Sábado, 31 de Janeiro de 2009
Mais lenha na fogueira no caso Freeport

TVI: Júlio Monteiro deu uma entrevista bem-disposta a Manuela Moura Guedes

“Eu trato o meu sobrinho por Zezito”(Correio da Manhã)Júlio Monteiro esteve alguns minutos à conversa com Francisco Louçã depois de ambos terem saído do estúdio da TVI onde foram entrevistados por Manuela Moura GuedesJúlio Monteiro esteve alguns minutos à conversa com Francisco Louçã depois de ambos terem saído do estúdio da TVI onde foram entrevistados por Manuela Moura Guedes

«... Manuel Pedro disse a João Cabral que 'tinham de se desenrascar' porque 'o Sócrates já tinha os 400 mil'. Falaram depois de 100 mil euros que a testemunha garante não saber a quem se destinavam. Mas que garante serem igualmente comissões para que o processo fosse aprovado. ... ...» (Correio da Manhã)

A  mãe do primeiro-ministro vive actualmente no quarto andar deste edifícioA mãe do primeiro-ministro vive actualmente no quarto andar deste edifício(idem)
 

Mãe compra a pronto casa a offshore

Maria Adelaide de Carvalho Monteiro, a mãe do primeiro-ministro José Sócrates, comprou o apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade (...) 

Tó-zé:
"O cumulo da poupança é poupar aquilo que não se ganha." CM

 

Tráfico de influências para encobrir

«Ninguém compreende por que razão o Presidente da República não chamou o Procurador-geral da República para explicar porque é que diz uma coisa à segunda, outra à terça e outra à quarta. Ninguém compreende porque não chamou a procuradora adjunta, para dizer por que razão mentiu quando deu entrevistas», disse.

«Será que há uma corrente invisível que prende toda esta gente umas às outras?», questionou.

Manuel Monteiro  (Sol/lusa)

O Jornal da Madeira custa 537 euros por leitor

 
Segundo li no Tribuna da Madeira, que cita a gerência da Empresa JM, o Jornal da Madeira tem "uma média de clientes diários de 6.833 e uma visualização de um leitor por jornal, o custo aproximado por leitor roda os 537,16 euros" e continua: "além do passivo de 6,5 milhões de euros, os custos de pessoal ultrapassam o total das receitas em 39,78%, correspondendo a mais de metade dos custos operacionais da empresa".
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Em relação ao passivo, segundo contas anteriores apontavam para os 25 milhões de euros, no entanto, é possível que já tenham pago uma parte substancial. Falta lembrar ainda que este Jornal, um projecto político do PSD-M, recebe do Governo Regional mais de 10 mil euros por dia, o que dá, anualmente, um subsídio de 4 milhões de euros.
 

 

Sobre a situação na Câmara de Sines

A decisão, anunciada pelo Presidente da Câmara Municipal de Sines, de se demitir do PCP, culmina um processo de repetidos gestos e decisões contrários ao projecto da CDU e de injustificada aproximação a objectivos e propósitos da política do Governo PS para a região e para o País.
A retirada da Vice-Presidência, dos pelouros e do tempo inteiro ao vereador Albino Roque é expressão da manifesta dificuldade do actual Presidente da Câmara em conviver com as críticas, constituindo um acto gratuito de retaliação política, que se traduzirá num empobrecimento do funcionamento colegial da Câmara Municipal e em prejuízo do concelho e da população de Sines.
A manifesta diferença de posicionamento político e a clara ruptura com as orientações e o projecto do PCP exigiriam que, no respeito por valores e princípios de ética e honestidade política, o Presidente da Câmara pusesse à disposição da força política que o elegeu o cargo que exerce.
Face à disposição do actual Presidente da Câmara de se manter agarrado ao poder, usurpando um cargo que no plano político não lhe pertence, o PCP reitera à população de Sines o seu empenhamento em prosseguir uma intervenção e um trabalho que centenas de eleitos da CDU, em sucessivos mandatos desde o 25 de Abril, realizaram para dar resposta aos problemas das populações e assegurar um rumo de desenvolvimento e afirmação do concelho de Sines.

Sines, 27 de Janeiro de 2009

A Comissão Concelhia de Sines do PCP
(Jornal Avante)

Presidente Manuel Coelho

Manuel Coelho Carvalho, reeleito presidente da Câmara Municipal de Sines em 2005, é médico e vive nesta cidade desde o início da década de 80.


Natural de Coimbra, onde nasceu em 9 de Novembro de 1940, foi trabalhador rural na aldeia beirã de São Gens (Miranda do Corvo) até aos 19 anos.


Iniciou o estudo liceal durante o serviço militar prestado em Timor Leste.


Fez o curso de Medicina como trabalhador-estudante.

Durante o curso, iniciou a sua intervenção política, integrando a direcção da Associação de Estudantes de Medicina da Universidade de Lisboa. Em 1972, começou a colaborar com o PCP.


Terminado o curso, em 1976, fez o internato no Hospital de Setúbal.


Optou por trabalhar em Sines, onde fez trabalho médico à periferia nos anos de 1979 e 1980.


Entre 1979 e 1981 enriqueceu-se profissionalmente através da frequência de cursos de especialização nas áreas da medicina do trabalho, do planeamento familiar e do planeamento de saúde. A prática dos conhecimentos adquiridos fez-se junto da população de Sines, onde passou a residir.


Como médico do trabalho, foi responsável pela Medicina do Trabalho/Saúde Ocupacional da Refinaria de Sines desde 1979, onde desenvolveu uma actividade continuada pela melhoria de condições de trabalho, saúde e bem-estar dos empregados.


Foi responsável pelo planeamento do Centro de Saúde no período 1989/94.

Teve um papel preponderante para a consolidação da aquisição do novo Centro de Saúde.


Integrou, desde a sua constituição, o Conselho Geral do Hospital de Santiago do Cacém.


Lutou pela implementação de um projecto de trabalho na área da toxicodependência e nele trabalhou. A sua consulta chegou a ter mais de 170 inscritos.


Foi membro da Assembleia Municipal, eleito pela CDU, nos mandatos 1990/93 e 1994/97. Neste último mandato foi responsável pelo Grupo Coordenador de Saúde da assembleia.


Foi eleito presidente da Câmara Municipal de Sines em 1997 e reeleito em 2001 e 2005.

No dia 27 de Janeiro de 2009 anunciou a sua desvinculação do PCP.

 

   Baú das Recordações

Clique aquipara ouvir James Sanitas a atacar CoelhoSegurança do parlamento da Madeira impede entrada de deputado do PND

Os "virús" da MMC Computadores- Denúncia dos"negócios" de Bettencourt da Câmara com o "Gato Maltês" da CMF.Danos financeiros para a Autarquia funchalense. Comissões para Albuquerque e engorda da conta bancária do "adjunto" de Michael Blandy. Veja aqui o site em PDF do tribunal de contas do Funchal no Final veja o relatório do engenheiro infomático que ajudou o Tribunal a fazer a auditoria.

http://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2008/audit-srmtc-rel012-2008-fs.pdf


Fernanda Câncio defende o esposo

J'ACCUSE


Fernanda Câncio
Jornalista - fernanda.m.cancio@dn.pt
 
Há 111 anos, a 13 de Janeiro de 1898, foi publicada a mais grandiosa peça jornalística de todos os tempos. Escrita como carta aberta ao presidente de França, é um apelo indignado em nome de um inocente injustamente condenado, libelo contra um sistema judicial corrupto e uma opinião pública contaminada pela manipulação da verdade e pelos seus preconceitos (o condenado era judeu) através de uma campanha mediática "abominável". Num estilo que cruza o jornalismo e o manifesto, descreve a forma como um homem foi desonrado, julgado e condenado a prisão perpétua com base em provas falsas que, sendo consideradas "secretas", nem sequer lhe foram reveladas, e demonstra como o verdadeiro culpado foi absolvido por juízes cientes da sua culpa. Tem como título J'accuse...! (Eu acuso...!), e é uma defesa empolgada e empolgante da verdade e da justiça.

O seu autor, Émile Zola, sabia ao escrever o risco que corria - aliás, escreveu jogando nesse risco, o de ser acusado de desrespeito e difamação e de poder fazer do seu julgamento a demonstração do que afirmava. Conseguiu o que queria: virar a França a favor do inocente condenado (Dreyfus) - mesmo se à custa de reacções violentas contra ele e contra Dreyfus, incluindo motins anti-judaicos - e reabrir o respectivo processo, mas também ser julgado, três escassas semanas após a publicação do artigo. Foi condenado à pena máxima no caso, um ano de cadeia, a que escapou fugindo para o estrangeiro.

Zola voltaria a França para assistir à reabertura do processo Dreyfus, no qual este foi, incrivelmente, condenado de novo. Seria no entanto "perdoado" e acabaria ilibado em 1906, reintegrado e promovido no exército que o expulsara. Zola, arruinado pela defesa de Dreyfus, tinha morrido há quatro anos, sem ver satisfeita a sua exigência de justiça. Na verdade, a justiça nunca foi realmente feita: ninguém - nem os oficiais do exército que cozinharam a sua "culpa", nem os juízes e procuradores que o condenaram sonegando-lhe as provas, nem aqueles que a propagaram sem se esforçarem por conhecer a verdade - foi julgado pelo martírio de Dreyfus. As forças contra as quais Zola se ergueu, "fraco e desarmado" (como disse Anatole France no seu elogio fúnebre), nunca foram derrotadas - apenas o necessário para, naquele caso, lavarem a face, revendo a decisão que condenara um inocente. Fraco consolo.

O caso Dreyfus, como muitos outros antes e depois dele, mostra o ladro negro do poder do sistema judicial. Quando um sistema criado para certificar a procura e o triunfo da verdade despreza a verdade e funciona como se estivesse acima das leis por cujo cumprimento lhe cumpre zelar, instrumentalizando o extraordinário poder que lhe é conferido, não há Estado de Direito. Sem Estado de Direito, não há grande chance para a democracia, até porque não há para aí Zolas aos pontapés. O que há aos pontapés é gente que, quiçá imaginando-se da estirpe do autor de J'accuse, se compraz em funcionar como guarda avançada dessa instrumentalização da verdade. "O meu dever é falar, não quero ser cúmplice", escreveu Zola. É sempre boa altura para lhe honrar o repto.|(DN/lisboa)

Bárbara Borges

Alexandra Galo



publicado por pravdailheu às 21:25
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
Diário de Notícias de Lisboa e a carta rogatória enviada pelos ingleses que lança suspeitas sobre José Sócrates

Ingleses baseiam carta em dados fornecidos pela PJ

Neste documento a que o DN teve acesso, o Serious Fraud Office pede assistência judicial a Portugal para uma investigação que está a decorrer feita por este gabinete e pela Polícia da Cidade de Londres. O SFO invoca a lei inglesa, nos termos da qual tem jurisdição para investigar e abrir acções judiciais para crimes suspeitos em Inglaterra, País de Gales e na Irlanda do Norte que possam alegadamente parecer fraude grave ou complexa. Perante a lei, o Serious Fraud Office pode pedir aos tribunais portugueses que recolham provas para uma investigação criminal. Segue-se a transcrição da Carta Rogatória, no que se refere aos factos que a justificam e aos pedidos feitos pela polícia inglesa.

Pessoas a ser investigadas:

A Serious Fraud Office e a Polícia da Cidade de Londres estão a fazer uma investigação por suspeita de crimes. Esta investigação está relacionada com uma outra feita pelas autoridades portuguesas sob suspeita de suborno e corrupção relacionadas com o Freeport de Alcochete.

Os cidadãos do Reino Unido que se sabe terem ligações ao caso e que estão por isso a ser investigados são os seguintes:

1- Sean Collidge

2- Garry Russel

3- Jonathan Rawnsley

4- Rick Dattani

5 - Charles Smith

6 - William (Billy) Mc Kinney Jr

Há razões para acreditar que estas pessoas tenham cometido crimes de suborno e corrupção violando as leis de Inglaterra e do País de Gales. (...)

Os cidadãos indicados em baixo, que não são do Reino Unido, são considerados sob investigação por terem solicitado, recebido ou facilitado pagamentos que constituam os crimes indicados no anexo 1 (referência a todos os crimes que podem estar em causa)

7. José Sócrates

8. José Marques

9. João Cabral

10. Manuel Pedro

Resumo de factos e alegações

(...) A investigação relaciona-se com as circunstâncias seguintes:

A investigação centra-se no desenvolvimento comercial de um local onde estava localizada a antiga fábrica da 'Firestone', perto de Alcochete, junto da zona de protecção ambiental contígua à Ponte Vasco da Gama.

Em 1999, a empresa do Reino Unido R J McKinney conseguiu a pré-aprovação do projecto; o funcionário respectivo é William McKinney Jr. Uma empresa com sede em Portugal, a Smith&Pedro, foi usada como agente local para tornar mais fácil a concessão desta aprovação. Os líderes da Smith&Pedro eram Charles Smith e Manuel Pedro, e o empregado João Cabral.

As circunstâncias que levaram à concessão da aprovação estão a ser investigadas. Esta concessão acabou por ser concedida por José Marques, na altura o vice-presidente do Instituto de Conservação (da Natureza). A Polícia Judiciária de Portugal disse à SFO e à Polícia da Cidade de Londres que o facto de a aprovação ter sido concedida tendo em conta a existência de uma zona de protecção ambiental levanta uma forte suspeita de corrupção no procedimento de aprovação.

No ano 2000, a parte da RJ McKinney foi vendida a outra empresa do Reino Unido, a Freeport PLC. A Freeport tentou obter uma aprovada Avaliação de Impacto Ambiental, necessária para o desenvolvimento de um espaço comercial de comércio multifunções, que seria chamado Freeport.

Os representantes da Freeport para o desenvolvimento deste projecto na zona da Firestone eram Sean Collidge (Presidente do Conselho de Administração), Gary Russel (Director Comercial), Jonathan Rawnsley (Director de empreendimentos), Rick Dattani (assistente em Portugal de Jonathan Rawnsley).

A Freeport contratou a Smith&Pedro para ajudar a obter as licenças e aprovações, incluindo a Avaliação de Impacto Ambiental.

O primeiro e o segundo requerimento para a Avaliação de Impacto Ambiental foram reprovados pelo Ministério do Ambiente português no ano 2000. Charles Smith alegou, num interrogatório feito pela Polícia de Londres que a Smith&Pedro foi abordada entre estes dois requerimentos para o pagamento de um suborno considerável para que a aprovação fosse assegurada.

No dia 17 de Janeiro de 2002, os representantes da Smith&Pedro e da Freeport tiveram uma reunião com as entidades portuguesas, incluindo o ministro do Ambiente à época, José Sócrates, para discutir uma terceira apresentação da avaliação de impacto ambiental. Participaram nesta reunião Sean Collidge, Charles Smith, Gary Russel, Manuel Pedro, José Sócrates e outros funcionários públicos e municipais portugueses.

Foram discutidas nesta reunião as dificuldades com a Avaliação de Impacto Ambiental apresentada.

Alegadamente, neste mesmo dia, o ministro do Ambiente, José Sócrates, reuniu depois com Sean Collidge, Charles Smith, Gary Russel e Manuel Pedro. Nesta outra reunião, José Sócrates terá alegadamente feito um pedido equivalente a um suborno para assegurar que a Avaliação de Impacto Ambiental fosse aprovada favoravelmente.

Alegadamente, ter-se-á chegado a um acordo no qual a Freeport faria, por intermédio de Smith&Pedro, pagamentos a terceiros relacionados com José Sócrates.

Estas alegações são extraídas da Carta Rogatória da Procuradoria Geral da República do Montijo, de 12 de Agosto de 2005, suportada por uma série de emails retirados de computadores apreendidos nos escritórios da Smith&Pedro pela Polícia Judiciária portuguesa. Esta lista foi depois fornecida pela polícia judiciária à polícia de Londres.

(...)Estas alegações também foram feitas por Charles Smith numa reunião com Alan Perkins (ex-funcionário da Freeport) e com João Cabral no escritório da Freeport em Portugal no dia 3 de Março de 2006.

Alan Perkins gravou um vídeo da reunião sem o conhecimento de Charles Smith. Este vídeo encontra-se em anexo a um depoimento recolhido pela polícia de Londres, que foi divulgado às autoridades portuguesas (...).

Charles Smith negou mais tarde as alegações específicas de corrupção num interrogatório feito sob aviso no dia 17 de Julho de 2007 pela polícia de Londres.

Nas semanas depois do dia 17 de Janeiro de 2002, o ministério do Ambiente aprovou uma lei que alterava os limites da reserva natural que tinham impacto sobre o local do Freeport e o ministro do Ambiente apresentou um relatório favorável sobre a Avaliação de Impacto Ambiental. A terceira Avaliação de Impacto Ambiental foi aprovada a 17 de Março de 2002, dia das eleições das quais resultou que esse ministro tivesse perdido o lugar.

Mais tarde, a Freeport fez três ou quatro pagamentos em parcelas de 50 mil libras à Smith&Pedro. No vídeo de 3 de Março de 2006, Charles Smith alega que são pagamentos de subornos com o objectivo de satisfazer o acordo de 17 de Janeiro de 2002, a partir dos quais fez uma série de pagamentos em dinheiro a um primo de José Sócrates.

A SFO e a polícia de Londres foram informadas pela Polícia Judiciária na reunião no dia 9 de julho de 2008 de que tinham sido obtidas provas de uma série de saques em numerário que se julga estarem relacionados com esta alegação.

Foram feitas algumas alegações menos específicas de que teriam sido pagos montantes maiores - até 5 milhões de libras - a uma empresa de advogados em Portugal ligada a José Sócrates, e pagamentos de subornos a partir do Reino Unido. A SFO e a polícia de Londres foram informadas destas alegações na reunião de 9 de Julho de 2008.

A polícia de Londres e a SFO já deram informações às autoridades portuguesas através da assistência judiciária mútua, seguindo uma Carta Rogatória datada de 12 de Agosto de 2005 da Procuradoria Geral da República do Montijo.

Resumindo este foi o material fornecido:

1- Material bancário das contas do Freeport no Barclays;

2 - Material bancário da conta de Francesca Smith no HSBC;

3- Depoimento de Alan Perkins e documentos associados;

4- Transcrições de inquirições sob aviso de Jonathan Rawnsley e Charles Smith.

O autor desta carta pode dar mais pormenores sobre o material fornecido e alegações adicionais sobre a investigação no Reino Unido.

Assistência pedida

1. Lista de inquiridos

Podem, por favor, fornecer um índice ou uma lista de todos os indivíduos interrogados na investigação da da Freeport PLC e RJ McKinney e outros. Queiram confirmar se existe uma transcrição ou outro registo do interrogatório de cada um dos indivíduos se encontra disponível

2. Buscas

Queira confirmar as moradas nas quais foram feitas buscas ou a quem (com excepção dos bancos) foram formalmente entregues mandados judiciais obrigando a apresentar material relacionado com a investigação Freeport PLC e RJ McKinney e outros.

Queira confirmar as datas das buscas ou da entrega formal dos mandados de apresentação.

3. Índice do Material

Queira fornecer um índice ou uma lista do material, de computadores e de outro material digital (que não seja dos bancos) resultado de buscas, dos mandados de apresentação ou de outro modo relacionados com esta investigação na investigação do Freeport PLC e da RJ McKinney e outros

4.Material bancário

Forneçam, por favor, um índice ou lista de material bancário recolhido na investigação do Freeport PLC e da RJ McKinney e outros.

5. Material das vigilâncias

Queiram fornecer uma lista das escutas telefónicas ou outras vigilâncias realizadas nesta investigação na investigação do Freeport PLC e da RJ McKinney e outros.

6. Provas principais

Queiram fornecer uma colecção de documentos de prova centrais identificados que seriam usados para interrogatórios ou para a preparação de interrogatórios a serem feitos pela polícia de Londres e pela SFO na investigação do Freeport PLC e da RJ McKinney e outros.

7. Acesso a material e a testemunhas

No seguimento do pedido 6, para facilitar a investigação no futuro, queira por favor dar autorização para que os representantes da polícia de Londres e da SFO tenham acesso futuro ao conjunto completo de depoimentos de testemunhas e do material a que se referem estes pedidos, devendo ser isto acordado numa data futura.

8. Assistência pendente do Reino Unido

Queiram fornecer dados dos bancos, das contas bancárias e dos códigos de agência das contas bancárias de RJ Mckinney no Reino Unido que seriam solicitados por Portugal através da Assistência Judicial Mútua.

9.Material Bancário e de planeamento ainda pendente

Queiram por favor dar esclarecimentos actualizados sobre quais os dados bancários, para além daqueles do Reino Unido, que é considerado necessário para completar qualquer cadeia de provas relativas a quaisquer transacções que possam ter indícios de corrupção. Queiram por favor dar esclarecimentos actualizados sobre qual o material de planeamento que é identificado como necessário para completar qualquer cadeia de provas relativas a quaisquer procedimentos que possam ser corruptos.

10. Material na posse da Decherts

Está no anexo 2 um índice de material na posse da Decherts Solicitors (empresa de advogados) no Reino Unido. Além disso, a Decherts Solicitors tem imagens digitais do servidor da Freeport PLC. A SFO tentará obter a entrega deste material de forma voluntária ou por mandado judicial.

Queira identificar os artigos que constam do índice de materiais dos quais Portugal procuraria obter acesso por meio de assistência judicial mútua. Queira indicar uma lista de termos de busca que Portugal mandaria aplicar ao material digital através da Assistência Judicial Mútua, ou se é solicitada cópia completa da imagem".
(DN)

O "Mamanço" e a dança dos tachos no governo podre e oportunista do Dr. "Papadas"


1 -Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional

1.1 - Filha - Andreia Jardim - Chefe de gabinete do vice-presidente do Governo Regional


2 -João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional

2.21 -Mulher - Filipa Cunha e Silva - é assessora na Secretaria Regional do Plano e Finanças

2.2 -Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo) assessor da assessora

2.3 - Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex. conselheiro da Secretaria Regional) é assessor do assessor da assessora


3 -Brasão de Castro - Secretário regional dos Recursos Humanos

3.1 -Filha 1 - Patrícia - Serviços de Segurança Social

3.2 -Filha 2 - Raquel - Serviços de Turismo


4 -Conceição Estudante - Secretária regional do Turismo e Transportes

4.1 -Marido - Carlos Estudante - Presidente do Instituto de Gestão de Fundos Comunitários

4.2 -Filha - Sara Relvas - Directora Regional da Formação Profissional


5 -Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação

5.1 -Irmão - Sidónio Fernandes - Presidente do Conselho de administração do Instituto do Emprego

5.2 -Mulher – Directora do pavilhão de Basket do qual o marido é dirigente


6 -Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira

6.1 -Filho - Jaime Filipe Ramos - vice-presidente do pai


7 -Virgílio Pereira - Ex. Presidente da C.M. Funchal

7.1 -Filho - Bruno Pereira - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter sido director-geral do Governo Regional

7.2 -Nora - Cláudia Pereira - trabalha na ANAM empresa que gere os aeroportos da Madeira


8 -Carlos Castanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira

8.1 -Irmão - Leonardo Castanho – director Regional de Informática


9 -Rui Adriano - Presidente do Conselho de administração da Sociedade de Desenvolvimento do Norte e antigo membro do Governo Regional

9.1 -Filho - ???? - Director do Parque Temático da Madeira


10 -João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, administrador da Electricidade da Madeira e ex. Presidente da C.M. Funchal

10.1 -Filha - Patrícia - presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira

10.2 -Genro (marido da Patrícia) - Raul Caíres - presidente da Madeira Tecnopólio (sabem o que isto é?)

10.3 -Irmão - Luís Dantas - chefe de Gabinete de Alberto João Jardim

10.4 -Filha de Luís Dantas - Cristina Dantas - Directora dos serviços Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é administrador)

10.5 -João Freitas, marido de Cristina Dantas director da Loja do Cidadão


Acham correcto todas estas ligações? Está bem, sou eu que não gosto de políticos.

O poder é uma droga que vicia e que corrompe. 

(com a devida vénia do Política-pura-e-Dura)

 


As dores dos Magistrados fascistóides, aliados  de facto ao poder jardinista. Afinal quem é isento, não tem nada a temer!?

«Os magistrados contactados pelo DN recusaram tecer quaisquer comentários sobre esta questão, mas lamentaram a imagem de "falta de confiança" que, entretanto, passou para a opinião pública. Até porque o mal-estar generalizado continua. Não só pela iniciativa e discurso do PS/M, mas porque as "ideias-feitas", entretanto criadas, encontraram um meio de distribuição gratuito e anónimo. A proliferação de referências com cariz difamatório aos magistrados madeirenses inundou o esfera bloguista regional com repercussões

 para a credibilidade do MP, lamentou uma das fontes. ...» DN/Lisboa

 

 

 

 

Diário situacionista dos Blandys fala na casa de Alterne o Fugitivo que foi encerrada pelo Tribunal por haver práticas de prostituição e lenocínio, fala em dois polícias arguidos; mas esquece-se de falar num famoso frequentador desta casa o celebríssimo Dr. "Cajó" aqui ao lado na foto. Actualmente Carlos Santos cumpre castigo disciplinar no tribunal de Menores na cidade do Porto (mas atenção!Sempre a receber o mesmo Ordenado. Era padrinho do casamento do Rui Alves o "500". Ambos eram frenquentadores da casa de alterne. Foram aqui tiradas fotos onde o procurador aparecia abraçado a bailarinas brasileiras boazonas. Essas fotos foram cair nas mãos do Inspector do CSMP Dr. Emanuel Artur Santos Silva. Foi a desgraça do nosso "Cajó". Vejam a notícia do DN/Blandys O 'caso Fugitivo' foi conduzido pelos serviços do Ministério Público, em Lisboa. Porque lá com os magistrados do MP sediados na mamadeira, o caso era logo arquivado; uma vez que estão quase todos subserviêntes ao regime jardinista.

 
De cumpleaños        30/01/09Juan Francisco Moreno / EFE
De cumpleaños. Los Príncipes de Asturias bromean en Yecla con una niña, hija de inmigrantes sudamericanos, que lleva una bandera española en la mano, tras la visita que han realizado al ayuntamiento de la localidad. El Príncipe ha cumplido 41 años en Murcia (Em baixo foto da recente greve no metro parisiense)
Pasajeros en el andén en Francia (30/1/2009)
Bella Jolie      30/01/09
Michael Caronna / REUTERS
Bella. La actriz Angelina Jolie posa en la presentación de 'El Intercambio' en Tokyo..

Fotos de Gyselle Soares



publicado por pravdailheu às 22:18
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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
Os ingleses apertam o cerco á volta de José Socrates no caso das "luvas" do Freeport

A Justiça Portuguesa , finge que investiga mas já não convence os portugueses. A justiça em Portugal ainda é uma extrutura fascista que nunca sofreu qualquer tranformação com a Revolução de Abril. A investigação do caso "Casa Pia" destapou a careca do MP e da Justiça portuguesa perante todos os portugueses que se preocupam minimamente com as questões de cidadania. . Os Ingleses já têm a certeza das "luvas" que José Sócrates embolsou, via sobrinho, via off-shoore. (falam em 8 milhões de Euros). Os Portugueses bem pensantes já têm poucas dúvidas.Estas só existem para o MP português. No nosso país a Justiça só funciona para os pequenos; quanto ao resto estamos conversados.

Freeport
Sócrates denuncia
Sócrates denuncia "campanha negra"
Na carta, os ingleses falam de uma reunião de 17 de Janeiro de 2002 onde estiveram Sean Collidge, Sócrates, Smith e Manuel Pedro.Na carta, os ingleses falam de uma reunião de 17 de Janeiro de 2002 onde estiveram Sean Collidge, Sócrates, Smith e Manuel Pedro

«Na carta rogatória, segundo apurou o CM, as autoridades de Londres requerem a verificação dos movimentos bancários de Sócrates durante o período em investigação. Os britânicos dizem que detectaram um encontro, a 17 de Janeiro de 2002, entre Sócrates, que titulava a pasta do Ambiente, com Charles Smith, Manuel Pedro e Sean Collidge. Nessa altura, segundo os investigadores britânicos, terá sido discutido o pagamento de ‘luvas’. A investigação a partir de Londres sustenta que houve pagamentos em parcelas enviadas para a empresa de Smith e também para um primo de Sócrates. Os depósitos eram de 50 mil libras e terão sido três.

Terá havido também uma outra transferência de cinco milhões de libras para um escritório de advogados. Dizem as autoridades britânicas que o mesmo escritório teria ligações ao então ministro e hoje primeiro-ministro e que haverá um e-mail enviado para o domínio pessoal de Sócrates a partir da empresa Smith & Pedro. A mesma carta rogatória aponta como suspeitos João Cabral, na altura director de projectos da Smith & Pedro e actual colaborador do Freeport, e José Marques, então presidente do Instituto de Conservação da Natureza.» (CM)


As coorporações fascistas dos Juízes dos Tribunais e do MP, querem fazer a folha á juíza Amália Morgado do Porto por a mesma ter denunciados situações graves no funcionamento da Justiça em Portugal. Qualquier dia Vai acontecer o mesmo ao Sr Bastonário da Ordem dos Advogados. O sistema Judicial Fascista, é um rôlo compressor pronto a esmagar todo aquele que ouse afirmar que o rei vai nú.

 

 

 

Juíza vai a julgamento por difamação a procuradora

 
V.P.B.

«Uma juíza-desembargadora do Tribunal da Relação do Porto decidiu, esta quarta-feira, mandar para julgamento a juíza Amália Morgado, ex-presidente do Tribunal de Instrução Criminal do Porto. Imputa-lhe o crime de difamação agravada contra a procuradora Teresa Morais, do DIAP do Porto.

Em causa estão declarações da entrevista de Amália Morgado ao JN de 10 de Setembro de 2007. Nessa ocasião, a magistrada disse ter suspeitas da existência de corrupção na justiça e aludiu ao envio, recente, de uma participação que fez ao "topo da hierarquia" sobre um caso que "não batia certo".

O dossiê foi enviado ao procurador-geral da República, Pinto Monteiro. Os factos estão relacionados com um processo em que Carolina Salgado foi acusada por autoria moral de incêndios nos escritórios de Pinto da Costa e do advogado Lourenço Pinto. Ao alegado executante confesso do crime foi proposta a suspensão provisória do processo, que Amália Morgado recusou homologar.

Face ao dossiê e à entrevista, a procuradora Teresa Morais, titular daquele inquérito, juntou as duas situações, sentiu-se identificável e apresentou queixa por difamação.

A procuradoria-geral distrital do Porto deduziu acusação, mas Amália Morgado requereu instrução para tentar evitar a ida a julgamento. A desembargadora a quem foi distribuído o processo entendeu mandá-la para julgamento, por considerar haver mais probabilidades de condenação do que absolvição. Argumentou, ainda, que eventuais dúvidas devem ser discutidas em julgamento.

Pela entrevista, a agora juíza no Tribunal da Execução de Penas de Coimbra foi punida pelo Conselho Superior da Magistratura (CSM) com 12 dias de multa, por alegada violação do dever de reserva.» JN

 Pravda-ilhéu está solidário com Amália Morgado. Nós aqui desta lado do Atlântico,também lutamos contra a mesma canalha que inquina a justiça . Por aqui há muitas Teresas Morais também!

 Numa  Segunda-feira, Agosto 18, 2008 ( a propósito, recuperamos aqui um post do super-blog rouxinol de Bernardimpara os nossos leitores ajuizarem)

O Fado de Amália Morgado

 

 «A juíza Amália Morgado foi condenada a «doze dias de multa» por não cumprir o dever de «reserva», falta de «respeito para com colegas», não criar «confiança na justiça».
Será punindo o delito de opinião que se cria confiança na justiça?
A reserva é sinónimo de pactuar com o arbítrio, a falta de respeito será dizer verdades? Se o comportamento de alguns colegas merece censura por que não fazer essa censura?
A «lei da rolha» é credibilizante para a justiça? A transparência é um atentado à corporação?
O CSM ao punir quem teve a coragem de dizer o que sentia, no pressuposto de ao fazê-lo tentar melhorar a dita justiça e não ofendê-la, terá contribuído para a credibilização da justiça?

Espero que perguntar não ofenda...»


 O sistema cooporativo dos Juízes dos Tribunais e dos magistrados do MP em Portugal, não perdoam a quem trair a sua "irmandade". Por isso mesmo são severamente punidos para  servir de exemplo os elementos que fizerem chichi fora do penicão!. 

Eles são do tipo: "Quem me toca no dedo mindinho, toca-me nos dedos todos".

 o povo está atento e vigilante para com a canalha fascista!

Dr."Papadas" reagiu ao direito de resposta do dirigente político madeirense Gil Canha publicado no Diário situacionista dos Blandy e que ontem fizemos referência na nossa edição. Mais uma condenação espera o nosso amigo ás mãos das juizinhas de pacotilha totalmente subserviêntes ao regime jardinista mamadeira.

Jardim manda processar empresário
O presidente do Governo Regional da Madeira, tal como dá conta uma nota enviada pelo seu gabinete, «mandou processar um conhecido empresário imobiliário, mediatizado pelas suas incursões ambientalistas e partidárias».
Tal como refere a nota enviada pelo gabinete de Alberto João Jardim, «numa carta ao “Diário de Notícias”, o referido (empresário) fala em “podridão jardinista”, pelo que o líder do Governo Regional se sente atingido».

Notas da Redacção: Juíza facistóide *Elsa Maria Mota Serrão, "esposa" ex-vereador da CMF Duarte Gomes o tal dos edifícios VIP no Imaculado Coração de Maria na cidade do Funchal que foi chumbado pelo juíz maçónico Paulo Pereira de Gouveia, por violar o PDM, aparece como testemunha abonatória em vários processos judiciais do regime  Jardinista, contra cidadãos antifascistas ilheús que se opõem aos desmandos do regime de ladrões que rouba os madeirenses há 30 longos anos! (Esta é mais uma daquelas do naipe daquela dos sete maridos; estamos conversados)

Ana Paula Vieira Moniz chefe da PSP, também surge num fax enviado á nossa redacção,com a indicação igual á da senhora anterior. O regime mamadeira tem muitos senventuários, prontos a lamberem as botas ao regime jardinista.

*A senhora exerce funções de magistrada no Tribunal de Família e Menores do Funchal há mais de dez anos

foto noticia O Intendente Jorge Cabrita é o novo comandante da PSP da Madeira. Veio de Portimão onde exercia funções de comando.Foi esta tarde recebido pelo "Raínha de Inglaterra" presidente da ALM.  A Polícia aqui na região tem sido alvo nos últimos anos uma rotatividade de Comandantes; o que tem enervado o "Papadas" Jaime Ramos e outros tubarões do regime Mamadeira. Só fazem mini-comissões de 6 meses. Não há tempo  para o regime Jardinista mover os seus tentáculos para exercer o seu tráfico de influência, á semelhança do que já faz com as magistradas do MP e as Juizinhas de Pacotilha com a sete-maridos á cabeça.O Farinha da PJ está a ser permanentemente assediado pelas girls do regime a ver se o domesticam. É que o amigo investiga importantes dossiês de figurões corruptos do regime jardinista!

Camila en una cuadra     29/01/09
Stephen Hird / REUTERS
En una cuadra. La pareja del Príncipe Carlos de Inglaterra, Camilla, observa a uno de los caballos que forman parte de la cuadra de la Policía montada inglesa.
Cogido por la pechera       29/01/09
REUTERS / RIA Novosti
Cogido por la pechera. El presidente ruso Dmitry Medvedev ayuda a ponerse la cazador al líder cubano Raúl Castro dentro de la visita que está llevando a cabo el líder caribeño por Moscú.
Jolie en Japón (29/1/2009)
Everett Kennedy Brown / EFE
Angelina Jolie en la presentación de la película El curioso caso de Benjamin Button en Tokio

Fernanda Tavares

Luana Bona

 

Natália Casassola

Natália Casassola

 

Viviane Bordin



publicado por pravdailheu às 19:31
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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
A República paga a residência para estudantes,da UMA e não é representada na inauguração

 

 A benção da residência foi feita pelo padre Marcos Pinto. ( tem de haver sempre um padre a benzer). Como conciliar o conhecimento científico duma universidade com a doutrina feudal da igreja que tresanda a Idade Média.

 Na ilhota mamadeira a Igreja tem um peso tão grande , que até na Universidade tem influência. Na instituição do rigor científico também entra o misticismo da religião, com toda a sua corte de feudalismo, mentiras e atraso. Vejam e meditem nesta contradição. (veja a notícia no DN/Blandy)

Residência universitária (oportuno Comentário de Carlos Pereira no seu blog) 

 «A residência universitária foi inaugurada ontem sem a presença de quem a pagou: o governo da república!»

QUEM ESTÁ VERDADEIRAMENTE POR DETRÁS DO DEPUTADO COELHO? (Comentário dum fascista encartado)

 


A farsa foi desde o início bem encenada por AJJ e teve dois objectivos principais: enfraquecer à esquerda o PS, usando o MPT e à direita o CDS, usando o PND. Jardim venceu em toda a linha e conseguiu a maior maioria absoluta  de sempre. Daí ser verdadeiramente hilariante a farsa pública diária da Nova Democracia ser contra o Sistema Jardinista quando é, na prática, o seu aliado nímero 1. Tudo o resto é teatro do bom, é certo! É assim a política!

Mas agora Jardim assustou-se. Sintomático é que não tenha ainda decidido que é o candidato do PSD a Câmara de Lobos. Jardim teme a derrota para o MPT de Isidoro. Vai daí e recorre de novo ao novo protagonista da política da Madeira: o (ex) deputado Coelho, agora candidato do PND a Câmara de Lobos com o objectivo, diz ele, de derrotar o homem do Partido da Terra. É a forma que Jardim escolheu para dividir os votos. Ataca o MPT, divide o PS e o PSD vence de novo. Magistral sem dúvida. Mas será que desta vez volta a vencer?
 
 

Mais um juíz "cabrão" a enxovalhar a justiça em Portugal:

Tribunal liberta homicida confesso

O Tribunal de Lousada ordenou a libertação de um indivíduo que se encontrava detido depois de confessar ter morto 'acidentalmente' a tiro a companheira, revelou uma fonte do Estabelecimento Prisional de Guimarães ligada ao processo.
 De acordo com esta mesma fonte, o indivíduo, um homem de 26 anos que estava detido há mais de seis meses, foi posto em liberdade terça-feira à noite, por ordem do juiz de Instrução do Tribunal de Lousada, por excesso de prisão preventiva.

A detenção de F. Meireles ocorreu em 16 de Junho do ano passado, no mesmo dia em que Sandra Azevedo, de 27 anos, companheira do detido, foi atingida mortalmente a tiro.  

O casal, que vivia na freguesia de Lustosa, em Lousada, tinha três filhos  menores. Na altura, o homem confessou ter atingido mortalmente a companheira após uma discussão, salientando, contudo, que tudo ocorrera de “forma acidental'.CM

 Comentários de leitores indignados:

28 Janeiro 2009 - 16h01  | Vitor Santos
«Se ao menos fosse o juiz para a cadeia e saísse só quando julgasse o criminoso. Assim sim havia justiça»

28 Janeiro 2009 - 14h28  | Pobre Mentalidade
«Assassino com excesso de prisao? A mulher que matou apanhou prisao perpetua e num cemiterio. Lei sem dor e alma.»

El circo llega al Vaticano     28/01/09
Danilo Schiavella / EFE
El circo llega al Vaticano. El Papa Benedicto XVI acaricia un cachorro de león durante la audiencia general de todos los miércoles celebrada en el Aula Pablo VI del Vaticano. El Pontífice se vio sorprendido con una exhibición circense al ritmo de una alegre tarantela durante un breve intermedio entre la catequesis y los saludos de Benedicto XVI en varias lenguas. Una vez finalizada la intervención de los acróbatas, el Papa se levantó para acariciar un cachorro de león que portaba en brazos uno de los domadores del circo.
Escultura de Obama      28/01/09
REUTERS / Merlin Studios
El artista Colin Jackson trabaja sobre una escultura de Michelle Obama realizada en arcilla. Esta figura es el molde para posteriores trabajos.
Mujeres policía votando en Irak (28/1/2009)
Mushtaq Muhammed / Reuters A Idade Média no Séc.XXI
Voto femenino en Irak. Mujeres policía uniformadas votan en Kerbala para las elecciones provinciales iraquíes.
Capello en la televisión italiana        28/01/09
REUTERS / Mediaset Press Office
El seleccionador inglés Fabio Capello se quedo petrificado cuando pudo ver de cerca a la artista Danah Matthews en un programa de televisión italiano.
Rachida (28/1/2009)
Yoan Valat / EFE
Rachida Dati, ministra francesa de Justicia, a su salida de una reunión del consejo de ministros en el Palacio del Elíseo en París.
Mujer con medias negras (28/1/2009)
Hannibal Hanschke / Reuters
Mujeres en negro. Una modelo con un diseño del alemán Torsten Amft en un desfile previo a la apertura de la semana de la moda de Berlín.
Estudiantes con antorchas en Cuba (28/1/2009)
Enrique De La Osa / Reuters
Antorchas en la noche. Marcha de estudiantes universitarios cubanos por el 156 aniversario del natalicio de José Martí en La Habana.


publicado por pravdailheu às 18:49
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009
Ataque do regime troglodita jardinista ao ambientalista Gil Canha

Como não é possivel atacar o nosso activista e caça- corruptos do governo jardinista ,toca a perseguir a sua família. Desta vez a vítima é própria irmã do conhecido activista,dirigente político e homem público. A notícia é mais do que esclarecedora no Diário situacionista do grupo Blandy,que não pára de fazer fretes ao regime jardinista.

«A casa pertencente a dois dos autores da acção popular contra as 'moradias VIP' também está por legalizar. Numa espécie de 'faz o que eu digo não faças o que eu faço', o casal Ladeira (Ricardo e Adriana, esta última irmã de Gil Canha) subscreveu a acção popular, em 2005, mas trava uma luta, desde 2002, para que a sua casa, no impasse do Jardim Botânico, seja legalizada. ...» leia tudo no Diário dos Blandys

 "O Jumento" :BalançaEm defesa da justiça

 
Os portugueses não se sentem bem sem criticarem os poderes instituídos, a justiça é, a par dos políticos, uma das maiores vítimas dessa manifestação de frustração nacional, não há dia que os coitados dos magistrados não sejam acusados de todos os males o que justifica que os seus representantes sindicais andem mais preocupados em justificar os processos do que com os direitos laborais daqueles que representam.

Que a justiça é lenta, que não funciona, que os pedófilos e corruptos se escapam, enfim, um sem fim de acusações injustas.

A justiça é lenta?

Ainda bem, já viram o que sucederia se os tribunais cíveis fossem rápidos a julgar? Ainda antes da EDP ter cortado a energia eléctrica já uma qualquer vara nos tinha penhorado o cão, teríamos de andar todos com as contas em dia e já não poderíamos ir aos saldos com o dinheirito amealhado à conta do adiamento de algumas contas. E o que seria da habitação se depois de falharmos uma prestação fossemos para a rua, ou o senhorio conseguisse uma acção de despejo por alugarmos um quarto a um estudante por um montante quatro vezes superior ao da renda e sem pagar qualquer imposto, mesmo depois de deduzirmos a renda do IRS, sendo o IRS poupado compensado nas contas do Estado pelo aumento do IRS do senhorio resultante da mesma renda? E já nem falo das nossas empresas, se de um dia para o outro fossem forçadas a cumprir escrupulosamente com as suas obrigações em vez de atrasarem os pagamentos os pagamentos então é que iríamos saber o que é uma crise económica a sério.

Que os corruptos não são condenados?

Vejam o Caso Freeport, o mais recente exemplo de justiça à portuguesa, Sócrates até pode ser inocente neste caso mas todos sabemos que é um malandro, ainda por cima ousou mexer nas mordomias dos juízes, algo que Salazar tinha concedido em sinal de gratidão e carinho. Até pode suceder que Sócrates se escape de um julgamento, mas pelo sim pelo não já foi julgado na praça pública, os investigadores poderão não chegar a provar nada, mas tiveram o cuidado de promover a sua condenação pública, isso do tribunal fica para mais tarde. Em Portugal poderão não haver muitos julgamentos por corrupção, mas há o que não faltam é condenados, até porque a nossa justiça é tão célere e eficaz que neste casos primeiro condena ou manda condenar e depois investiga.

Alguém está interessado em saber o que se está passando no julgamento do processo Casa Pia? É evidente que não, os réus já foram condenados muito antes da primeira sessão do julgamento, à semelhança de outros, incluindo alguns que nem foram arguidos. Aliás, ninguém tem dúvidas de que as testemunhas falavam verdade e só é pena que não tenham acusado mais alguns, acertaram no Ferro Rodrigues mas deixaram escapar o Sócrates e o António Vitorino, provavelmente não constavam no famoso álbum de fotografias.

É uma injustiça dizer que a nossa justiça não funcionam, quando os nossos magistrados se desunham a trabalhar a e tudo fazer para assegurar a condenação de todos os suspeitos.

Afinal de contas Sócrates não inventou nada com as suas modernices, muito antes da empresa na hora á tínhamos a condenação na hora, a desburocratização do Estado nada é ao pé de uma justiça que condena sem acrescentar uma única página ao processo. O que seria deste país sem esta justiça “Simplex”?

 
O Jumento, às 12:30

Morreu John Updike

As suas obras, várias delas distinguidas com alguns dos mais prestigiosos prémios literários - nomeadamente dois Pulitzer e dois National Book Awards - estiveram muitas vezes nas listas dos 'best-sellers' nos Estados Unidos.» (CM)Pingüinos Rey en la Antártida (27/1/2009)

O pinguim imperador alimenta o seu filhote no Àrtico

Madre y soldado (27/1/2009)
Alissa Everett / Reuters
Madre y soldado. Una mujer soldado carga con su hijo y sus armas en Mushake, República Democrática del Congo, donde combaten a los rebeldes hutus.
Cataratas de Iguazú (27/1/2009)
Jorge Adorno / Reuters
As cataratas de Iguazú, vistas do lado brasileiro.

pmm.jpgO caso Freeport (Sócrates com culpa no Cartório apesar da núvem de fumo levantada pala imprensa burguesa)

«Não sei se o Primeiro-Ministro, que era Ministro do

Ambiente em 2002, tem ou não culpas directas no escândalo

do caso Freeport.

É um caso que compete à Justiça esclarecer para

bem da transparência da vida pública.

O que não há dúvidas, como frisou Francisco Louçã,

é que é necessário tomar medidas para que estes casos

não se repitam.

O projecto de construção do empreendimento Freeport foi chumbado por 2 vezes por

violar as regras da Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo.

Mas à terceira foi de vez. Foi aprovado em 20 dias mesmo com irregularidades e 3 dias

antes das eleições de 2002 alteraram o decreto-lei que protegia aquela zona para que o

Freeport nela coubesse.

Isto foi feito pelo “governo de gestão” de António Guterres cujo Ministro do Ambiente

era José Sócrates. Coincidência ou não, aconteceu.

Se houve reuniões ou não, se houve “luvas” ou não, se outras ilicitudes ocorreram ou

não, a Justiça tem que esclarecê-las.

O que parece óbvio é que um “governo de gestão” não pode tomar decisões desta importância,

como também o Governo PSD/CDS veio a fazer com o Casino de Lisboa.

Justificam este facilitismo na atribuição de licenças aos chamados Projectos de Interesse

Nacional (PIN’s). Mas que interesse nacional?

Basta ver os interesses privados no caso Freeport e no Casino de Lisboa para ver que

de nacionais pouco têm.

Há que acabar com esta facilitação.

Este caso revela ainda que, como em todos em que há alegações de corrupção e tráfico

de influências, são encontrados off-shores que encobrem o rasto do dinheiro movimentado.

Daí que se pergunte ao Primeiro-Ministro – está disposto a tomar medidas que evitem

casos como este?»Ver Diário Cidade

Julio Monteiro esteve nas últimas décadas à frente de várias empresas imobiliárias e de construção (publico)
Investigação à alegada corrupção no licenciamento do “outlet” de Alcochete
Caso Freeport: tio facilitou encontro entre Sócrates e Charles Smith 
23.01.2009 - 21h30 PÚBLICO
O tio materno de José Sócrates, Júlio Monteiro, admitiu ter proporcionado o encontro entre o actual primeiro-ministro e Charles Smith, sócio da Smith & Pedro, empresa contratada para conseguir o licenciamento do Freeport. As declarações fazem parte de uma entrevista dada pelo tio do ex-ministro do Ambiente ao semanário “Sol” e que será publicada amanhã. Paralelamente, um primo de Sócrates, Nuno Carvalho Monteiro, confirmou ao "Expresso" a existência de um encontro entre um intermediário do negócio do Freeport e o então ministro do Ambiente.
Os ingleses sabem que pagou-se em Portugal 4 milhões de euros em luvas, agora quem as recebeu a coisa dilui-se nas sociedades off-shore. E então em Portugal a culpa morre sempre solteira. A justiça só funciona para os pobres. A burguesia está protegida como sempre! Análise do Pravda
«É uma maçada ter uma família destas e não ter explicado bem o encontro, isso desgasta», disse Marcelo.
12h22 - José, Coimbra (comentário no Público)
Oxalá a PJ e a PGR não façam encalhar o caso, como aconteceu em 2005. Têm que ser os estrangeiros a investigar, porque aqui não há objectividade judicial. Veja-se o Pedroso e o caso Casa Pia... Não haverá nenhum pedófilo português em Inglaterra para os serviços ingleses poderem investigar a fundo o caso Casa Pia? É que com esta alteração ao código penal, para livrar os pedófilos socialistas, já não confio no sistema judicial português... E vem ele agora com a teoria da conspiração, como se as autoridades inglesas estivessem muito preocupadas com as eleições portuguesas... Mas que paranóia tão demagógica
Com a devida vénia ao Diário de Notícias


'El País' compara Jardim a Muammar Kadhafi

LÍLIA BERNARDES, Funchal
Ver imagem em tamanho realAlexandro Pestana - www.miradouro.pt disse...

Este é o primeiro passo de uma avalanche de artigos semelhantes a este que vão surgir por todos os mass media da Europa... O povo Madeirense vai ser cada vez mais visto do exterior como uma manada de pacóvios porque votam numa pessoa que não merece o altar que tem, muito menos durante tanto tempo.

A União Europeia tem de saber como funciona a pseudo-democracia na miserável região para onde eles se tem fartado de mandar milhões de euros provenientes dos impostos dos outros cidadãos europeus... Se o regime não cai por dentro, vai ser dinamitado também de fora... MUITO BEM FEITO... A verdade vem toda ao de cima! Tinha de ser um jornalista Espanhol a ter a coragem de fazer isto, já que se um jornalista da região escrevesse tal coisa, coitado estaria desgraçado, tinha de ir com a família fora da Madeira viver!

Ainda foi pouco... E em Fevereiro a montanha vai parir muitos ratos com o dossier corrupção...

Adriana Lima

Adriana Lima
 

Ah GANDA CID! Vamos lá a parar com a merda da banana, rapaziada!
Vê se logo que aquele pessoal estava a provocar propositadamente o pobre do homem... aconteça o que acontecer ele é um icon na música nacional e o facto de se gostar ou não do que ele faz nao implica que se lhe estrague o trabalho, mas o importante é que o video tá engraçado e foi isso que o resolvi colocar no blog.
Os Homens da Luta no fecho da Universidade Independente.KIRIKIRIKIRIKIRI! KIRIKIRIKIRIKIRI!

 

 
"chegaram agora aqui alguns alunos com..humm..err...estes altifalante"


publicado por pravdailheu às 17:53
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
Mais um Gaulês ilustre a escrever hoje importante reflexão no Diário Cidade

 

 "Não Há machado que corte, a raiz ao Pensamento"

 

 

 

«Fernando Pessoa escreveu

em tempos que “Pensar

incomoda como andar

à chuva”. O pensamento

de Pessoa não deixa de ser

acertado e pesadamente

incómodo para todos aqueles que se afirmam pelo

“pensamento único”.

Na verdade, pensar incomoda. Mas, escrever, incomoda

ainda mais…

Numa terra como a nossa, pequena, miúda nas conversas

e graúda nos factos quase mesquinhos, o acto

de pensar é muitas vezes confundido como uma

execução proibida e interdita. Veja-se, por exemplo,

na atmosfera político-partidária, onde reina a castração

de mentes em disciplina, o comportamento que é

votado àquele que pensa de maneira diferente. Ai do

que ousar pensar e clamar pela diferença.

Pois é, pensar incomoda. Aborrece os demais e desobedece

ao “pensamento único”.

O saudoso Zeca Afonso imortalizou a frase” não há

machado que corte a raíz ao pensamento”. Há dias,

Cristiano Ronaldo, à entrevista de Judite de Sousa

reiterava o seguinte: “O facto de ter saído da Madeira

mudou muito a minha maneira de ser e de pensar”.

Como nós o compreendemos…»

 

 

Capa Diário Cidade(veja Cidade)

 

Pensar

incomoda

OPINIÃO

  Jornal espanhol El País faz importante estudo para caracterizar o Regime Fascista (camuflado de democrata) do Dr."Papadas" regente do Reino mamadeira. Leiam na íntegra, porque é interessante.

REPORTAJE: PARAÍSO BAJO CONTROL

Presidente eterno

 

Cómo el líder de la autonomía de Madeira mantiene el control de la isla desde hace 30 años

FRANCESC RELEA 25/01/2009

 

 
Alberto João Jardim, 65 años, es un político fuera de lo común, que ostenta el récord mundial de permanencia en el poder por vía democrática. Nada menos que 30 años como presidente del Gobierno Regional de Madeira, entidad autónoma de soberanía portuguesa, ganando elección tras elección por mayoría absoluta. Sólo Muammar el Gaddafi acumula más tiempo como líder supremo de Libia (39 años), pero el coronel nunca se ha sometido al veredicto de las urnas.(

Adorado y odiado, Jardim no deja indiferente a nadie. Su carácter histriónico y el talante caudillesco le llevan a despreciar, insultar e incomodar a sus adversarios políticos, y también a quienes están en su bando, el Partido Social Demócrata (PSD). Estas cualidades personales no son impedimento para que el presidente regional de Madeira sea miembro de las más altas instancias portuguesas, como el Consejo de Estado y el Consejo Superior de la Defensa Nacional.

Jardim es un producto genuinamente madeirense, catapultado a partes iguales por la Iglesia y el antiguo régimen. Durante la dictadura fue el protegido del hombre del salazarismo en Madeira, su tío Agostinho Cardoso, cuyo pensamiento derechista quedó reflejado en las columnas, a veces incendiarias, que publicaba en La Voz de Madeira, altavoz del dictador en la isla. Hoy, Jardim es el caudillo local del PSD, cuya versión madeirense poco tiene que ver con el primer partido de oposición a escala nacional en Portugal. En Madeira, son del PSD viejos cuadros del salazarismo que conservan cargos locales.

Treinta años en el poder y el pueblo le sigue votando. ¿Cuál es la clave del éxito? El dinero, en primer lugar. Madeira ha sido durante décadas la región portuguesa que, proporcionalmente, más se ha beneficiado de la solidaridad nacional y de la Unión Europea (UE). El régimen autonómico le permite recaudar íntegramente todos los impuestos que se pagan en el archipiélago, sin devolver nada a Lisboa; el Estado portugués aporta unos 300 millones de euros por año para compensar los efectos de la insularidad; y, durante décadas, la UE ha inyectado grandes sumas de dinero: 2.000 millones de euros en los fondos comunitarios de los últimos 15 años. Con este colchón, ¿quién no gana unas elecciones por mayoría absoluta? "En estas condiciones, ni el Papa sería capaz de derrotar a Jardim", dice el diputado socialista Carlos Pereira, uno de sus críticos más mordaces.

En medio del Atlántico, a 313 millas marinas de la tierra firme más próxima (la costa africana) y a dos horas de vuelo de Lisboa, está la isla de Madeira, con 200.000 habitantes. Otros 600.000 viven en el exterior como emigrantes, repartidos sobre todo entre Venezuela y Suráfrica. Destino tradicional del turismo de la tercera edad, con predominio británico, y escala de grandes cruceros que surcan el Atlántico, la isla ha cambiado de cara en los últimos 30 años, dejando atrás parte de la pobreza ancestral, con la construcción de túneles, viaductos y vías rápidas que permiten el acceso hasta las zonas más alejadas. La obra pública fue desde el primer día la gran apuesta de los Gobiernos de Jardim. Contaba para ello con los cuantiosos fondos recibidos desde Lisboa y Bruselas. "Con millones hago inauguraciones, con inauguraciones gano elecciones", fue el lema que le permitió triunfar por mayoría absoluta en nueve comicios consecutivos. Haciendo caso omiso a las recomendaciones del Tribunal Constitucional, las inauguraciones se han convertido en actos de campaña, con comidas pagadas a la población.

En Madeira, la línea que separa medios de comunicación y propaganda es imperceptible. El Telejornal de la cadena pública RTP Madeira es conocido popularmente como TeleJardim. De la decena de emisoras de radio privadas, todas reciben subsidios del Estado. El Jornal de Madeira, antaño propiedad de la Iglesia, es el único diario estatal en Portugal como instrumento de propaganda política. La ley impide que sea gratuito y se vende al precio simbólico de 10 céntimos.

"Jardim gana siempre porque tiene una maquinaria de propaganda gigantesca. Aparece todos los días en la televisión local, donde no existen los debates. La prensa está amordazada y hay miedo a informar", dice Carlos Pereira, portavoz del grupo socialista en el Parlamento regional, que vivió en carne propia el clima político agobiante para los disidentes que impera en Madeira. En 2005 era director del Centro Internacional de Negocios, zona franca libre de impuestos, cuando decidió competir por la alcaldía de Funchal en las municipales de aquel año. "Perdí tras una tremenda campaña del miedo. Pero lo más grave fue la persecución personal y discriminación social. Hasta el grupo de compañeros con los que corría los domingos se apartó de mí. Finalmente, lograron mi dimisión como director de la Zona Franca".

Los 30.000 funcionarios repartidos en dependencias de la administración regional, ayuntamientos y servicios de la República son un pilar fundamental del régimen de Jardim. Es una cifra que habla por sí sola para una población activa de 120.000 personas y que absorbe el 23,9% del presupuesto de Madeira. No es preciso preguntar por quién vota este ejército de burócratas en cada consulta electoral.

Los ministros rara vez comparecen para rendir cuentas. Y temas no faltan. La deuda global, por ejemplo, asciende a 3.000 millones de euros, que equivale a la mitad del PIB regional. Sí acude a la Cámara, en alguna ocasión, el presidente, a quien el reglamento le autoriza a hablar sin límite de tiempo y no le obliga a responder eventuales preguntas de los diputados. El debate brilla por su ausencia en un Parlamento que no ejerce sus funciones de fiscalización, y en cuya Mesa sólo está representado el PSD, partido oficialista. Sus señorías, además, no están sujetas a ningún régimen de incompatibilidades, caso único en Portugal, lo que les permite hacer negocios con o al margen del Gobierno.

"La democracia es una apariencia en Madeira", afirma João Marques de Freitas, ex fiscal general adjunto, que reconoce que la manera de vivir tranquilo es "no meterse en política". Por eso, "mejor hablar de fútbol y de Cristiano Ronaldo".

Para anomalías, la registrada el mes pasado en una sesión plenaria de la Cámara, en la que el diputado José Manuel Coelho, del grupúsculo opositor Partido Nueva Democracia (PND), acusó al Gobierno de Jardim de "nazi-fascista", tras lo cual exhibió una bandera con la cruz gamada. Al día siguiente, agentes de seguridad privada impidieron la entrada del diputado en las dependencias parlamentarias.

La oposición, sea de izquierda o de derecha, coincide en que el régimen político de Madeira tiene todos los tics de una república bananera. En plena Europa. "El Gobierno confunde mayoría absoluta con poder absoluto", subraya José Manuel Rodrigues, presidente del Centro Democrático Social (CDS), el partido que ejerce como oposición de derecha.

Pese a la unanimidad de las críticas, que el presidente Jardim ha rehusado comentar en las páginas de este periódico, en 30 años no ha cuajado un frente opositor. La explicación, probablemente, no hay que buscarla en Madeira, sino en Lisboa, donde hay un gran desconocimiento y desinterés sobre lo que ocurre en aquella isla en el Atlántico. "No hay voluntad política de mirar a Madeira como parte de Portugal", lamenta Carlos Pereira. El País)

Liebre escapa a águila (26/1/2009)
Àguia tenta caçar Coelho
Santander granizado (26/1/2009)
Alberto Aja / EFE
Granizo en Santander.
Travesti cubano (26/1/2009)
Alejandro Ernesto / EFE
Zulema del Prado se prepara para un espectáculo travesti en Santa Clara, Cuba.



publicado por pravdailheu às 16:33
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