Para os costumeiros derrotistas, profetas da desgraça, segue a informação de mais um prémio no campo da produção cultural portuguesa, que arrebata além fronteiras distintas considerações, como foi agora o caso de mais um prémio, neste caso o FIPRESCI, atribuído no Festival Internacional de Cinema a decorrer em Viena, à película do realizador Miguel Gomes, com o filme "Aquele Querido Mês de Agosto".
O que é português é bom! Facto consumado.
A cultura não se desenvolve por decreto, mas pode e deve ser apoiada na medida da potenciação e afirmação de um povo, de um país, de uma região. Felizmente que hoje somos um país com menores assimetrias, mais preparado para debater, discutir e olhar o mundo e a sociedade em nosso redor, com liberdade para criar, mercê das conquistas de Abril.
Devemo-lo a um punhado de heróicos homens, entre eles Bicho Beatriz, capitão de Abril, que morreu ontem aos 67 anos, a quem presto o meu reconhecimento e o meu profundo agradecimento.
tags: aquele querido mês de agosto, capitães de abril, cinema, culturabicho beatriz
Capitão Bicho Beatriz era comandante da Companhia de instrução de Transmissões (TRMS) de Infantaria no Batalhão de Caçadores 5 em Campolide, Lisboa no Ano de 1973/1974. Aqui fica a homenagem de alguns soldados madeirenses da GAG. 2 que foram na altura instruendos da companhia de Instrução.

A propósito do capitão Bicho Beatriz, recordamos aos que não conhecem bem o popular jôgo do Bicho a tabela com todos os bichos deste conhecido jôgo Clandestino, tão popular no Brasil tal como em Portugal e na Ilha da Madeira.

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| ÀS VÉSPERAS DO GOLPE Che em Caballete de Casas, em Cuba, em 1958:Na revolução cubana e não só, a sua vida foi uma seqüência de lutas heróicas. Como guerrilheiro, foi e continua ser um ícone e uma inspiração para os revolucionários de todo o mundo |

Boeings C-17

a NATO compra cargueiros C-17 .
A aeronave será necessária principalmente para
transporte em missões para o Afeganistão
Claucia Backes
Claucia Backes
Salma Hayek
Elisabetta Canalis
Monica Bellucci
Anneliisa Tonisson

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Cabinda – Após uma visita pessoal a Cabinda foi retirado o passaporte a Padre Sevo no momento em que se preparava para regressar a Madrid. O sacerdote seria supostamente acusado de um crime em Cabinda... quando se encontrava em Madrid.
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Padre Pedro de Assunção Sevo Agostinho, conhecido como Padre Sevo, há quatro anos a estudar em Madrid, teve de se deslocar com urgência a Cabinda devido ao agravamento do estado de saúde do seu pai.
Uma vez em Cabinda, apresenta-se de imediato ao bispo, D. Filomeno Vieira Dias, para cumprimentar e justificar da sua viagem. Terminada a visita pessoal no território, Padre Sevo parte para Luanda a fim de regressar a Espanha. No aeroporto, 15 de Outubro, pelas 19 horas, depois de ter efectuado o «check-in», avançou para o controlo dos passaportes. Aí os homens da DNFA confiscam-lhe o passaporte e dizendo «que fosse ter com o chefe.» O responsável coloca então Padre Sevo numa salinha, sentado com uma zairense, onde ficou durante uma hora. Preocupado com o aproximar da hora do embarque, o clerigo foi ter com os homens que estavam no controlo. Forçado por estes, o chefe acabou por aceitar o receber. Este, no entanto, não soube explicar-lhe quem emitira a ordem de interdição de saída do país. Alegando apenas «ordens superiores». Mandou-o, finalmente, ter com a Direcção Nacional. Mas também não puderam explicar os motivos não só da interdição, como a retenção do passaporte. Disseram-lhe que voltasse ao aeroporto contactar o chefe máximo da DNFA. Este, também, nada pôde explicar ao sacerdote. Na troca de informações, pelo telemóvel, o sacerdote ainda ouviu uma referência ao ano de 2006 como o ano em que, supostamente, Padre Sevo tivesse cometido um pretenso crime. A ser verdade, este crime deveria ter ocorrido em Espanha, já que o clérigo se encontra fora de Cabinda desde há quatro anos, 2004, quando D. Paulino Madeca ainda era o bispo de Cabinda. O referido chefe ficou profundamente confuso. Pediu-lhe que voltasse a contactá-lo na segunda-feira, dia 20 de Outubro. Padre Sevo ainda tentou encontrar o bispo de Cabinda, Filomeno Vieira Dias. Em vão. Disseram-lhe que tinha regressado a Cabinda. Uma vez em Cabinda, dia 17 de Outubro, foi até ao Paço. Qual não foi o seu espanto, quando lhe foi comunicado que o bispo ainda estava em Luanda. Face a todo este imbróglio Padre Sevo é obrigado a permanecer todo o fim-de-semana, profundamente doente, numa clínica da urbe. A notícia espalhou rapidamente pela cidade. Muitos não queriam acreditar no sucedido. Parecia um autêntico melodrama ou algo surrealista visto que, este ano, quase todos os padres de Cabinda que estão no estrangeiro, muitos deles perfazendo já uma década de expatriação, vieram passar férias e voltaram para as suas paróquias em Portugal. Itália etc… sem que nada lhes acontecesse. Esta situação fez levantar outra vez a névoa de uma suspeição que gira nas cabeças dos cabindas: a Igreja angolana e o MPLA têm em mira alguns padres, mesmo que estes estejam fora de Cabinda. Padre Sevo nunca viveu nem participou no «conflito» da nomeação de D. Filomeno. Todos, no entanto, especulam que Padre Sevo ter caído na desgraça depois de celebrar uma liturgia da palavra, não missa, apoiado pela Fraternidade do Lubundunu, à noite, durante as cerimónias fúnebres do seu tio Domingos António, ocorrido no dia 11 de Outubro na cidade de Cabinda. Este gesto deverá ter sido comunicado ao palácio e ao paço. Aqui decidiram, à margem da lei, impor à DNFA* barrar ao Padre Sevo o regresso a Espanha. Deixaram-no ir até Luanda, porque se o tivessem feito na fronteira de Cabinda a reacção seria maior e as ilações seriam muito mais evidentes. «No entanto, ninguém tem dúvidas donde veio esta «ordem superior» e comentam que «mais uma vez a comunidade Lubundunu encontra a sua razão de existir e o horizonte do fim da dita crise da Igreja de Cabinda reenviada para as calendas gregas». «Observadores em Cabinda aguardam o epílogo de mais esta odisseia de um «filho-cabinda.» A partir daí já se vai poder confirmar o que muitos temem: «que muitos cabindas estão condenados a padecer até que o MPLA for poder e a presença angolana for colonial.» A história «prova que todos os colonialismos sempre viveram e sobreviveram apoiados por um poder eclesiástico mais ou menos oculto que justifica as suas guerras contra os inimigos da pátria e abençoa os seus algozes» comentou um religioso em Cabinda.Veja Jornal Digital* Polícia Política de Angola |
Um nacionalista de extrema direita a viver da prostituição e emigração ilegal na Grande Lisboa
Enquanto cerrava fileiras entre os nacionalistas do PNR, um dos membros do partido vivia da imigração ilegal com vista à prostituiçãoLisboa:
Nascido na antiga República Federal da Alemanha, António Pereira Frazão despertou cedo para os ideais de extrema-direita. Tornou-se, em Portugal, um fervoroso membro do Partido Nacional Renovador (PNR) – mas, contra a principal bandeira do partido, está precisamente preso por crimes de auxílio à imigração ilegal. Duas irmãs brasileiras que o ajudavam a vigiar 30 prostitutas que explorava nos seus quatro bordéis da Grande Lisboa.
Casado e militante do PNR com as quotas em dia no núcleo de Sintra, António passeava-se de BMW. Aos 36 anos, vivia com a família na Quinta da Barota, em Belas, até ao dia em que o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras o foi buscar a casa – a 9 de Abril deste ano. Já em 2007 o Tribunal de Sintra o tinha condenado a cinco anos de pena suspensa por lenocínio, mas "a exploração de mulheres na prostituição nunca parou nos últimos dois anos", conta ao CM fonte policial.
A sua mulher estava encarregue de entrevistar as candidatas, conforme se apurou ao longo da investigação, e também ela já está "acusada pelo Ministério Público". António fixava os preços a pagar pelo sexo nas suas casas entre os 40 e os 100 euros, ficando ele com 50 por cento de comissão. E para casos de clientes que procurassem sexo com duas mulheres, os lucros eram divididos por três. Um terço para ele.
As 30 mulheres por conta do nacionalista também se deslocavam a casas e hotéis, com motorista. Mas eram logo avisadas na entrevista: se fizessem sexo durante menos de 20 minutos, ou mais de 40, eram multadas. Foi assim que o membro do PNR enriqueceu (ver apoios) – fazendo circular, de 2006 a 2008, as prostitutas às suas ordens pelos quatro apartamentos transformados em bordéis na Amadora, Massamá, Linda-a-Velha e Lisboa.
Para vigiar as mulheres, tinha as duas irmãs brasileiras em situação ilegal – contra tudo o que defende o partido. Assinou um documento a responsabilizar-se pelas ‘turistas’ e enganou o SEF (ver caixa).
RESPONSÁVEL POR DUAS TURISTAS
A primeira das duas irmãs brasileiras, já combinada com António Frazão, desembarcou no Aeroporto da Portela em Janeiro deste ano. O nacionalista, politicamente contra a entrada de mais imigrantes em Portugal, atestou por escrito que se tratava de uma turista para passar uns dias em sua casa – e assinou um termo de responsabilidade em como a turista não era afinal uma imigrante para trabalhar. Dias depois fez o mesmo com a irmã da primeira, conseguindo que também ela ficasse uns dias de férias, mas as duas tinham já uma missão definida: controlar a assiduidade das várias prostitutas às ordens de António na sua cadeia de bordéis(CM)

«O governo de Sócrates perdoou ao Governo Regional (a pensar nos madeirenses) e evitou aplicar a pena de perda de 50% das transferências da república para a Madeira, no Orçamento de Estado de 2009, em virtude da prevaricação do Governo do PSD no excesso de dívida, violando a lei em vigor. Sobre isto anda tudo muito calado como se nada tivesse acontecido. A verdade é que se o governo do PS perseguisse, como diz irresponsavelmente AJJ e os PSD's, a Madeira, então, por causa do PSD os madeirenses perderiam mais de 120 milhões de euros.
Esta matéria merece reflexão: até quando vamos continuar a suportar um governo incompetente e irresponsável cujas atitudes levam, ou podem levar, a perdas significativas para os madeirenses. Desta forma, não fosse a tolerância do governo da república e a noção de estado e interesse nacional, e lá iam mais 120 milhões. Passavam a ser 500+120= 620 milhões»
Simone KohlrauschSimone Kohlrausch
Simone Kohlrausch
Simone Kohlrausch*
Claudia Cardinale *
Claudia Cardinale
Claudia Cardinale
Simone Kohlrausch
porque é São Martinho...
PÔR-DO-SOL SOBRE SINGAPURA [Photo.net]


Desta vez foi o Diário dos Blandys a atacar as jogadas do nosso Isidoro do Estreito de Câmara de Lôbos. O Diário manobrado pelo "Padreco" desta vez foi cruel com o Sr. Adjunto do Sr. Jaime Ramos. Isto não se escrevia! Mas o diário situacionista dos Blandys é assim mesmo: Dá uma no cravo e outra na ferradura!
O sótão construído por Isidoro desrespeita o PDM. Arquivo/Joana Sousa |
| Casa de deputado empatada |
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| Data: 29-10-2008 |
O projecto de alterações que João Isidoro apresentou à Câmara Municipal do Funchal para viabilizar as obras sem licença que efectuou na sua moradia não tem a aprovação dos técnicos do departamento de Urbanismo da autarquia. O assunto volta amanhã a ser discutido na reunião de vereação, aquela que é aberta mensalmente ao público, e que conta habitualmente com a presença do vizinho que denunciou à Câmara e ao Tribunal Administrativo a obra ilegal do também deputado da Assembleia Regional. Após consulta do respectivo processo em sede de Câmara, o DIÁRIO constatou que os vários serviços técnicos afectos ao urbanismo municipal alertam para o facto de o projecto não cumprir com os parâmetros do PDM em termos de cércea (altura) e impermeabilização do logradouro. O assunto será amanhã discutido em reunião de Câmara, mas ao que o DIÁRIO apurou, em conformidade com os pareceres técnicos, a vereação não tem condições legais para viabilizar o projecto. Este é um caso mediático que remonta a 2007 e que tem vindo a arrastar-se na autarquia e no tribunal, tendo já sido noticiado até pelo DIÁRIO e por outros órgãos de comunicação social. João Isidoro requereu à Câmara autorização para fazer obras de beneficiação da cobertura da sua moradia. Mas, na prática, aproveitou para construir mais um piso em forma de sótão. Por denúncia do vizinho, que reside por detrás do edifício, a obra clandestina foi embargada, mas os trabalhos, sem licença, prosseguiram até à sua conclusão, o que levou a Câmara a aplicar coimas ao munícipe. O denunciante, João Pimenta, argumenta apenas com o igual cumprimento da lei por parte de todos os cidadãos, sem excepções para ninguém, nem mesmo para um deputado. João Isidoro já assumiu que foi além da autorização dada pela Câmara por imperativos pessoais: "Reconheço que fiz um aproveitamento de um sótão por uma questão de necessidade familiar, mas não é favorecimento a um cidadão porque é o tipo de melhoramento que todas as câmaras deviam facilitar aos munícipes que não prejudicam ninguém com essas obras." Além do projecto de alterações apresentado recentemente na Câmara, João Isidoro anexou a aprovação da comissão de moradores vizinhos que habita as fracções desta propriedade, em Santa Maria Maior. Um dado favorável ao líder do MPT na Região, mas que não basta para aprovar o projecto porque não está em conformidade com os regulamentos do PDM. O vizinho que denunciou o caso fez também queixa ao Tribunal Administrativo e à Provedoria da Justiça. O próprio Tribunal tem vindo a solicitar à Câmara informações sobre o ponto da situação do processo. Neste momento, e à luz dos pareceres técnicos municipais, o sótão construído não pode ser viabilizado. A solução final poderá não passar pela demolição do que foi construído, uma vez que o processo poderá ainda andar de recurso em recurso nos tribunais. João Isidoro vai dar luta O DIÁRIO confrontou João Isidoro com a iminência de a Câmara, por indicações técnicas, vir a inviabilizar o projecto de alterações. Comedido nas declarações, já que o assunto se reveste de grande embaraço, o deputado diz "aguardar com serenidade pela posição da Câmara e desconhece oficialmente qualquer resposta." João Isidoro garante, no entanto, que não ficará de braços cruzados. "Vou continuar a lutar por aquilo a que considero ter direito", adianta. O deputado e líder partidário também acrescenta que nunca foi solicitado pelo tribunal a prestar quaisquer esclarecimentos. De resto, escusou-se gentilmente a prestar mais declarações, preferindo aguardar pelas decisões oficiais das entidades competentes. Recorde-se que, em anterior edição, João isidoro declarou ser vítima de uma 'perseguição' movida pelo vizinho que reside a seis metros da sua casa e que a contesta porque perdeu a vista para a baía do Funchal, quando a própria servidão de vistas já passou à história. Além de já ter sublinhado que a obra não prejudicava o vizinho, Isidoro argumentou também com o aval da comissão de moradores para as obras realizadas. Veja tudo no ´Diário situacionista" |
| Rosário Martins |
Kim Jong-il dirige regime desde cama do hospital
ABEL COELHO DE MORAIS
| Sara André |
| Empréstimo ao banco |
| Fizeram créditos pessoais com elevadas taxas de juro, para pagar outros empréstimos na esperança que tudo ficasse bem (recomendamos a leitura) |
Os "manhosos" do Diário de Noticias

O Falso Padre Ricardo Miguel Oliveira manda censurar no DN/madeira onde é editor, todo o trabalho do deputado único do PND, veja a táctica dele:"O voto por correspondência é como o voto no PSD nas zonas rurais: quando se aproxima o final da votação, vêm os caciques do PSD e descarregam o voto dos emigrantes" - idem. (aqui ele nem sequer identifica o deputado supracitado)
Relembrando as manobras do Falso padre:
Despediu três jornalistas do "Diário de Notícias" a saber :Celina Faria, Arnaldo Cafôfo da TSF (a rádio dos Blandys) e Emanuel Bento (jornalista do Diário). Depois arranjou na TSF emprego para a esposa, a jornalista Isabel Vieira.
Dos jornalistas despedidos,a Celina Faria conseguiu emprego na RDP/Madeira, o Emanuel Bento, conseguiu emprego no "Garajau". Mas o Arnaldo Cafôfo ainda continua desem- pregado.
Moral da Breve história, (como dizia o Felipe de la Féria): O Miguel Oliveira (mais conhecido pelo"Padreco") é muito amigo da esposa (Isabel Vieira) ao contrário do seu padrinho o Vice Cunha e Silva que volta e meia bate na mulher a ex-miss Madeira, Dona Filipa.

A surpresa da nossa Josefina quando ontem o nosso fotógrafo Rui Marote a fotografou em plena actividade na nossa redacção em plena composição do nosso Blog.

Bairro de São Bento, Lisboa (roubadinha ao Jumento)

Sarah Marshall.


Kelly Moraes
VA CABRAL

O relatório da Polícia Judiciária sobre a gestão da Gebalis, entre Fevereiro de 2006 e Outubro de 2007, a que o jornal Correio da Manhã teve acesso, acusa a administração de Francisco Ribeiro, Clara Costa e Mário Peças, então presidente e vogais da empresa que gere os bairros sociais em Lisboa, de abuso de poder, administração danosa, participação económica em negócio e peculato.
Só em restaurantes foi gasto, entre 2006 e 2007, um total de 64 413 mil euros em 621 refeições.
Segundo o jornal Correio da Manhã, o relatório da PJ afirma que «os membros do conselho de administração do período compreendido entre Fevereiro de 2006 e Outubro de 2007 da Gebalis, José Francisco Ribeiro, Clara Costa e Mário Peças, utilizaram os meios financeiros que tiveram ao seu dispor, adquirindo bens de luxo (gourmet), aquisição de DVD com fins lúdicos, aquisição de livros, não só técnicos, mas de romance e ficção, e CD de música, resultando na utilização de avultadas quantias em dinheiro para seu usufruto pessoal».
O relatório revela ainda que estes administradores usufruíam de cartões de crédito daquela empresa municipal apesar da «omissão legal dos próprios Estatutos da Gebalis» sobre a atribuição dessa regalia à administração. Ao todo foram gastos 64 413 mil euros em almoços em restaurantes, com o valor médio por refeição de 173 euros.
Os restaurantes de luxo eram os preferidos destes administradores e ainda entregavam gratificações (gorjeta) de cerca de 40 euros.
As queixas na ERC, Entidade Reguladora para a Comunicação, contra a sátira dos «Gato Fedorento» ao computador Magalhães chegaram ontem às 50.
«Nunca um programa, no caso, um sketche, recebeu um tão elevado número de cartas a contestá-lo», disse fonte da Entidade Reguladora ao Jornal de Notícias.
As queixas em relação à sátira feita ao computador Magalhães são todas no mesmo sentido: ofensa à Igreja Católica, mais concretamente, ao seus símbolos sagrados.
O sketche 'Louvado sejas, ó Magalhães' imita os rituais da missa, incluindo a entrega da hóstia pelo personagem de Ricardo Araújo Pereira, que na sátira substituí a expressão «Corpo de Deus» por «disco de Instalação».
É neste cenário que se ouve, ainda, um discurso que elogia o computador. Numa das falas, é dito: «Bendito seja Sócrates que nos reuniu em nome do Magalhães».
![[leao.jpg]](http://3.bp.blogspot.com/_yWihgcyVegA/SQd_St27AEI/AAAAAAAAFTc/1-PYDrwu8S8/s1600/leao.jpg)
Viva o Sporting!
Obama

O melhor amigo do Homem
«...Quem souber onde fica, este velhinho lugar; tem direito a uma entrada gratuita, na Assembleia Legislativa da Madeira, vestido com jeans coçados e rotos, e umas sapatilhas compradas numa loja chinesa. Para assistir a um espectáculo garantido pelas intervenções de JR, deputado da "situação", e do deputado único do PND, J.M.V. Mata Coelho.»VER BLOG OPALANEGRA
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| Ana Baião |
| José Saramago: "Onde estava esse dinheiro? Que dinheiro é esse? Não estou dizendo que tem origem criminosa, mas estava muito bem guardado" |
O escritor José Saramago culpou hoje os directores das grandes empresas e das instituições bancárias pela actual crise financeira mundial e lamentou que o dinheiro dos cidadãos esteja a ser usado para salvar os bancos.
Numa conferência de imprensa em Lisboa, a propósito do filme "Ensaio sobre a cegueira", adaptado de um romance seu, José Saramago criticou o sistema capitalista e a actual lógica de mercado, atribuindo responsabilidades aos "grandes financeiros, os directores das grandes empresas e dos grandes bancos".
Para o escritor português, o dinheiro que devia ser destinado a auxiliar pessoas em situação de tragédia está a ser usado para salvar a banca.
"Onde estava esse dinheiro? Que dinheiro é esse? Não estou dizendo que tem origem criminosa, mas estava muito bem guardado. E, tendo todas as dificuldades do mundo para aparecer quando era necessário para ajudar as pessoas em situações de tragédia, apareceu de repente para salvar o quê? Vidas? Não. Para salvar bancos", disse José Saramago.
"Os caprichos ou os crimes ou os delitos dos responsáveis por esta crise, que são os grandes financeiros, que são os directores das grande empresas e dos grandes bancos, vai-se-lhes acudir com o dinheiro de todos. Esse dinheiro, que parece que deveria ter outros destinos, agora destina-se a salvar os bancos e o grande argumento é este: sem bancos isto não funciona. Marx nunca teve tanta razão como hoje", argumentou.
Remetendo a metáfora do romance "Ensaio sobre a cegueira" para crise total que o mundo atravessa, José Saramago observou: "Estamos sempre mais ou menos cegos para o que é fundamental" e "não queremos que nos macem".
"As consequências piores ainda não chegaram. Essa ideia de que se pensava pôr o mercado no altar e rezar todos os dias, finalmente nem era auto-regulador nem autodisciplinador, era simplesmente um instrumento de saque das riquezas", disse ainda.(EXPRESSO)
Mimi Rogers
Cybill Shepherd
Jessica Paré
Bárbara Borges
Alicia Machado
Neste verão passado, o deputado do PND fez a Ernest Benach algumas perguntas que embaraçaram o Dr. "Papadas"que se pôs a milhas pela porta fora nesse dia. A conferência do Lider do Parlamento da Catalunha teve lugar no salão nobre da ALM. Nesse dia "Rainha de Inglaterra" reagiu com indignação dizendo que era uma deselegância o deputado Coelho fazer aquele tipo de perguntas ao visitante. Muito rimos nesse dia com o incidente e com os PPDês, a sairem todos indignadas da sala, abandonando deselegantemente o ilustre conferencista.
Dr. "Papadas" arma-se em treinador de bancada e embirra com o actual treinador do CSM Lori Sandri
Vejam importante apontamento do super blog "A Cagarra"sobre o assunto.
Moral da breve História como dizia Felipe de la Féria: Quem desafiar o ditador da Ilhota acaba logo tramado. Vão ver que daqui a dias o Lori Sandri vai ser despedido!


Autor do Blog Cagarra muito crítico com "Salsicha Isidoro" vejam o que ele diz e bem:
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ALBERTO JOÃO JARDIM A “oposição” |
Dr. "Papadas" na sua contundência verbal ataca toda a oposição e de uma forma encapotada em particular os deputados João Carlos de Gouveia e José Manuel Coelho. «Vejam:Termino, transmitindo uma bilhardice que me contaram, após as eleições de Maio, o ano passado.
Numa reunião «social», em casa particular, um desses «socialistas engravatados», «estrategas» sempre falhados, face aos resultados eleitorais dizia que «isto agora já não vai com processos democráticos. O que é preciso é atirar para a frente uns tipos inqualificados que abandalhem e desacreditem tudo e todos, para depois, por cima desses e do PSD assim desgastado, aparecermos os que ficaram de fora da confusão e recebermos o crédito para metermos isto na ordem».Jornal da Madeira
A radicalização da política madeirense
Post-Scriptum 2: Os publicamente confirmados comunistas e socialistas que empresas de comunicação social, públicas e privadas, contrataram para, por um lado fazer guerra aos autonomistas sociais-democratas e, por outro, conseguir lucros (?) através do sensacionalismo barato, da demagogia, da asneira inculta e do estrondo, tal gente nem sequer se importa com o facto de a destruição económica da Região Autónoma, poder também significar a destruição dos Grupos que os empregam — incluso possuidores de estabelecimentos de turismo e de empresas de actividades afins ou dependentes — mandando-os para o desemprego.Idem
A aprovação de regimentos progressivamente apertados, na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), para limitar o tempo de antena das vozes discordantes, é perpetrada à luz do dia e da Autonomia. Só numa terra de gente anestesiada, dormente e acrítica este tipo de acto passa impune. Onde está a opinião pública?
«À maioria que suporta o governo, só lhes resta condicionar, abafar e impedir que a discussão se faça. Porque uma coisa é ter a força da maioria, outra é ter a força da razão. Em suma, esta revisão do Regimento prova a fragilidade da própria maioria. Não levará muito tempo e o Regimento sofrerá novo golpe.» (Com que então...!)
À falta de argumentos e soluções, a maioria ou escolhe o caminho do ruído, para abafar as razões alheias, ou então a via do silenciamento - onde não é possível impor o ruído -, para ninguém ouvir argumentos dissonantes. Assim, o povo fica perante uma escolha única, um pensamento único, uma única "realidade": a da maioria. Ninguém pode discordar.
Quem não tem, não pode dar.
Se há quem já diga que a «oposição [...] nunca passa dos jornais», o que se pretende é que a oposição parlamentar, neste caso, nem chegue aos jornais.
Contudo, não é só a oposição parlamentar que vê acentuadas as dificuldades para se fazer ouvir: ALM acentua dificuldades à participação autónoma dos cidadãos. (ver)****************************************
* a partir do "26" de Abril
o cravo vermelho ao peito, a muitos fica bem.....
Professor João Carvalho chama-lhe com toda a propriedade, a semi-oposição:
(Trancrevemos com a devida vénia para o nosso vasto auditório de leitores)
A propósito de um comentário deixado sobre o que escrevi em FALTA DINHEIRO À MADEIRA (II), repesco uma notícia de há cerca de um ano. Nem de propósito e corroborando o que escrevi em A SEMI-OPOSIÇÃO, o deputado do MPT absteve-se... esta notícia é o que se chama matar dois coelhos de uma só cajadada... Eu disse Coelho? Chiça que o gajo anda por todo o lado!
Orçamento da ALM aprovado
Transferências para os partidos sem alterações
Data: 13-11-2007
Como previsto, o parlamento regional aprovou, esta tarde, o seu orçamento para o próximo ano que inclui uma verba de 6,2 milhões de euros destinada às transferências para os partidos. O famosos 'jackpot'. Um valor igual ao gasto em 2006 e em 2007, quando a ALM tinha 68 deputados, contra os actuais 47.
O orçamento, que tem um valor global de 17,2 milhões de euros, foi aprovado com os votos favoráveis do PSD-M, a abstenção do deputado do MPT e os votos contra dos restantes partidos.
Sintomaticamente na hora da verdade o Salsicha acaba sempre por votar com o poder vigente ou abster-se. É uma verdadeira muleta...
Demos desta vez graças ao Altíssimo!
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Vereador deslocou-se a Caracas para assinalar o V centenário do Funchal Foi distribuir canetas mais o "gato Maltês". Deixaram as loiras deles a suspirar de desejo! |
No tempo em que as jornalistas eram boazonnas


REDE TELEFÓNICA DE SAIGÃO [Flickr]

Teresa Almeida e Maria José Morgado investigam os processos na Câmara de Lisboa
Teresa Almeida e Maria José Morgado investigam os processos na Câmara de Lisboa
O despacho de acusação do Ministério Público é demolidor para os ex-administradores da Gebalis. Sobre o "concreto exercício da gestão da Gebalis", os magistrados não têm dúvidas de que Francisco Ribeiro, Clara Costa e Mário Peças, já constituídos arguidos neste processo, usaram os meios financeiros da Gebalis "em proveito próprio" e manifestaram "desprezo pelo inevitável agravamento da situação financeira da empresa".... Leia tudo no Correio da manhã
Colaboradora do nosso blog para departamento da devassa dos rabos de palha dos nossos adversários políticos
Eva Wyrwal (aka Iga A.)
Eva Wyrwal (aka Iga A.)
Iga A.
Ourives cego em assalto vai tratar-se a Cuba
AMADEU ARAÚJO, Viseu

António Nunes já percorreu vários especialistas, e a esperança parecer residir na ilha de Fidel Castro. "Tenho esperança em Cuba porque lá a medicina está muito avançada", esclarece, e adianta: "A câmara falou com a embaixada, e já seguiu um relatório médico. Depois, eles dirão se me observam e se posso lá ir." Veja tudo no DN/Lisboa
Iga A.
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