

Ontem precisamente,pelas 17h na quinta das Palmeiras (propriedade de Jimmy Welsh) foi inaugurada uma exposição de pinturas alusivas á moagem da cana de açúcar no antigo engenho do Hinton. Celebrou-se o 100.º aniversário da invenção da máquina a vapor, para a moagem da cana sacarina. Este importante acontecimento cultural contou com a presença de muitos intelectuais e artistas, mas com a ausência propositada da RTP/Madeira. Os madeirenses ficaram privados desta informação cultural realizada na cidade do Funchal.

O mesmo sucedeu hoje em Machico com as comemorações do 235.º aniversário do nascimento do poeta machiquense Francisco Àlvares de Nóbrega, mais conhecido pelo "Camões pequeno" . O evento realizou-se na casa da cultura desta cidade, e teve por convidado o MESTRE Dr. João Luís Freire, que fez recentemente o seu mestrado na UMA precisamente com o estudo do poeta Francisco Álvarres de Nóbrega- O homem e a sua época. Também foi convidado o ilustre Professor Doutor Daniel Pires, consagrado lusófono. Estudioso do pré-romantismo português e a mais alta autoridade cultural em estudos bocagianos. Daniel Pires é como se sabe o homem que mais estudou, e que mais sabe sobre o poeta Barbosa du Bocage, a sua vida e a sua época.
A apresentação dos oradores, esteve a cargo do Professor Dr. Fernando Egídio. A conferência, foi presidida pelo rev.º padre José Martins Júnior. O evento contou com numerosa assistência onde se destacaram o Historiador Rui Nepomuceno, o primeiro presidente eleito da Junta de freguesia de Machico, Manuel Nicolau; Manuel Rufino Teixeira antigo presidente da Câmara de Machico (antigo regime), actualmente com a provecta idade de 90 anos.
Quem nos brindou pela sua ausência, foi como já vem sendo hábito a RTP/Madeira. A estação televisiva com obrigações de serviço público ignorou o evento cultural. Tem a mesma mentalidade do Hitler, pois toda a vez quealguém lhe falasse em cultura, ele levava logo a mão á cintura onde tinha a pistola.(consulte pravda-ilheu sobre este assunto)
Rui Nepomuceno,advogado ,político e historiador fala acerca do poeta Francisco Álvares de Nóbrega
Francisco Álvares de Nóbrega o prestigiado poeta de Machico, provém duma família bafejada pelo dom de exprimir com belos e harmoniosos cantos, o amor, os dramas, os sentimentos, e os esmeros da natureza; dádiva que, certamente, muito se deve à magia de Machim, a vila idosa, que refulge na fralda de dois íngremes rochedos, que levantam aos céus fronte orgulhosa.Um desses bardos chamava-se Januário Justiniano de Nóbrega, nascido no Funchal em 25 de Fevereiro de 1824, e aí falecido a 28 de Julho de 1866, que ficou conhecido como brilhante e talentoso escritor e jornalista e, sobretudo, por ter sido sobrinho do nosso Camões Pequeno.
tinha três irmãs – Carolina, Alexandra e Josefa, e que todas elas também se dedicavam às musas. ...»
"Caso PND": Entrevista de Monteiro Diniz à RTP-Madeira
Malheiro obcecado pelo sucesso de Coelho transcreve aqui a entrevista na íntegra Aqui.
Karolina Kurkova
Januário Justiniano de Nóbrega casou no Funchal com Do.ª Natália Pereira de Nóbrega, que minada pelo desgosto, pouco tempo sobreviveu à morte do marido. Desse casamento nasceu um único filho, que tal como o pai, chamou-se Januário Justiniano de Nóbrega Júnior, que foi ajudante da Conservatória do Registo Predial do Funchal, tendo contraído matrimónio com Dª Virgínia Pereira de Nóbrega, de quem teve o afamado poeta e jornalista, João Marinho de Nóbrega, que na nossa juventude chegamos a conhecer, e do qual, neste trabalho, também iremos esboçar alguns traços da sua vida e obra.E, por mais extraordinário que pareça, outra grande prova que nos genes de Francisco Álvares de Nóbrega e dos seus familiares de Machico, pulsava a inspiração poética e a criatividade, lemos num artigo de Alberto Figueira Gomes, publicado na revista Das Artes e da História da Madeira, que Januário Justiniano de Nóbrega, sobrinho do nosso Camões Pequeno,
Por isso mesmo foi saneado pelo Bloco de Esquerda
O Zé e o seu Bloco
E agora? Como é? O presidente da Assembleia Legislativa da Madeira só fala de respeito e dignidade quando são os deputados da oposição a se comportar mal, no entanto, sempre que o mau comportamento e a vergonha vem dos deputados do PSD-M, como acontece quase sempre, o presidente Miguel Mendonça curva-se até ao chão e nada faz com medo.
Hoje, segundo me contaram, o presidente do grupo parlamentar do PSD-M insultou um deputado da oposição enquanto discursava. Chamou-o de "chulo da sociedade" e "fascista".

Rebecca Romijn
A Letónia tornou-se o segundo país da União Europeia e o quarto no continente europeu a declarar-se em iminente bancarrota, tendo solicitado ajuda de emergência ao FMI e à UE.
Série de bancarrotas ameaça países-membros do Leste europeu
« Depois da Hungria e da Ucrânia, em Outubro, e da Sérvia já este mês, a Letónia reconheceu, no dia 20, a sua situação de insolvência financeira, iniciando conversações formais com a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional para a concessão de um pacote financeiro destinado a reequilibrar a balança de pagamentos.
O fulgurante período de crescimento económico que o país conheceu nos últimos anos, em especial após adesão à União Europeia em 2004, fruto de entradas maciças de capitais estrangeiros, transformou-se instantaneamente numa profunda recessão.
A fuga dos investidores assustados pela crise mundial pôs a nu as fragilidades de uma economia artificial, fortemente dependente dos empréstimos estrangeiros. Em poucas semanas os indicadores afundaram-se no vermelho, registando no terceiro trimestre uma quebra de - 4,3 por cento.
O desafogo do sistema bancário deu lugar à falência, obrigando o Estado, dia 8, a adquirir 51 por cento do Parex Banka, o segundo maior banco letão. E embora a divisa do país, o lats, tenha o curso indexado ao euro, o banco central foi forçado a usar mais de 600 milhões de euros para evitar a sua desvalorização.
Nas mesmas águas turbulentas navegam as vizinhas Estónia e Lituânia e não muito longe avista-se a generalidade dos países do Leste europeu, membros recentes da UE que entregaram sectores inteiros do seu aparelho produtivo a multinacionais que agora ameaçam encerrar.
A própria Comissão Europeia não duvida que nesta senda de naufrágios outros países se seguirão, falta apenas saber qual é o próximo. Por isso, Bruxelas já propôs elevar, de 11 mil milhões de euros para 25 mil milhões de euros, o fundo destinado a financiar a balança de pagamentos dos estados-membros com problemas. »In jornal Avante!
A Sr.ª Prof.ª Dr.ª Maria Augusta Montes representou o PND no recente encontro com o PS/Nacional com os partidos extra-parlamentares
Os partidos extra-parlamentares foram ontem recebidos pelo Partido Socialista a quem transmitiram as posições defendidas relativamente à apresentação de contas, nomeadamente que a lei não deveria ser a mesma para os partidos subvencionados pelo erário público e para os outros.
A nossa "Malheira" sempre solícita a engraxar "Papadas" embora este a despreze pelo seu exagerado Lambotismo, escreve explosivo artigo de Opinião, contra o deputado Coelho e o Partido onde o mesmo trabalha o PND.

LUÍS FILIPE MALHEIRO
Bom senso
«...Poder-se-á dizer — e com toda a propriedade — que o actual deputado do PND, por razões que não vêm agora ao caso, mas que ultrapassam as questões ideológicas ou partidárias, é uma espécie de actor escolhido pelos seus mentores para protagonizar situações que o ridicularizam a ele próprio, mas que nunca seriam realizadas pelos que as idealizam, por razões que têm a ver com aspectos culturais, educacionais e sociais destes, Há um conflito de estatuto entre uns e outro, sendo este o elo mais fraco por motivos que nada têm a ver com a política. Pessoalmente — e peço que acreditem — pelo que conheço, pelo ambiente, pelas encenações por tudo o que se passa à volta do PND e da sua representação parlamentar, espanta-me que o actual deputado aceite fazer o que faz, quando não tenho dele a imagem degradante que porventura a esmagadora maioria das pessoas terão. ...»In Jornal da Madeira
Luís Filipe Malheiro acometido por um súbito ataque de esquizofrenia atira-se impiedosamente ao consagrado jornalista Emanuel Bento numa prosa indigna e fascizante cheia de insultos pessoais á boa maneira do seu chefe "Papadas" e o analfabeto Jaime Ramos.
A frustração e o recalcamento por ser desprezado por todos até pelo Dr. "Papadas" que apesar de fascista, gosta imenso de se divertir recusando a vida asceta recalcada e monástica, sem alegria de viver do seu bufo pobre de espírito, que por única virtude apenas tem a fama de ser o amanuense mais bem pago do País (até que os madeirenses abram os olhos claro!).
Vejam a prosa demencial da nossa Malheira:
Os conselhos ou sugestões de Bento ao amanuense Malheiro:
«...E já agora, para finalizar: arranje uma vida. Masturbe-se, dê umas quecas (1), faça um exame à próstata e rode para ver de que lado está o vento, ou o que quiser, mas deixe-se de falsas afirmações e insinuações no que a mim toca.»A cagarra
EMANUEL BENTO
(1) Parece que o amigo LFM já está na andropausa, isto é com falta de tusa né! (nesse capítulo o seu chefe "Papadas" dá-lhe cartas, pois todas as vezes que vai a Bruxelas leva consigo aquela boazona loura da Direcção de Finanças)
Homenagem ao malandro - Chico Buarque
Emmanuelle Béart
Catherine McQueen *
Emmanuelle Béart*
Reka Ebergenyi
Opinião
Uma democracia pobre
«A democracia, tal como funciona
hoje na Madeira, é uma
mera caricatura do que deve
ser um regime democrático.
As Instituições democráticas
funcionam razoavelmente,
mas são cada vez maiores os vícios de funcionamento das
instituições. Em paralelo degrada-se o nível da classe política.
Mas pior é o estado de espírito dos madeirenses. Em tudo e
todos perpassa uma espécie de abulia cívica, que conduz á incapacidade
dos cidadãos se indignarem. É por isso que o pessimismo
atravessa a nossa sociedade. Só um pessimismo radical
da razão pode provocar algum estremecimento dos que
mostram não se dar com a dor que este adormecimento gera
noutros. Há monstros instalados na democracia madeirense:
o poder invisível, a informação privilegiada, o tráfico de influências,
a informação opaca, a partidocracia, o clientelismo, a
corrupção política, a centralização e a irresponsabilidade.
Infelizmente, entre nós, o pessimismo na perspectiva conscientemente
democrática, não tem muitos arautos porque a
democracia madeirense está simplesmente subjugada.
Entre nós, as vozes que falam mais vezes (embora não as
que melhor falam) são a dos “optimistas”, falsos críticos do
sistema. Os outros são uma minoria. Uma minoria que apesar
de tudo, começa a ter algum peso.
São homens livres (e utilizo a expressão com propriedade),
como se verá que têm apontado o dedo incómodo e inconformista
em relação ao que “está ai”. Têm de comum uma forma
despojada e desinteressada de ver e analisar a democracia,
uma atitude radical (um radicalismo filiado no estilo de
Alain “ os cidadãos contra o poder”) em relação ao sistema e
aos homens que o encarnam, uma coluna vertebral que não
se verga ás benesses do poder económico, politico e cultural,
uma postura irreverente em relação a partidos e grupos de
pressão. Ultrapassam as tradicionais fronteiras entre partidos,
entre ideologias (nomeadamente a dicotomia esquerda/
direita) para se colocarem num plano diferente. O plano da
ética política no sentido tradicional de que fala o filósofo espanhol
Aranguren. Ou seja, a ética política teria por objecto
ensinar-nos como deve ser e organizar a sociedade civil e que
princípios deve adoptar para que a sociedade e o seu governo
sejam morais. Tratar-se-ia assim de uma dupla tarefa, por
um lado moralizar o poder, pelo outro converter o homem
privado em homem público pela educação para a cidadania
democrática.
A grande linha divisória nestes nossos dias não é a que separa
“as direitas” das “esquerdas”, é sim a que distingue na
sociedade uma nova orientação, a política nova (dando á política
o seu mais nobre significado do espírito velho e da política
velha)». (Diário Cidade)

E assim, vai proseguindo o folhetim BPN.

Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve - Índia, Tibet, Camboja e Taiwan.
Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.
Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.
Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.

Robert Happé: Consciência que Liberta
Ele nasceu em Amsterdã, Holanda, debaixo de um bombardeio. O pai havia sido preso por soldados alemães e a família de mulher e três crianças foge para uma cidade menor e mais segura. O irmão e a irmã mais velhos brincam na rua, enquanto a mãe tenta dar de comer para o mais novo. Aviões sobrevoam o lugarejo. Nova explosão e a rua inteira está em ruínas. Da casa só resta a cozinha. Da família só ficam a mãe e o garoto. A mulher desaparece e uma família pega o menino para criar. Pouco mais de um ano após o fim da guerra, um homem aparece e diz: “Eu sou seu pai.” O menino se agarra ao destino. O pai encontra a mãe em um hospital psiquiátrico e a família volta para Amsterdã para recomeçar a vida e continuar o drama. Uma nova criança nasce, dando força â família do pós guerra. Mas a mulher adoece de câncer e tempos depois morre. O garoto continua vendo a mãe, que aparece para dizer que “tudo está” bem. Com seus 16 anos, ele coloca uma mochila nas costas e parte para a grande aventura de descobrir o mundo e seus mistérios. “Por que a vida é assim?” Por que todo mundo mata todo mundo?” Por que tanto sofrimento?” Ele estuda psicologia, mas não encontra respostas ali. É tempo de servir o Exército, mas o jovem não quer aprender a matar pessoas. Fica preso por desobediência, lava latrinas e trabalha na cozinha, até que o Exército se livra do soldado fracassado. Sem dinheiro e com muito pouco a perder, o rapaz viaja pela Europa de carona. Na Suíça, trabalha na cozinha de um restaurante. Depois, de garçom em bares da Espanha. Conhece o submundo dos clubes de jogos na Inglaterra, onde trabalha nas mesas de pôquer. As antigas perguntas permanecem na cabeça e ele segue para o Líbano atrás das respostas. Depois passa cinco anos estudando Filosofia Oriental na Índia. Não foi suficiente e ele continua viajando pelo país. Depois vai para o Nepal, Tibet e, finalmente, Camboja, onde, aos 31 anos, termina a busca e começa a missão de dividir com o mundo seus conhecimentos sobre o significado da vida.
Hoje, aos 65 anos, o filósofo Robert Happé é um desses seres humanos raros, que abraçam e beijam todo mundo. Nesses mais de 30 anos de peregrinação, tem encantado platéias por onde passa, não apenas por suas idéias, mas pela maneira simples com que fala delas. Autor do livro Consciência é a Resposta (lançado em 1997 pela editora Talento), atualmente divide seu tempo entre a convivência com a família - ele é pai de um garoto de 14 anos -, a produção de um segundo livro e os seminários na Europa, Estados Unidos, Argentina e Brasil, país que ele define como “a última esperança”.
O PONTO - Você nasce na guerra, perde seus irmãos e mais tarde sua mãe. Certamente essas experiências marcaram sua infância e juventude. Foi nestas circunstâncias que você desperta para a busca do conhecimento sobre o significado da vida?
ROBERT - Eu sempre senti que não era desse planeta, que todos eram muito diferentes de mim e que precisava buscar a verdade sobre a vida e sobre mim mesmo. Minha mãe aparecia para mim e eu me perguntava: “Sou louco? Onde está minha mãe? O que ela faz lá? Por que fala comigo?”. Queria entender por que todo mundo mata todo mundo, por que há tanto sofrimento e por que a vida é assim. Então, eu já caminhava para a busca de respostas, mas a consciência disso veio bem depois.
O PONTO - Na busca por essas respostas, você percorre vários países e se aprofunda na cultura oriental, mantendo contato com Vedanta, Budismo, Taoísmo... Como foi essa experiência e que lições você tirou disso?
ROBERT - Na Índia eu descobri que a vida continua depois da morte. Mas nestas viagens eu também descobri que todas as religiões falam as mesmas coisas, mas de formas diferentes e umas contra as outras. Percebi que as pessoas não estudam para encontrar a verdade, mas para adorar suas religiões. Quando você adora sua religião, você não questiona e acaba virando as costas para a verdade. E eu sempre questiono.
O PONTO - Então você queria mais.
ROBERT - Sentia que não era só aquilo e que precisava de mais experiência de vida, por isso continuei viajando, vivendo no Nepal, Tibet e no Camboja, e estudando com os gurus. Mas também não fiquei satisfeito.
O PONTO - Mas foi no Camboja que você viveu sua maior experiência mística.
ROBERT - No Camboja, as pessoas são muito amáveis, mas, como no Nepal e no Tibet, há muita ignorância. Eles não vivem a consciência do coração, vivem através dos dogmas. Por exemplo, os monges cambojanos têm tudo nos templos para plantar e comer, mas saem para as ruas para pedir comida, esmolas. Eu pensava que aquilo estava errado, que eles deveriam fazer o contrário, levar comida e ensinamentos do templo para as pessoas que estavam do lado de fora. Então eu deixei a comunidade com um sentimento de que era o fim da rua para mim. Estava muito triste, parei e fiquei meditando. Então decidi ir para a floresta. Na floresta, passei a me alimentar do que a natureza me oferecia. Com o tempo, comecei a perceber coisas, luzes que iam ganhando formas. Eu vi os espíritos da Natureza. Esses seres vinham me visitar e uma vez eles pediram para que eu os seguisse. Não sei quanto tempo, mas depois de goras, dias, eu chego num lugar no meio da floresta e eles afastam a vegetação e então eu vejo uma grande rocha e e nela a figura do Buda esculpida. Eu fiquei perplexo. Eles não falavam comigo, mas faziam gestos para que eu tocasse na imagem. No momento exato em que coloco as mãos na pedra, foi como se abrisse uma tela na minha mente. Eu vi uma grande cidade e no centro dela um templo. Dentro do templo havia três budas e um deles tinha o meu rosto.
O PONTO - Foi neste momento que você encontra as respostas que estava procurando?
ROBERT - Neste momento eu me conecto com a Akasha, que é a grande biblioteca do universo, onde estão arquivados todos os conhecimentos sobre a humanidade. A partir daí eu comecei a aprender o que estamos fazendo aqui neste planeta. Eu passei a fazer perguntas para a Akasha sobre meu passado, a nossa história, quem nós somos e por que estamos aqui.
O PONTO - Você já sabe quem você é?
ROBERT - Não tudo. Todos nós somos muito mais do que sabemos.
O PONTO - Quanto tempo você ficou na floresta e como voltou para a civilização?
ROBERT - Eu vivi na floresta por três anos e passava meus dias acessando a Akasha e estudando. Aquele passou a ser o meu mundo e eu não queria sair de lá. Mas soldados norte-americanos me encontraram, me colocaram num helicóptero e me largaram em Bangkok (Tailândia). Era a guerra do Vietnã. Eles estavam tirando as pessoas dos vilarejos porque não queriam que ninguém soubesse o que estava acontecendo. Aldeões falaram que havia um estrangeiro na floresta e os soldados foram atrás de mim.
O PONTO - De volta à civilização, você começa a divulgar seus conhecimentos?
ROBERT - Eu estudei Taoísmo, ensinei filosofia na Inglaterra por quatro anos e, finalmente, passei a viajar pela Europa, fazendo seminários para dividir meus conhecimentos com outras pessoas.
O PONTO - A humanidade segue sua trajetória evolutiva e agora, na Era de Aquário, você diz que as pessoas estão começando a valorizar o conhecimento da razão pela qual estamos no mundo. Você pode apontar sinais ou fatos que demonstram que a “Era da busca da compreensão do significado da vida” começou?
ROBERT - As energias de Peixes e Aquário são diferentes. Antes, na Era de Peixes, havia segredo. Agora, tudo está aberto. Todos que têm algum conhecimento querem falar. Uma coisa que é prova dessa mudança é que muita gente começa a ver como é desonesto e corrupto nosso sistema. Quando as pessoas começam a ver que são como ratos em caixas, elas começam a sair das caixas. Com essa liberdade, as pessoas começam a buscar uma forma diferente de viver.
O PONTO - A história da humanidade é marcada pela busca do poder. O poder do homem sobre a natureza, do homem sobre o homem, de uma ideologia sobre a outra, de uma nação sobre as demais. Essa busca pelo poder tem contribuído para a manutenção de uma mundo cheio de medos, conflitos e incertezas, fazendo com que as pessoas passem suas vidas correndo atrás de pequenos poderes que lhes permitam não sentir medo, nem viver conflitos e incertezas. Essa corrida, no entanto, não premiou as pessoas com o que elas esperavam, a felicidade. Gostaria que você comentasse sobre isso.
ROBERT - É preciso entender que todos nós somos programados para pensar de uma determinada forma. O governo parece nosso amigo, os professores parecem nossos amigos, mas eles não falam o que é bom para nós, eles não ensinam sobre nossos valores, nossas qualidades, eles não lembram que somos seres criadores. Eles ensinam a copiar. Por esse motivo, poucas crianças gostam da escola, porque elas sentem que alguma coisa está errada. Os jovens não são convidados a questionar e a melhorar as coisas, apenas a repetir. Nesse modelo somos tratados como números, fazemos provas a todo o tempo e quando a criança faz vem a prova ela é um bom robô. Crianças criativas escrevem as coisas que elas pensam e, por isso, são maus robôs. Com essa manipulação, tira-se a identidade da pessoa. Então, nós precisamos informar as pessoas que não somos robôs, somos seres criadores. Todos nós valorizamos os conhecimentos acadêmicos, mas nós precisamos lembrar quem nós somos. Esse é o conhecimento que devemos levar daqui.
O PONTO - Por que há tanta fome no mundo, tantos conflitos entre nações, etnias e dogmas religiosos?
ROBERT - Porque nós não aprendemos a amar os outros. Nós aprendemos a cuidar da nossa família e a pensar que o resto do mundo não é importante. Você ama a sua cultura e a outra cultura não presta. A pessoa não vê que o ser humano é uma só família.
O PONTO - Qual a relação entre poder, dinheiro e felicidade?
ROBERT - Poder, aqui no nosso planeta, é visto no dinheiro. Quanto mais dinheiro, mais poder. Isso é ilusão. Porque um dia, quando todo o sistema entrar em colapso, as pessoas que têm apenas dinheiro vão ficar sem nada, de uma hora para outra. O verdadeiro poder é o amor. O seu poder é o seu amor. Amor é espírito e espírito é sabedoria. Nosso espírito nos guia através da nossa intuição para fazermos a coisa certa. Não é importante o que você sabe aqui (na cabeça), mas o que você sabe aqui no coração. O importante é que você tenha um canal aberto com a sua intuição, para que a intuição o leve às coisas certas. Quando você usa a intuição, você tem confiança em si mesmo. Ops, pouca gente tem! Quando você tem confiança no seu poder, no seu coração e na sua ligação com o espírito, você tem a resposta para tudo e automaticamente conecta e expressa a sua verdade. Essa conexão com o coração, com o espírito, faz com que toda a prosperidade venha ao seu encontro, porque você está sendo criador da sua vida. Se você é o criador, você não vive na pobreza.
O PONTO - O que você recomendaria para quem está interessado em buscar esse saber?
ROBERT - As pessoas precisam entender um pouquinho das leis do universo. Por exemplo, a lei do carma. O que você atrai para sua vida é conseqüência da sua criação. Quando você encontra uma pessoa que é má para você, não brigue mais. Pense: “O que eu preciso mudar na minha consciência para não atrair mais essa experiência?”. Quando a gente pensa desse jeito, a gente começa a mudar para uma consciência mais tolerante e amorosa.
O PONTO - No nosso dia-a-dia vivemos situações que revelam nossa maneira “ultrapassada” de ser e lidar com a realidade e que são oportunidades de mudança, portanto, merecedoras de nossa atenção. Qual o papel da intensificação dos nossos problemas e dos conflitos no mundo no despertar da nossa consciência e no encontro com o nosso poder interior?
ROBERT - A intensificação está acontecendo porque não fizemos nada no passado para melhorar. Quando você olha o mundo e todo esse caos, isso é o reflexo do nosso desinteresse no passado da nossa vida, é o espelho da falta do amor. Esse espelho fica mais forte para estimular as pessoas a mudar. É um empurrão para a humanidade. Tudo que está acontecendo para você é o seu passado. O que é bom no passado é bom agora, o que é ruim no passado é ruim agora. Você deve mudar, e essas experiências são uma nova chance para isso. Todo encontro é um encontro com você. Quando você encontra alguma coisa que você não gosta, esse é o momento de se perguntar por que você não gosta. O que você vê de dificuldade em outras pessoas é o espelho das suas inabilidades, da falta do conhecimento de si mesmo. Quando você entende isso, você responde de um forma diferente. Isso requer atenção e treino. Precisamos estimular as pessoas a reconhecer o que é verdadeiro e o que não é. Precisamos viver com mais responsabilidade e honestidade, para com o próximo e para com nós mesmo. Precisamos descobrir que somos divinos.
O PONTO - É possível que, ao lerem seu livro ou ao ouvirem você nos seus seminários, as pessoas se sintam animadas diante da possibilidade de descobrir uma forma mais feliz de viver. Mas é possível, também, que se sintam angustiadas diante da dificuldade de colocar em prática essa nova forma de viver.
ROBERT - O único obstáculo que impede que as pessoas consigam isso é o medo. Quando você é criança, você escuta a mesma coisa. Você tem que fazer o que os outros dizem, mas você quer fazer outra coisa, então é punido. Então, adquire todos os medos, medo da morte, da solidão, do futuro e não sabe mais como criar, ficando totalmente controlado por dogmas e pensamentos que não são verdadeiros. Quando você tem medo, você nunca expressa o seu verdadeiro ser, você expressa o seu medo. Você deve se perguntar quais são seus medos. Depois, um por um, você deve ir eliminando.
O PONTO - Você fala que estamos num mundo tridimensional no qual nossa missão é recordar quem realmente somos e expressar nossa sabedoria, através da compreensão e aceitação das polaridades, do conhecimento sobre nós mesmos, e da conquista da liberdade diante das possibilidades. Para que outros mundos nos levará esse conhecimento?
ROBERT - Nós estamos no mundo que nós merecemos. Nossa consciência nos leva para níveis onde nos sentimos confortáveis. Pessoas amorosas, com habilidade para reconhecer as outras pessoas como parte da sua família, são diferentes de pessoas que olham as outras pessoas para usar e ganhar mais dinheiro. Nosso mundo vai se dividir em dois, ficando uma parte na terceira dimensão e outra, espiritual, vai para níveis mais elevados de amor e luz.
O PONTO - “Os eventos do mundo externo são reflexo do mundo interno.” Como podemos mudar o mundo à nossa volta?
ROBERT - A única coisa que você pode mudar é a si mesmo. Quando você tem outra atitude, outro jeito, você é um exemplo para as outras pessoas. Então, você muda o mundo através da sua atitude.
O PONTO - Fala-se que o Brasil é o “celeiro do mundo” e que também é a “Pátria do Evangelho”. Como o senhor vê o Brasil?
ROBERT - O Brasil é a última esperança. Aqui, a maioria das pessoas tem muita conexão com os sentimentos. As pessoas são muito mais conectadas com o lado espiritual. Além disso, temos muito cristal no Brasil, que atrai luz. No futuro, muita gente vem para cá, porque teremos abundância em comida e abundância em amor.
O PONTO - O que não pode deixar de ser dito para um grande empresário?
ROBERT - Sirva às pessoas. Nós precisamos fazer negócios para servir às pessoas e ajudá-las a viver bem.
O PONTO - Para um operário que volta para casa depois de um dia de trabalho?
ROBERT - Acredite em si mesmo. A pobreza está dentro da consciência. Quando ele encontrar a riqueza interior, ele deixará de ser pobre. É preciso aprender que todo trabalho é um servir. Quando todos entenderem isso, não teremos mais problemas.
O PONTO - Para um governante?
ROBERT - Se ele é um governante é porque tem habilidades para liderar, portanto ele deve liderar as pessoas para chegarem à paz, com elas mesmas e com os outros. Deve usar de criatividade e trabalhar não para ganhar, mas porque adora trabalhar.
O PONTO - E para os jovens?
ROBERT - Os jovens precisam entender que são criadores e que chegam aqui para criar um mundo melhor. Se eles fazem a mesma coisa que fizeram no passado, eles não vão melhorar nada. Devem observar com novos olhos e perguntar: “Eu quero fazer isso?” Devem fazer suas escolhas e sentir mais confiança em si mesmos, expressando o que eles pensam para melhorar.
O PONTO - Como devemos olhar as crianças?
ROBERT - Todas são seres de luz muito avançados e que vieram aqui para nos ensinar.
Oliveira e Costa é preso VIP José Oliveira e Costa passou a primeira noite numa verdadeira cadeia VIP da Polícia Judiciária e está sozinho numa cela, na sequência da decisão tomada pelo juiz Carlos Alexandre CARLOS VARELA
Razões de segurança estiveram na base da decisão judicial de enviar Oliveira e Costa para a cadeia da Zona Prisional junto da Polícia Judiciária, um estabelecimento prisional considerado uma verdadeira área VIP no sistema prisional. Normalmente, os presos preventivos da Comarca de Lisboa vão para o Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL), mas não foi o caso do antigo administrador do BPN, a quem o juiz Carlos Alexandre, do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), determinou o envio para a cadeia junto da Judiciária. O magistrado tomou esta decisão dado o delicado estado de saúde de Oliveira e Costa, que tem graves problemas cardíacos, além do facto de a cadeia em causa estar mais controlada e menos sujeita a incidentes entre reclusos. É que, se bem que indiciado por sete crimes e aparentemente ter lesado o BPN em centenas de milhões de euros, Oliveira e Costa é considerado um "preso especial". (JN) |
Imigrante faminto a roubar chouriços em Anadia vai para a"chossa" por não beneficiar do tal tratamento VIP
O homem, de 51 anos, desempregado e residente em Paredes, foi detido num hipermercado onde, na hora do almoço, tentou roubar um saco de chouriços. Foi hoje entregue ao tribunal.
A GNR de Águeda deteve ontem um imigrante do Leste, que estava ilegal em Portugal depois de, recentemente, ter recebido ordem de expulsão.Berdades

Na ilhota Mamadeira o investigador come e bebe com o investigado na mais absoluta promiscuidade num verdadeiro golpe de tráfico de influências.
"ALMOÇO DE INVESTIGAÇÃO - No dia em que varios funcionários da Câmara do Funchal eram interrogados nas instalações da Polícia Judiciária, Miguel Albuquerque e Carlos Farinha decidiram almoçar tranquilamente num dos restaurantes nas imadiações da CMF e PJ.(...)"
Jaime Lucas o deputado "refugiado" pretende construir um lar para deficientes nas Achadas da Cruz, num dos lugares mais frios e hinóspitos da ilha da Madeira. Vai matar os deficientes todos ao frio. Vejam a desumanidade deste oportunista!
«Os deputados do PSD foram ontem às Achadas da Cruz apresentar um lar para portadores de deficiência, que deverá estar no terreno em meados do próximo ano. É mais um sinal das preocupações sociais do Governo, garante Jaime Lucas.
A infra-estrutura para os deficientes vai ser gerida pela Fundação Mário Miguel que cedeu o terreno, doado por uma cidadã local.
Estima-se um investimento de cerca de um milhão de euros, que deverá recorrer a financiamento comunitário e a parcerias entre o sector público e privado. O lar destina-se a deficientes de toda a Região e vai ocupar uma área próxima dos 1200 metros quadrados. »(diário situacionista dos Blandys)




Elizabete Taylor
YouTube - Traz Outro Amigo Também - José Afonso
Alguém lhes passa Cartão?
Luís Filipe Malheiro, é um amunuense frustrado e pobre de espírito que nunca soube o que foi uma ganza, nem uma bebedeira. Sempre foi um frustrado social rejeitado por tudo e todos. Não sabe o que é ir a uma discoteca e evadir-se. Digamos que é um homem solitário e pobre de espírito. Bastante recalcado cheio de frustrações e inveja aqueles que se desinibem e se divertem com o pensamento de que a vida é demasiado curta e isto é muito bom!,como dizia o brasileiro. O Dr. "papadas" ao contrário de Malheiro sempre foi um pândego e um folgazão desde os seus tempos de Coimbra. Ao fim e ao cabo nutre um atroz desprezo por este Amanuense frustrado que o engraxa há mais de trinta anos. Até já lhe chamou inútil vejam lá. Malheiro odeia deveras os que são amantes dos prazeres da vida. Ninguém o procura, ninguém lhe liga. Ninguém o procura para uma festa. Enfim ninguém se sente bem junto dele. Malheiro apenas serve e só para ser bufo do regime e confidente do amado líder que paradoxalmente nutre por ele um salutar desprezo.
Parece mentira que a explicação dada por LFM sobre a transmissão em deferido (na net) das sessões da ALRAM tenha sido a de "dignificar a Assembleia"?! Parece mentira mas não é! Resta perguntar a LFM se alguém lhe deu esse poder para assegurar esta absoluta anormalidade? LFM quer assegurar que desliga a emissão se algo que ele considere pouco digno ocorrer( deve ser pouco digno para o PSD porque se for para os outros partidos já percebemos que fica ligada!) Quem pensa que é este Senhor? É assim que se garante a normalidade no parlamento? Através de decisões insólitas tomadas não por todos os líderes, não pelo Presidente da ALRAM (por muito aberrante que fosse mesmo assim seria mais aceitável!) mas pelo Alto Funcionário Chefe de Gabinete LFM!
É por estas e por outras que há gente que não tem qualquer credibilidade para falar de democracia e LFM é, sem dúvida, uma dessas pessoas, por muito que atabalhoadamente vá tentando dizer o contrário.
Mais Censores para o clube de Malheiro
Venham mais cinco - Zeca Afonso
Segundo fonte da SIC, Ricardo e Ana têm uma excelente relação profissional25 Novembro 2008 - 00h30
Ricardo Costa e Ana Lourenço foram, ontem, confrontados com a notícia de que uma revista semanal dava conta de que estavam apaixonados. De imediato, os dois jornalistas da SIC fizeram saber que não existe relação amorosa e tentaram impedir a publicação da ‘TV 7 Dias’. Contactada pelo Correio da Manhã, fonte da SIC adiantou que tanto Ricardo Costa como Ana Lourenço nunca foram contactados pela publicação do grupo Impala para poderem desmentir a notícia. Deste modo, enviaram uma nota para a redacção da revista não autorizando a publicação e/ou divulgação da notícia em causa.
O nosso jornal tentou falar com José Paulo Canelas, director da revista, mas até ao fecho desta edição tal não foi possível. Mesmo a administração do grupo Impala, na pessoa de Carlos Ventura Martins, preferiu não comentar o assunto, justificando: "Não sei nada disso. É um assunto da ‘TV 7 Dias.’"
Desde Junho, quando se separou de Cláudia Borges, que Ricardo Costa tem visto o seu nome ligado a diversas mulheres. Antes de Ana Lourenço foi a vez de Vanessa Romeu, directora de Marketing da SIC, ser apontada como a nova namorada do director-geral-adjunto do canal. "Tem sido um disparate os nomes que inventam. O Ricardo e a Ana têm uma excelente relação, mas apenas profissional", considera uma fonte de Carnaxide.
INDIGNAÇÃO
Ricardo Costa e Ana Lourenço ficaram revoltados com a notícia de uma revista semanal que dá conta de um romance que ambos desmentem. Os dois jornalistas enviaram uma nota para o grupo Impala, tentando impedir a publicação da mesma (correio da manhã)
Portanto, aqui fica a entrevista para todos verem. Já sabem, aqui em pravda-ilhéu, somos um espaço divino de liberdade!
Com Manuel Maria Carrilho devidamente encaminhado para a prateleira dourada da UNESCO, em Paris, as fidelidades socialistas acharam por bem arranjar um lugarzito para a sua esposa, D. Bárbara Guimarães. A apresentadora de televisão é o novo rosto do Millennium BCP, com contrato até 2010, anunciou hoje Armando Vara, ex-colega de Carrilho nos governos de Guterres e administrador do maior banco privado português. Segundo Vara, Bárbara Guimarães foi convidada para entrar na «família BCP» porque incorpora os valores do banco, entre os quais a «confiança». «Os portugueses confiam na Bárbara», disse o antigo funcionário do balcão da CGD de Mogadouro. Além de campanhas publicitárias, Bárbara Guimarães vai participar em acções de comunicação instituicional do BCP, a par de eventos de natureza social organizados pela instituição.
Em 22 de Novembro de 1963,
Segundos antes...

Cidadão no exterior do Lincoln Center,
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o filme de Zapruder e aqui
o video
Recordando Frank Sinatra (Los Angeles 1954)
Marilyn Monroe- Los Angeles 1956
| Trova do vento que passa- Amália Rodrigues |
Leonor Varela
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