As verdades de Guerra Junqueiro ainda são actuais:
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; 
«A história em geral, e a história das revoluções em particular, é sempre mais rica de conteúdo, mais variada, mais multiforme, mais viva e mais "astuta" do que imaginam os melhores partidos, as vanguardas mais conscientes das classes mais avançadas(...). Não é difícil ser revolucionário quando a revolução já rebentou e se inflamou, quando todos aderem á revolução por simples entusiasmo, por moda e por vezes até por interesse numa carreira pessoal(...). É muitíssimo mais difícil - e muitíssimo mais valioso – saber ser revolucionário quando ainda não existem as condições para a luta directa, aberta, autenticamente de massas, autenticamente revolucionária, saber defender os interesses da revolução (mediante a propaganda, a agitação e a organização) em instituições não revolucionárias e muitas vezes francamente reaccionárias, numa situação não revolucionária, entre massas incapazes de compreender imediatamente a necessidade de um método revolucionário de acção. Saber encontrar, descobrir, determinar com exactidão a via concreta ou uma viragem especial dos acontecimentos, que conduza as massas para a verdadeira, final, decisiva e grande luta revolucionária – nisto consiste a principal tarefa do comunismo actual da Europa Ocidental e na América.»
(A doença infantil do «esquerdismo» no Comunismo, Abril – Maio de 1920.)![]()


Mulher "leopardo" veja mais aqui
O juiz Dias Costa (à esquerda, em segunda fila) foi folião assíduo de várias edições do Carnaval... até 2007.
Quem lhe tratou da saúde foi o CSM segundo nos informa o Diário situacionista do Blandy. Mas atenção o vencimento do pardalão continua sempre o mesmo sem qualquer alteração!
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Diz o EMJ que "constituem infracção disciplinar os factos, ainda que meramente culposos, praticados pelos magistrados judiciais com violação dos deveres profissionais e os actos ou omissões da sua vida pública ou que nela se repercutam incompatíveis com a dignidade indispensável ao exercício das suas funções". Em causa um rol de situações da vida 'pessoal' e 'social' do magistrado averiguadas pelo CSM a partir de Abril de 2007 com base numa carta que chegou ao conhecimento do CSM. Com base nessa carta, o plenário do CSM determinou proceder a uma averiguação "discreta e sumária" que, em Julho de 2007, aprofundou e fundamentou as averiguações. A 27 de Novembro de 2007, as averiguações foram convertidas em processo disciplinar. Entre os factos públicos que o CSM diz que o juiz praticou está a participação em edições do cortejo alegórico de Carnaval, entre 1987 e 2007. Numa "escola de samba" onde alinhavam o presidente, advogados, médicos e um chefe de finanças. Cortejo de Carnaval amplamente noticiado, com fotografias e imagens, quer na TV quer nos jornais embora a participação do juiz tenha sido "encarada com naturalidade pela sociedade". O CSM revela que antes do desfile havia almoço e "comes e bebes" e, no final do cortejo, no Largo do Município, (pelo menos enquanto Jardim participou dos desfiles), a CMF oferecia um beberete no qual também participava o magistrado. O processo disciplinar revela que no final da edição de Carnaval de 2007 (25 de Fevereiro, por volta da meia-noite) houve um episódio 'de saias' em que um agente da PSP teve de intervir. Situação presenciada "por várias pessoas que se encontravam na rua por ser noite de sábado de Carnaval". Para o CSM, a participação de um juiz no cortejo carnavalesco, por si só, não é "imprópria ou desprestigiante para a magistratura judicial". Mas melhor seria se o juiz se abstivesse de participar. Acontece que, no caso concreto, outros factos conjugados com a folia carnavalesca contribuíram para a sanção disciplinar por não se coadunarem "com a imagem de rectidão e aprumo que se exige de um juiz". Por exemplo, em Junho de 2006, num bar/discoteca da marginal, há o relato de um episódio familiar desconfortante para o magistrado que -diz o processo disciplinar- "gosta de sair à noite ao sábado". Também há relato de condutas menos próprias, de madrugada, a partir do final de 2004/princípios de 2005 (com um episódio no início de 2007), na casa de função onde residia. Ao ponto de pessoas que residiam no edifício se queixarem da conduta do juiz. Também se revela que o juiz era um dos frequentadores da festa anual de Natal que um dos principais empresários regionais oferecia para 500 pessoas na sua quinta. Entre elas chefes de finanças, empresários, arquitectos, médicos, advogados, juízes e procuradores embora aqui não haja infracção disciplinar. Os factos vertidos no processo disciplinar dizem que o juiz, ao praticar publicamente determinados actos "colocou flagrantemente em causa valores inerentes à salvaguarda da confiança na judicatura, infringindo o disposto no artigo 82.º do EMJ". Com repercussões no trabalho uma vez que a vida social e pessoal do juiz era comentada por operadores judiciários porque -revela o processo disciplinar- a Madeira é "um meio pequeno onde toda a gente se conhece" e os juízes e procuradores "estão muito expostos". Refira-se que, quando confrontado com o processo disciplinar, Dias Costa refutou alguns factos da acusação; suscitou a nulidade das deliberações do CSM; arguiu a inconstitucionalidade do artigo do EMJ que o puniu; e que as acusações contra si imputadas não tinham relevância disciplinar. Não foi isso que entendeu o CSM que lhe aplicou a pena de transferência compulsiva. "Não se pense que o direito à intimidade da reserva da vida privada é absoluto, no sentido de não conter restrições, mais ou menos amplas, por força da afirmação de outros direitos ou interesses juridicamente mais relevantes", revela o acórdão disciplinar publicado pelo CSM. E a contrição de direitos, no caso dos juízes, "ajusta-se à necessidade de garantir a dignidade da função de julgar", acrescenta. Sendo certo que "o comportamento impróprio de um juiz é transferível para o conjunto da judicatura". E mais -diz o acórdão disciplinar- que "se os factos relativos à vida íntima e familiar do magistrado se repercutirem na sua vida pública e se, por outro lado, se revelarem incompatíveis com a dignidade indispensável ao exercício das suas funções, então estaremos perante uma infracção disciplinar". Foi o caso. Juiz há mais de 30 anos Dias Costa nasceu em Matosinhos em 1946. É juiz desde 26 de Fevereiro de 1982 e está na Madeira desde 14 de Dezembro de 1993. Pai de dois filhos maiores (advogados), é considerado pelos seus colegas como uma pessoa com bom fundo, amigo do seu amigo, incapaz de fazer mal, bom colega, sempre prestável para ajudar os colegas, nomeadamente para intervir nos colectivos no Tribunal de Vara Mista do Funchal. A deliberação do CSM que coloca Dias Costa, como juiz auxiliar, no Tribunal da Comarca da Grande Lisboa Noroeste, Amadora (Juízo de Média Instância Cível) foi publicada a 26 de Abril último no DIÁRIO da República. A posse do magistrado na Amadora seria anteontem (26 de Abril) mas, segundo contacto telefónico por nós estabelecido, o magistrado 'meteu' baixa. O DIÁRIO tentou ontem chegar à fala com o magistrado mas os nossos esforços foram infrutíferos. No 1.º Juízo Cível do Tribunal Judicial do Funchal o trabalho está a ser assegurado por congéneres do 2,º e 4.º Juízos Cíveis. O trabalho que desenvolvia no 1.º Juízo Cível era aparentemente inócuo para o chamado 'regime' político regional. Ultimamente eram mais processos de insolvências, partilhas, etc. Em Julho de 2009 chegou a ser dado como colocado em Ponte de Sor (continente) mas a colocação foi revogada a 6 de Agosto de 2009.» |
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| Emanuel Silva
Atenção que nem tudo o que parece é ! Maria Sousa : Actualizado: 28-04-2010 15:25:10 |
Hoje pelas 12 horas houve bronca na Caixa Geral de Depósitos do Porto Santo.A prima do dr.AJJ Ana Paula da Gama de Freitas, dirigiu-se ao balcão da CGD para reclamar acerca dos "roubos" de que dizia ter sido vítima das aplicações financeiras da Caixagest. Pediu ao gerente do banco o sr. Hélder, o livro das reclamações. Quando estava a escrever a sua reclamação foi alvo de um ataque de fúria por parte do mesmo Sr. Hélder que lhe arrancou a folha do livro com violência e dirigindo-se para o escritório, começou a vociferar contra a senhora. Foi necessário a dona Ana Gama chamar a PSP que acorreu de imediato e acabou por concluir a identificação do gerente por volta das 15 horas. Foi um escândalo de todo o tamanho, á vista dos clientes que hoje informaram a nossa redacção do sucedido. Dona Ana Paula Gama já apresentou queixa no Banco de Portugal que segue os trâmites legais. O escândalo de hoje, ficou todo filmado pelas câmaras de vigilância do Banco. A coisa cheira a esturro causa da irritação do sr.Hélder.Pode ser que ele esteja inocente.Mas vamos ficar atentos para ver o resultado deste incidente. A senhora Ana Paula da Gama prima legítima do nosso Ilustre quando no ano passado foi de férias mais a sua filha para a ilha de Lanzarote ao consultar o resgate das suas contas Caixagest reparou que lhe haviam feito levantamentos á sua revelia daí a sua indignação, que culminou no expectacular incidente de hoje.
Mais uma vez damos destaque á corajosa luta dos nossos amigos do SIAP

As Juízinhas do Regime estão ansiosas por mostrar serviço!
«...A 16 de Janeiro de 2004, a procuradora-adjunta deduziu acusação contra Edgar Silva e Leonel Nunes pela prática, cada um, de um crime de desobediência qualificada. Invocou para tal a violação de norma de uma lei do PREC (DL n.º 406/74).
Diz a acusação que Edgar e Leonel, enquanto membros da organização do PCP-Madeira, entidade promotora da manifestação, "bem sabiam que teriam de avisar o presidente da CMF, por escrito e com dois dias de antecedência, da sua pretensão de realizar uma manifestação em lugar público".
O arranque do julgamento está marcado para hoje, às 10h30, mas tudo indica que a audiência só irá ter lugar na segunda data, 4 de Maio, à mesma hora.» (diário Situacionista)
El piloto español de Fórmula 1 Fernando Alonso
El presidente ruso, Dmitry Medvedev (delante-dcha), y la reina Margarita de Dinamarca (delante-izda), pasan revista a la guardia que les rinde honores durante la ceremonia de bienvenida a Medvedev en el aeropuerto de Copenhague, Dinamarca. Medvedev y su esposa, Svetlana Medvedeva, llegaron a Dinamarca para una visita oficial de dos días.
La ex presidenta del Cabildo de Lanzarote y actual consejera de Presidencia de la Corporación, María José Docal, en el momento en que ha sido detenida por agentes de la Guardia Civil, en su domicilio de Las Caletas, en el marco de la llamada Operación Jable que investiga una trama de supuesta corrupción urbanística en la isla de Lanzarote.
El periodista opositor tunecino Taoufik Ben Brik habla por teléfono tras cumplir su condena de seis meses de prisión por difamación y daños contra la propiedad en un juicio muy criticado por las asociaciones de derechos humanos en Túnez. Ben Brik, de 50 años, fue detenido el pasado 29 de octubre y sometido a juicio el 19 de noviembre acusado de violencia, daños contra la propiedad y difamación en perjuicio de una empresaria tunecina.
Un joven salta desde la proa de un barco hacia el mar, en el muelle de Cite Soleil, en Puerto Príncipe (Haití).
Dos mujeres cubiertas con un burka compran cosméticos en una calle de Herat, Afganistán. Según algunas informaciones, a pesar de los progresos de los últimos años, la economía afgana depende en gran medida de la ayuda exterior, de la agricultura y del comercio con los países vecinos. Gran parte de la población del país carece de casa, agua, electricidad, sanidad y trabajo.
O Comendador da ordem do infante Dr.Rui Nepomuceno e o Padre Mário Tavares comemoram o 25 de Abril no Funchal e em Machico
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