e acolhedora baía.
Esta rápida expansão da cidade, que se deveu, essencialmente, ao grandioso desenvolvimento económico, social e artístico proporcionado pela frutuosa exploração do açúcar – então alcunhado de ouro branco - foi reconhecida por D. Manuel I, que distinguiu e honrou os funchalenses, ao legislar, por alvará de 17 de Agosto de 1508, que a Câmara Municipal do concelho fosse governada pela mesma maneira por que se rege a de Lisboa.
Quatro dias depois, por Carta Régia de 21 de Agosto de 1508, esse monarca elevou a Vila do Funchal ao estatuto de cidade, com todos os privilégios e insígnias das demais cidades do Reino.
Ao abeirar-se o quinto centenário desses memoráveis acontecimentos, somos de opinião que os madeirenses deveriam desenvolver diversas iniciativas e diligências, para demonstrar que - tal como sucedeu com a cidade açoriana de Angra do Heroísmo - a zona histórica do Funchal desfruta de notáveis condições monumentais, e de todos os pergaminhos dum passado magnificente, absolutamente dignos para ser reconhecida pela UNESCO, como Património Mundial da Humanidade.
Na verdade, no âmbito da História, o Funchal foi durante muitos séculos o principal ancoradouro do Atlântico, além de ter sido a primogénita urbe ultramarina portuguesa, e sobretudo, a primeira grande cidade que após a Idade Média os europeus construíram para além da Europa.
Alguns autores afirmam até, que foi no Funchal que se desencadeou a fase inicial do fenómeno da globalização.
Assim, entre
Leão X, o Funchal também constituiu a maior Diocese do Mundo, pois foi a cidade onde se instalou a sede da metrópole Secular e Eclesiástica dos domínios ultramarinos portugueses de toda a África, Etiópia, Brasil e Oriente.
De salientar ainda, que nos séculos XV e XVI, o porto do Funchal desempenhou um papel primordial na expansão e nas grandes descobertas ultramarinas, pois foi a porta de saída e a charneira nas rotas e nos contactos da Europa com a África, a América e a Ásia; funcionando desse modo como verdadeira ponta de lança dos Descobrimentos Portugueses.
Foi também na Madeira, e sobretudo no Funchal, que os marinheiros e pilotos nacionais se iniciaram na aplicação das técnicas modernas e no aperfeiçoamento das experiências de navegação em alto mar, que poucas décadas depois possibilitariam que os portugueses fossem o primeiro povo do mundo, que se implantou nos quatro cantos do Planeta.
A influência da ilha foi ainda determinante para que Cristóvão Colombo descobrisse a América, pois esse famoso navegador aprendeu no Funchal novas técnicas de navegar no Atlântico, e conviveu com muitos marinheiros madeirenses, que lhe deram preciosas informações sobre os numerosos indícios da existência de terras a Poente. Foi também no nosso arquipélago que Colombo conheceu e estudou as cartas de marear de
Bartolomeu Perestrelo, seu sogro e capitão-mor do Porto Santo; factos que contribuíram, decisivamente, para o seu ambicioso plano de traçar pelo Ocidente, o caminho marítimo para a Índia.
Foi também na Madeira, nomeadamente no Funchal, que foram experimentadas, testadas e aperfeiçoadas as Capitanias, como modelo de organização e de gestão territorial, sistema que anos depois o Poder Central, pôs em vigor em todo o mundo onde assentaram e se estabeleceram os portugueses.
Este papel de vanguarda do Funchal foi tão determinante que o célebre historiador Charles Verlinden não hesitou em afirmar que, no séc. XV, a Madeira e o porto do Funchal foram o verdadeiro centro da expansão atlântica portuguesa.
No mesmo sentido, o famoso Frederic Mauro mencionou que, nesse período, o arquipélago e o porto do Funchal podem ser considerados o centro de gravidade do Atlântico.
Por outro lado, aproveitando o portentoso crescimento do seu orçamento pessoal, ao receber como tributo o quarto de todo o açúcar produzido sobretudo no Funchal, o
Infante D. Henrique - que além de senhorio da Madeira era protector da Universidade de Lisboa - modernizou essa Instituição, introduzindo-lhe profundas reformas, nomeadamente a criação das aulas de Matemática e Astronomia, que foram verdadeiramente decisivas para os avanços científicos da navegação pelos astros, que tornaram possível a gesta dos Descobrimentos Portugueses.
Foi também no Funchal, que Diogo Teives inventou o engenho mecânico movido a água, que pouco depois seria aplicado no fabrico do açúcar, máquina que além de aumentar decisivamente a produtividade, permitiu encetar a nível mundial, a primeira etapa da Revolução Industrial, também conhecida por Revolução Ecológica.
Na verdade, nos engenhos da Ilha passou a praticar-se o método moderno da produção em cadeia, a utilização de ferramentas específicas, e a automatização, e divisão do trabalho, ou seja tarefas parciais e segmentadas - tudo típico do modo de produção industrial.
De realçar ainda que foram os madeirenses que implantaram esse método de fabrico do açúcar
Lembrar também, que foi no Funchal que, a partir do século XVII, floresceu pela primeira vez em todo o mundo a exploração do Turismo, numa época e num tempo em que este vocábulo nem era conhecido como sinónimo de qualquer actividade económica.
Acresce, que como consequência do enriquecimento proporcionado com a comercialização do açúcar, a nobreza madeirense, organizou numerosas expedições para a conquista de Praças no Norte de África, nomeadamente Castro Real, Safin, Arzila, Santa Cruz do Gué e Azamor, onde, por vezes, as forças do capitão-mor do Funchal só eram excedidas pelo exército real e pelas hostes do Duque de Bragança.
De igual modo foi importante a contribuição do Funchal na tarefa do descobrimento do Caminho Marítimo para a Índia, e depois na conquista de feitorias portuguesas no Oriente, onde muitos madeirenses se salientaram ao comando das suas caravelas, como por exemplo Rodrigues de Noronha, capitão-mor do Mar da Índia e comandante de Ormuz; Lopo Mendes de Vasconcelos, cunhado de Vasco da Gama e o seu filho Manuel de Vasconcelos herói do cerco de Diu, e capitão de Cananor e Moluco; António de Abreu companheiro de Afonso de Albuquerque nas conquistas de Malaca e de Ormuz, que ficou célebre por ter alcançado as Molucas, em 1511, e sobretudo, por ter descoberto a Austrália; e ainda Jordão de Freitas, que pelejou em Mombaça, participou na armada que, em 1531, atacou Diu; e pouco depois, em 1534, seria capitão da fortaleza de S. João na ilha de Ternate, donde após afastar os castelhanos, controlou a produção e comercialização do cravo das Molucas; tendo sido dono e senhor de duas ilhas desse arquipélago: Amboino e Sirão.
Por tudo o exposto, não surpreende que o famoso historiador Braudel tivesse apelidado de Mediterrâneo Atlântico a este novo mundo insular, cuja cidade mais desenvolvida foi o Funchal, e escrevesse: - A vida exterior das ilhas e o papel que desempenharam no primeiro plano da cena da história, é de uma amplitude que não se esperaria de mundos tão pequenos. A grande história, com efeito, passa frequentemente pelas ilhas; acaso seria mais justo, talvez, dizer que se serve delas.
Além de todos estes relevantes pergaminhos históricos, e apesar da devastadora delapidação de muitas preciosidades, a zona histórica do Funchal ainda possui um conjunto de monumentos dignos duma Cidade Património Mundial da Humanidade.
Desde logo referir que está servida por uma rede de excelentes museus, com ricos conjuntos de peças artísticas, dos quais começamos por salientar o
Museu de Arte Sacra do Funchal, que é possuidor duma das mais representativas colecções de Pintura Flamenga existentes no Mundo, e ainda de preciosas pinturas portuguesas dos séculos XV e XVI, retábulos, mobiliário, cerâmica, azulejos, ourivesarias, tapeçarias, esculturas, e outras requintadas obras de arte.
Da Arquitectura dos séculos XV e XVI, o Funchal possui a magnífica Sé, com o seu fabuloso tecto mudéjar, o rico púlpito, o cadeiral, e a majestosa capela-mor com um excelente políptico de doze painéis flamengos; e ainda a Igreja e o
Convento de Santa Clara, onde estão sepultados os três primeiros capitães da Capitania do Funchal, com paredes revestidas de maravilhosos azulejos flamengos e hispano-mouriscos, e um notável sacrário de prata do Séc. XVII; a Torre do
Palácio de São Lourenço, com uma típica cantaria manuelina; Parte do Edifício da Alfândega Nova, onde se ergue um raro tecto de alfarge e belas arcarias e portais góticos; a esplêndida Igreja da Encarnação; e ainda os soberbos vestígios arqueológicos, expostos no Museu da Quinta das Cruzes, nomeadamente pias baptismal, janelas e cantarias da época do esplendor açucareiro.
Da Escola Barroca dos séculos XVII e XVIII destacamos a fascinante
Igreja do Colégio, com quatro elegantes esculturas em nicho na fachada, e recheada de ricas decorações de talha dourada, provenientes da oficina do célebre Brás Fernandes; e também as igrejas do Carmo, de São Tiago e de São Pedro; as capelas de Santo António da Alfândega e da Senhora das Angústias; as três Fortalezas da Baía do Funchal; e o majestoso
Forte do Pico. Lembramos ainda o mobiliário, pinturas, pratas, imagens, tapeçarias e porcelanas expostas na Casa Museu Frederico de Freitas e no Museu das Cruzes; algumas casas senhoriais de que são exemplo os palácios de São Lourenço e do Conde de Carvalhal (hoje C.M.F), e os palacetes onde estão instalados o Tribunal de Contas e o Tribunal de Família.
Do estilo neoclássico, escolhemos a título de exemplo, a Igreja Inglesa da Sagrada Trindade; e o palacete do Cônsul Inglês Henry Veitch, hoje sede do
Instituto do Vinho da Madeira.
Do século XIX e do Romantismo, invocamos o Teatro Municipal
Baltazar Dias, o Reid’s Hotel, e as maravilhosas Quintas do Funchal, tão soberbas e singulares, que por si só seriam dignas duma classificação autónoma de Património Mundial.
Por fim, do século XX, recordamos o Liceu do Funchal e o Mercado dos Lavradores ao gosto Arte Deco e da autoria do arquitecto Edmundo Tavares; alguns significativos exemplares do estilo Estado Novo como o Palácio de Justiça e o Banco de Portugal; o moderno
Casino Park Hotel da autoria do célebre
Óscar Nimeyer; e ainda as esculturas de Francisco Franco, Leopoldo Almeida e Anjos Teixeira.
Finalmente, destacamos um amplo conjunto de fontanários e de residências funchalenses dos séculos XVII e XVIII, com os seus óculos de pedra nas paredes, as torres de avista-navios, varandas de cantaria, o lagar de cocho no rés-do-chão, os mirantes, balcões, casas de prazer, e tectos de estuque, de que ainda abundam harmoniosos exemplares na zona velha de Santa Maria, e nas ruas da Alfandega, do Esmeraldo, dos Netos, dos Aranhas, das Mercês, das Pretas, da Mouraria, dos Ferreiros, da Carreira, da Conceição e do Bispo.
Deste modo, contribuindo para que sejam ainda mais memoráveis as comemorações dos 500 anos da elevação do Funchal a cidade, seria importante que se encetassem iniciativas com a finalidade de envolver os madeirenses que amam a sua terra, num ambicioso projecto que una as pessoas dos diversos quadrantes políticos e ideológicos, as associações culturais e ambientais, empresários, trabalhadores, historiadores, arqueólogos e eruditos; todos com o objectivo de conceber, planificar, e executar as tarefas necessárias, para a UNESCO classificar a zona histórica do Funchal como Património Mundial.
Com essa honrosa distinção beneficiaria em primeiro lugar a humanidade, que ficaria mais enriquecida, com a preservação e partilha duma cidade, que se distinguiu por ser um dos marcos mais representativos duma época em que os portugueses e os madeirenses deram novos mundos ao Mundo, e muito contribuíram para a afirmação do homo sapiens, que contrapôs às autoridades escolásticas um eloquente vi muitas vezes visto, como exclamava Luís de Camões.
Honraríamos também os nossos antepassados, que com heroísmo e muito sacrifício, realizaram um conjunto de obras valorosas que engrandeceram o arquipélago e a zona histórica do Funchal.
Essa distinta consagração contribuiria ainda para defender, restaurar e enriquecer o nosso património histórico e monumental, galvanizando a participação dos madeirenses, com a finalidade de impedir que essa valiosa herança volte a ser descaracterizada ou vandalizada.
Por outro lado, aquela nomeação seria um factor de permanente dinamização da cultura, através da realização de exposições de pintura e de escultura, da organização de consertos de orquestra e de solistas, e do fomento de colóquios, conferências, e outras iniciativas nas artes, nas letras e nas ciências, ao serviço da Madeira, da população insular, e do seu desenvolvimento qualitativo.
Acresce que expandiria, significativamente, a actividade turística em todas as suas vertentes; e por consequência, também determinaria o crescimento do artesanato, da hotelaria, da restauração, dos bordados, dos vimes, e das outras actividades industriais e comerciais de apoio ao turismo.
Finalmente, a dignificante classificação de Funchal Património Mundial da Humanidade, potenciaria a auto-estima de todos os madeirenses, emigrantes ou residentes no arquipélago, condição importante e imprescindível para garantir um desenvolvimento harmonioso, e para vencer muitos dos desafios do presente e do futuro.» ver site
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Paulo Martins o "Reizete" do nosso BLOCO, é tema de uma breve mas lúcida entrevista no jornal Gratuito «Cidade»
Ilhas
«Todos aprendemos na Escola que Ilhas eram espaços de terra rodeados de mar por todos os lados.
Mas isso, era antes da descoberta da linguagem da Madeira Nova
Ilhas, neste novo dicionário, passaram a significar espaços de terra rodeados de tubarões por todos os lados e em três dimensões.
No Mar os tubarões tomaram, conta dos Portos, concertaram os Transportes Marítimos de Mercadorias e agravam sistemáticamente os custos das Operações Portuárias.
No Ar os tubarões criaram pesadas taxas Aeroportuárias e elevaram os custos das passagens para valores nunca antes vistos.
Em Terra os tubarões tudo devoram destruindo a paisagem com pedreiras e britadeiras, contruindo sem rei nem roque violando o Plano de Ordenamento do Território, suspendendo os Planos Directores Municipais, não ordenando a Orla Costeira, comendo tudo o que está ao seu alcance com um apetite cada vez maior.
Eles estão em todo o lado e mais gordos do que nunca.
E o que os enche é o que falta á maioria das pessoas que têm que sobreviver com baixos rendimentos e emprego incerto numa era de escalada de preços e impostos.
Somos dominados por tubarões que a fazerem parte duma Máfia nunca será no bom sentido.
Estes tubarões conseguirão uma proeza- envergonham os verdadeiros tubarões que apenas comem para sobreviver.»

Os mamões do Porto do Funchal, protegidos pelo Ministério Público Mamadeira e pelas juizinhas de pacotilha !
Luís Filipe Malheiro, indignado contra-ataca o Pravda-ilhéu, o cunhado o inglês do quinzenário "o garajau" e o Sequeira. Vejam a prosa:
Efeméride:
Karl Benz, põe em funcionamento o primeiro motor de automóvel a gasolina
Karl Friedrich Benz (1844-1929)

Que bom gosto meu Deus do Céu-Amigo Sequeira!
Uma beldade sonhadora ao gosto requintado do Sequeira
Excelente contraste luz e sombra do nosso consagrado colaborador, o fotojornalista Rui Marote
No seu blog «Fúria do cajado», ora vejam:
Resposta. Robles diz a Jardim que não se deixa condicionar pelo medo
Só nós dois é que sabemos
O quanto nos queremos bem
Só nós dois é que sabemos
Só nós dois e mais ninguém
Só nós dois avaliamos
Este amor, forte, profundo...
Quando o amor acontece
Não pede licença ao mundo
Assim cantava o saudoso Tony de Matos, aquele rouxinol da gaiola marcelo-salazarista, que o senhor tão intimamente bajulou!
Dizem as más línguas que os cartoons do seu Jornal da Madeira, que nos levam às lágrimas pelo dó que provocam, são uma excrescência do seu culto pensamento. Desde já lhe digo que não acredito, atribuo, isso sim às suas deliciosas marionetas.
Às marionetas do seu circo, onde pululam delfins, "zombies", papagaios e escribas amestrados.
Já lhe tinha dito para não me incomodar, mas os tais escribas não resistiram a um acto de servil desobediência, quais salva-vidas da imagem do Chefe que cada vez mais se afunda num tempestuoso mar de ridículo, na sua erradíssima perspectiva.
Saberá, Dr. Jardim, como jornalista íntimo conhecedor e simpatizante do "antigo regime", que os Livros de Registo da Pide atribuíam a acusação sistemática de «ter ideias avançadas» aos "comunas" que ousavam resistir ao regime ditatorial e aos lacaios que o alimentavam.
Se a definição de «comuna» se mantiver, reflectindo «ter ideias avançadas», o que em linguagem sensata significa, ter ideias diferentes, democráticas, pluralistas e onde a "cultura do medo" é inteiramente banida, então, escribas do Dr. Jardim, sou um «comuna» de corpo e alma.
Mas, haja coerência, não foi há muito tempo que este «comuna», foi sabiamente classificado de «instrumento do CDS».
Pois é! É o tal problema das "ideias avançadas", só porque não são esclerosadas e monolíticas.
Mas, só nós dois é que sabemos:
- Daquele seu desabafo à revista Saber (Junho 2002 ) na qual afirmou que «... desde os primeiros anos de liceu ... Sempre tive a mania que ou havia de ser oficial da Marinha de Guerra ou juiz!»
Só nós dois é que sabemos quem era a insigne figura de oficial de Marinha desse seu tempo de liceu - exactamente, o Almirante Américo Tomaz, o corta-fitas do regime, deformado por um longo período de governação monopartidária, rodeado por uma cáfila de exploradores e com descarado desprezo pelos direitos individuais.
Só nós dois é que sabemos porque se escolhem determinados modelos...
Augusto "Prioste" já falecido, era muito conhecido em Santa Cruz por dar massagens e tratar das fracturas ósseas das populações que a ele acorriam graças aos seus conhecimentos médicos de autodidacta. No tempo do Salazar, chegou a ser acusado pelo Dr. Rafael (também já falecido) delegado de saúde no concelho, de exercício ilegal da medicina. Tendo sido condenado por este tribunal, só por praticar o bem, muitas vezes sem fins lucrativos. Foi portanto, um filho deste grande Santacruzense que foi assasssinado na Africa do Sul. Leiam a notícia:
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| Casos do dia Veja edição do DN/Madeira |
| Madeirense baleado na África do Sul |
| Abel Câmara, 69 anos, natural de Santa Cruz, foi assassinado à saída da sua loja. |
| Data: 03-01-2008 Abel Câmara partiu da sua ilha aos 18 anos, á procura de um futuro melhor (Fugiu a míséria que grassava no seu país, dominado pela ditadura salazarista). Trabalhou na pesca na África do Sul. Mais tarde tornou-se comerciante. Veio a ter um fim trágico já no limiar da sua velhice. |
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O emigrante madeirense Abel Câmara, natural de Santa Cruz, foi baleado à saída do seu estabelecimento comercial, na noite de sábado, na localidade de Rawsonville, na África do Sul. Esta foi a 12.ª vítima portuguesa (a maioria das quais oriundas da Madeira) da criminalidade naquele país. |
| Ricardo Duarte Freitas, com José Luís da Silva, Correspondente em Joanesburgo |


Os fantoches do Ministério Público mamadeira em especial o fantoche do Tribunal de Contas: Leia-se a raposa Orlanda Ventura continuam a proteger e a tapar os ladrões que o Jardim mantém no Porto do Funchal a roubar os recursos de todos os madeirenses. Imaginem que a PJ dectectou numa recente investigação uma mega-fraude tipo carroussel de 30 empresas fantasma que facturavam ás empresas dos Portos bens e serviços inexistentes para abater os fabulosos lucros que eles obtinham no roubo sistemáctico a todos os ilhéus. Sabem o que fez o MP da Mamadeira tratou de congelar o processo e proteger os gatunos. Claro que eles querem é punir a pequena criminalidade e proteger a grande.

Este Sr. Aqui ao lado é o Orlando Ventura Procurador do MP mamadeira da secção madeirense do tribunal de contas. É o arquivador-mór das investigações aos ladrões que Jardim mantém no Porto do Funchal.
Ganha sem trabalhar mas tem um pinto bom, está tudo explicado
O jornal "24 horas" anuncia com grande destaque. Acham que a Universidade em questão vai ficar a ganhar?!
(Malheiro critica esta dama no seu blog por viver á custa do orçamento, mas ele é também outra dama de cacête que mama 700 contos/mês como chefe de gabinete na Assembleia Regional da Mamadeira sem fazer nenhum- digamos que é o rôto a falar do esfarrapado)
Corrupção: entre o espalhafato e o silêncio 
«O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, criticou ontem à noite numa conferência na Figueira da Foz aqueles que denunciam casos de corrupção no país sem apontarem nomes e manifestou-se contra “os que levantam suspeições”. Sobre a crise económica nos Estados Unidos, o ministro disse que não haver sinal para alarme em Portugal.
“Falar muito de corrupção sem fundamentar e sem dados concretos é um exercício que em nada contribui para resolver o problema da corrupção”, disse o ministro. “Dar a percepção de que o problema é maior do que efectivamente pode ser, prejudica o país”, acrescentou.»
Ministro das Finanças, em 27.01.2008, Público
A melhor forma de mandar calar quem denuncia a corrupção é exigir-lhe provas, “ou provas ou te calas”. Compreende-se a reacção do ministro das Finanças, em Portugal sempre que se fala de corrupção são os governantes que ficam logo sob suspeita, por isso nenhum governo gosta do tema. Da mesma forma que os governos fogem de falar do assunto, há as personalidades que sugerem o tema para ganharem notoriedade, foi o que fez o bastonário da Ordem dos Advogados.
Se os cidadãos levassem as palavras do ministro à letra nunca telefonariam para os bombeiros se vissem fumo do pinhal, antes de o fazerem teriam que se certificar de que há fogo e obter provas da sua existência antes de dar o alarme. Ora, na floresta em que este país se tornou não têm faltado fumarada para que suspeitemos da existência de incêndios.
Um bom exemplo disso foi uma notícia do Correio da Manhã publicada em 26 de Janeiro de 2007:
«Existem vários funcionários da Administração Fiscal que recebem dinheiro de instituições bancárias, acumulando as funções de funcionários públicos com rendimentos provenientes do sector privado. Segundo apurou o Correio da Manhã, há casos em que esses pagamentos superam os 25 mil euros por ano e que duram há vários anos.»
Perante esta fumaça que fez o ministro das Finanças? Seria de esperar que tivesse preocupado, mais de 25.000 euros anuais pagos a um funcionário a título de “formação dada a funcionários bancários, elaboração de manuais ou pareceres” é muito dinheiro, ainda por cima sabendo-se que os beneficiários de tal remuneração “ocupam lugares de destaque na Administração Fiscal em departamentos especialmente sensíveis para o sector financeiro”.
Sabendo-se da Operação Furacão e de vários processos em que a banca poupou milhões de euros graças a despachos manhosos, chegando mesmo o BCP a arrecadar uns milhões graças a um carrossel de que resultou um reembolso duvidoso de IVA seria de esperar que o ministro tivesse ficado preocupado. Mas parece que uma auditoria que estava a decorrer foi parada por se questionar a legalidade do acesso à informação dos funcionários.
Será que neste caso o jornalista também devia ter dito o nome do “professor”, o banco beneficiado e os processos favoráveis ao mesmo banco em que o referido “professor” interveio? A crer nas suas palavras parece que sim.
Se o ministro tem razão ao dizer que não é com espalhafato que se combate a corrupção, já não a tem quando sugere o silêncio.
A morte de mais um grande filho da Puta
Morreu Suharto! Finalmente!
Infelizmente, sem ter sido julgado e condenado pelos crimes que cometeu.
Da acção desta besta sanguinária durante os mais de 30 anos (1967/1998) em que oprimiu e reprimiu o povo indonésio, pode dizer-se que ela se traduziu numa barbárie.
Não cabe no espaço de um post a referência pormenorizada à sucessão de crimes cometidos pelo facínora Suharto.
É indispensável, no entanto, referir a invasão e ocupação de Timor-Leste, por ele ordenada, com o apoio dos EUA, em 1975 - e que provocou a morte de cerca de 200 mil pessoas.
Da mesma forma, constitui um imperativo incontornável relembrar o massacre de comunistas, perpetrado no decorrer e na sequência do golpe com o qual Suharto - com o decisivo apoio da CIA - derrubou o regime do general Sukarno, em 1967.
Em 1967, o Partido Comunista Indonésio (PKI) contava com mais de 2 milhões de militantes e tinha uma forte influência junto de amplas camadas da sociedade indonésia.
Por isso - e porque era o PKI - ele foi o alvo prioritário do ódio dos golpistas chefiados por Suharto e orientados pela CIA - uma acção que a CIA, como se nada tivesse a ver com o assunto, classificou de «um dos piores massacres em massa do século XX».
Na base de listas de nomes e moradas fornecidas pela CIA aos golpistas, mais de 500 mil militantes comunistas foram assassinados no decorrer da concretização do golpe.
Nos dias e meses seguintes, a matança prosseguiu: às ordens de Suharto, mais de um milhão de militantes do PKI foram assassinados e centenas de milhares enviados para «campos de trabalho» - onde dezenas de milhares permaneceram durante mais de 20 anos.
Sublinhe-se que a acção de Suharto entre 1967 e 1998 foi, de princípio ao fim, apoiada pelos vários governos dos EUA - naturalmente, em nome da «democracia, da liberdade e dos direitos humanos»...Anastácio Alves
(POR BAIXO DE UMA FOTOGRAFIA DE HITLER)
Isso que aí está, esteve quase a governar o mundo.
Mas os povos dominaram-no. No entanto,
desejaria não ouvir o vosso triunfante canto:
o ventre, donde isto saíu, ainda é fecundo.
Mais outro denunciador da pedofilia no banco dos réus
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| Da vasta colecção do Sequeira | |

Conta o jornalista Octávio Lopes no Correio da Manhã de hoje, que o Prof. João Ferreira de Sousa vai ser julgado em tribunal, amanhã, 22-1-2008, pela denúncia de pedofilia no CIDEC/ISCTE, após queixa do actual embaixador de Portugal junto da OCDE Eduardo Ferro Rodrigues e, mais tarde, noutro julgamento por outra do ex-ministro e número dois do Partido Socialista Paulo José Fernandes Pedroso.Prof. João Ferreira de Sousa
O poder oculto
Ferro Rodrigues vai ouvir no julgamento que o opõe ao professor universitário Ferreira de Sousa que sabia de abusos sexuais na Casa Pia desde 1994. Espero que deste julgamento saia reforçado o direito à livre expressão dos portugueses e que contribua para pôr termo às retaliações e perseguições que sofreram todos os que colaboraram com a justiça durante o processo Casa Pia, incluindo os magistrados que cumpriram ao serviço da República o seu dever.
Tanto na Mamadeira como no resto de Portugal As putas das juízas e os cabrões dos juízes do sistema, condenam não os corruptos e tratantes ligados ao poder, mas sim quem os denuncia ! Funcionam ao contrário! Engraçado não é !?
ouvida na tasca do gaulês
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| Há mulheres belas de todas as cores no partido da democracia nova | |
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O jornalista alaranjado Élvio Passos assina um importante trabalho na revista dominical "Mais" do Diário de Notícias do Funchal sobre a actividade blogosférica da Madeira. Entrevistou alguns Blogers, registou as suas opiniões. Todos eles são unânimes num ponto: Acham mal os blogs anónimos, porque dizem:"Eles julgam pessoas na praça Pública, sem que estas tenham a possibilidade de se defender".
A maioria dos entrevistados fazem nos seus blogs a autocensura das suas opiniões e críticas sociais. Alguns deles são mesmo pessoas do sistema, que não querem mudar nada porque a situação lhes corre de feição. São os chamados "Situacionistas", estão bem, são funcionários públicos, comem á
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mesa do orçamento, mesmo trabalhando em câmara lenta, de maneira que por estarem acomodados apenas estão interessados em mudar alguma coisa desde que tudo fique na mesma.
O mais engraçado de tudo isto é que o escriba Élvio Passos depois de escrever o seu trabalho sobre a actividade blogueira Madeirense, passa a publicar um lista de todos os blogs conhecidos da ilhota mas com uma particularidade: Exclui da lista o nome do blog Pravdailhéu que apesar de ser o segundo blog mais visitado de Portugal para o escriba de pacotilha, é como se não existisse pois claro!
Ele faz como a avestruz ,esconde a realidade (mete a cabeça na areia), como se os leitores mais atentos do Jornal que ele escrevinha, não conhecessem o PravdaIlhéu e não fossem os seus habituais visitantes e muitas vezes colaboradores. Digamos que Élvio Passos é aquele jornalista que gosta de tapar o sol com a peneira e passar um atestado de menoridade aos leitores do DN/madeira. Uma larga maioria sim, aqueles vilõezinhos rurais que só compram o DN ao domingo após sairem da missa, que ainda estão tapadinhos. Mas aqueles leitores que procuram no Pravda as notícias e a informação que lhe é sonegada (E á qual têm direito) no próprio jornal (pago) que o nosso escrevinhador hoje escreve tendenciosamente. Esses, repetimos, não se deixam enganar e não comem gato por lebre. São esses, que fazem parte dos nossos seiscentos leitores diários, que nos acompanham fielmente ao longo de toda a semana. São estes leitores esclarecidos que procuram a verdadeira informação. Aquela que é livre, que foge á alçada da lei burguesa do politicamente correcto. Que critica e fala sem pruridos nem constrangimentos. Que procura desmistificar a hipocrisia da sociedade e não teme as sentênças pacóvias das juizinhas de pacotilha, que enxameiam os nossos Tribunais Mamadeira.assina Maria Gertrudes Pintassilgo (a nossa gestora de seviço)
Cunha e Silva o vice presidente do Governo Regional hoje botou faladura na Revista Mais do Diário de Notícias, escreve um artigo de opinião: O orgulho de ser madeirense |
CHURCHILL

«A crise que afecta os trabalhadores, nomeadamente da Administração Pública, deve-se não só ao Governo de José Sócrates, mas também ao Governo Regional. A crítica é de Roberto Almada, o dirigente do BE que, ontem, foi o porta-voz da iniciativa do partido que se destinou a contactar os mesmos. Nesta iniciativa, que se realizou junto ao Golden Gate, o ‘bloquista’ disse que um dos exemplos dos “atropelos aos direitos destes trabalhadores” foi a rejeição da proposta que o BE apresentou no Parlamento Regional, onde reivindicava o aumento do subsídio de insularidade de dois para cinco por cento. Uma revindicação que, conforme disse, tem o seu cabimento, até porque os dois por cento foram atribuídos pelo GR há cerca de 15 anos. » |
Sérgio Rodrigues Bloger do "Farpas", é um grande amigo do Professor Gouveia e esteve com ele hoje no terreno a contestar umas expropriações tipo Mugabe que o "papadas" está a pretender levar a cabo ali para os lados do Ribeiro Sêco; onde estão a construir uma variante para a via rápida. Querem sonegar as propriedades ás pessoas sem pagar o justo valor (expropriações tipo africanas-selvagens).
O amigo Rodrigues é um dos nossos.Basta ser amigo do professor Gouveia para ser nosso amigo também!
Aqui na mamadeira, como vivemos numa democracia cerceada e vigiada; o direito de expressar aquilo que se pensa, torna-se cada dia um exercício cada vez mais difícil.Isto para o cidadão comum, porque no que toca a nós que laboramos na mais secreta clandestinidade, nada nos acontece (seguimos o exemplo do Bloguista ou dos bloguistas do "Jumento").
Transcrevemos agora a seguir, um comentário dum fiel leitor nosso que nos vem dar razão no que toca ao caso do Sr. Guido Gomes que ao usar do seu direito de crítica contra o "leitão" do Governo jardinista (Atouguia Aveiro) foi logo processado.
O facto de Macário Correio ter sido constituído por assédio sexual a uma jurista da autarquia de Tavira não me surpreende, foi evidente que quando as acusações saíram a público o autarca quase desapareceu apesar de ser porta-voz da candidatura de Marques Mendes. A forma como levou a funcionária a uma junta médica devido a alegados problemas psicológicos pareceu uma jogada evidente, diria mesmo um golpe baixo desastrado, tão desastrado que o resultado da junta só o prejudicou. Até trânsito em julgado Macário deve ser considerado inocente, mas tenho razões pessoais para ver a carreira política deste personagem acabar com a condenação por "engatatão". Sempre vai ter mais direitos de defesa do que os que ele aceitava quando era líder dum pequeno grupo da extrema-esquerda.

Arguidos
Esta foi uma semana de arguidos, um arguido por suspeita de ter tentado “apalpar” o traseiro da funcionária de uma autarquia, outros porque terão “apalpado” o património de outra autarquia. De apalpão em apalpão lá vamos ficando a saber que Pinto Monteiro está fazendo alguma coisa, até agora tem parecido que tem estado a “apalpar” o cargo. (idem)
SANTANA LOPES 1 - O LUÍS FILIPE MENEZES
«O presidente do PSD, Luís Filipe Menezes, e o líder da bancada social-democrata, Pedro Santana Lopes, desdobraram-se ontem em declarações para garantir que não há "divergências" entre ambos sobre o papel da agência de comunicação contratada para assessorar o partido. Menezes considerou que se está a fazer do caso "uma novela venezuelana" e Santana Lopes reafirmou que a bancada "laranja" não recebe conselhos de comunicação de ninguém. Uma atitude que teve o mérito de, pela primeira vez, unir todo o grupo parlamentar em torno do líder.» [Público assinantes]
Parecer:
Foi a primeira vitória política desde que Santana Lopes deixou de andar por aí.
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mandem-se os parabéns a Santana Lopes.»
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| Com a cortesia do Sequeira | |
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Estas duas beldades, fazem parte dos 5000 novos militantes do PND da Madeira |
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| Se o Macário Correia agarrava isto!? | |
Um dia triste
Tive conhecimento a pouco da partida deste mundo daquele a quem muito de nós carinhosamente chamava-mos o Sr. Rodrigues, pai do Sr. José Manuel Rodrigues.
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Raúl Pelágio Pestana Rodrigues - FALECEU
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Teresa Maria de Sousa Rodrigues, José António de Sousa Rodrigues e José Manuel de Sousa Rodrigues, suas noras, netos, irmãos, cunhados, sobrinhos e demais família, cumprem o doloroso dever de participar às pessoas de suas relações e amizade, o falecimento do seu saudoso marido, pai, sogro, avô, irmão, cunhado, tio e parente, residente que foi à Rua João Gonçalves Zarco, nº. 185, freguesia do Caniço, e que o seu funeral se realiza hoje, pelas 14.30 horas, saindo da Capela do Cemitério de Nossa Senhora das Angústias, em São Martinho, para jazigo no mesmo. |
Nas mais altas instâncias da governação do Estado.O Sócrates esta tarde interrogado pelos jornalistas refugiou-se com respostas evasivas, fugindo de seguida como o diabo da cruz.
O bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho Pinto, disse hoje em entrevista à SIC que "existe em Portugal uma criminalidade do mais nocivo para o Estado e para a sociedade”. Acrescentou ainda que “andam por aí impunemente alguns a exibir os benefícios e os lucros dessa criminalidade e não há mecanismos de lhes tocar.http://www.sapo.pt/
http://videos.sapo.pt/ovntrG1FZ6VqHRIqMb![]()
Alegada corrupção
«Aplaudo a atitude do bastonário da Ordem dos Advogados e acredito que a sua coragem o levará a não recuar na denúncia de situações de corrupção», afirmou o líder do PND, Manuel Monteiro, em declarações à Lusa.
Em entrevista à Antena 1, o Bastonário da Ordem dos Advogados revelou que há pessoas com cargos de relevo no Estado português que cometem crimes impunemente, e que em breve poderá avançar com casos concretos.
Marinho Pinto afirmou que «existe em Portugal uma criminalidade muito importante, do mais nocivo para o Estado e para a sociedade, e que andam por aí impunemente alguns a exibir os benefícios e os lucros dessa criminalidade e não há mecanismos de lhes tocar. Alguns até ostensivamente ocupam cargos relevantes no Estado Português», disse.
Ainda segundo o Bastonário da Ordem dos Advogados, «o fenómeno da corrupção é um dos cenários que mais ameaça a saúde do Estado de direito em Portugal».
As declarações de Marinho Pinto sobre corrupção o Estado levaram, entretanto, o Procurador-Geral da República (PGR), Pinto Monteiro, a ordenar a abertura de um inquérito, que será conduzido pela magistrada Cândida Almeida, directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).
Hoje, numa reacção às declarações de Marinho Pinto, o líder do PDN exortou o bastonário da Ordem dos Advogados a «continuar e seguir em frente nas denúncias de corrupção», considerando que «há efectivamente muitas situações que importa serem denunciadas».
Por isso, acrescentou, o PND presta o seu «total apoio e solidariedade» ao Bastonário da Ordem dos Advogados «na coragem que demonstra no sentido de pôr um ponto final nestas situações».
Manuel Monteiro considerou ainda «curioso» que os «partidos do sistema se tenham apressado a atacar e denegrir o bastonário da Ordem dos Advogados», tal como fazem «sempre que alguém toca na ferida».
«A corrupção em Portugal não é uma invenção, existe mesmo», sublinhou, exemplificando com as situações de obras públicas adjudicadas por determinado preço, mas que acabam por custar muito mais. (O Sol)

Segundo a edição on-line do Semanário SOL "o procurador Pinto Bronze informou hoje o Tribunal de Felgueiras que um dos quatro crimes de abuso de poder, de que está acusada Fátima Felgueiras, prescreveu, pelo que deverá cessar o procedimento legal em curso". Esta é a justiça que temos. Os corruptos e prevaricadores ficam impunes enquanto outros são condenados a pagarem altas indemnizações por afirmações de teor exclusivamente políticas. Felgueiras cada vez se parece mais com a Madeira. E depois ainda se admiram que alguns lunáticos queiram fazer justiça pelas próprias mãos...
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