Gabriel Drumond, o terrorista da FLAMA, voltou a ficar agarrado ao eterno tacho de presidente dos Bombeiros de São Vicente e Porto Moniz, tudo com o intuito de segurar o seu filhote Duarte Drummond à frente da direcção da Rádio São Vicente e o afilhado Artur Fernandes como Comandante dos Bombeiros. Ninguém tem tomates para se candidatar a Presidente desta associação de bombeiros porque todos tem medo desta dupla da foto embaixo e só eles é que sabem como se tem roubado e abusado de tudo e todos dentro da dita cuja corporação sem lhes acontecer nada.
Por sinal esta ave de rapina chamado Artur Fernandes que foi levado ao colo para ser comandante dos bombeiros é primo do director do Diário de Notícias, pelo que, é um protegido da imprensa mas cá no Mamadeira nós não protegemos corruptos nem abusadores. Mesmo que faça merda, estes indivíduos nunca serão notícia por más razões no jornal dos Blandys e muito menos no jornal da mamadeira, pago pelos impostos do povo.
Cromos do ano. Não largam os tachos nem à bomba.
Cá está o nosso amigo da FLAMA. Este tipo tem muito dinheiro desviado da Câmara de São Vicente e dos Bombeiros fora da Madeira mas a Polícia Judiciária preocupa-se mais em investigar quais são os autores do Blog Mamadeira Laranja no lugar de investigar os abutres do regime Mamadeira. O povo é que paga!
O Ricardo Miguel Oliveira, Diretor do Diário de Notícias da Mamadeira, é primo de Artur Fernandes, logo, protege a família e aproveita sempre toda a merda informada pelo Comandante Novas Oportunidades Artur Fernandes para fazer uma notícia com grande destaque no jornal dos blandys.
Coelho do PTP entrega os restantes Milhões que estão em falta nas finanças Madeirenses.
Os grandes grupos econômicos que fogem para os paraísos fiscais do Luxemburgo, Ilhas Caimão, Ilhas Virgem Britânicas, Gibraltar e Malta:
A bandidagem, entre outras, é a seguinte: Grupo Trindade dos hotéis, SGPS Camachos da FIAT, SGPS Ramos do Alcatrão, SGPS Berardo dos Jardins, SGPS Welsh e Hinton da Cana, Investments Leacock's dos carros, Investments Farinha da Areia, SGPS Irmãos Sousa dos Portos, SGPS Pestana dos Hotéis, SGPS Camachinho do Regency, SGPS Silvio Santos das luzes, SGPS Pestana dos hotéis, SGPS Henriques dos parques, SGPS Blandy's do vinho, Investments
Fogem ao fisco 3 Milhões de euros por dia, 90 Milhões por mês MAIS DE 1100 MILHÕES POR ANO
António Andrade - O empresário da Mamadeira Nova!!!
António Andrade é um tipo de São Vicente ligado ao PSD e há tempos foi denunciado pela CDU de que tinha angariado milhões e milhões de euros em ajustes directos do Governo da Madeira para sacar pedras das ribeiras e transportar inertes na altura do 20 de Fevereiro. No princípio era um pé de chinelo burro que nem uma porta que vendia semilhas e sementes lá em São Vicente numa localidade chamada Ginjas, hoje, tem contas bancárias multi-milionárias e uma série de camiões e viaturas de luxo à custa do regime mamadeira que comprou mesmo depois do 20 de Fevereiro pois antes dessa data nunca foi ligado ao sector da construção civil.
O Ministério Público da Madeira jamais vai investigar as ligações e os negócios deste senhor pois os juízes e juízas também mamam ao lado dos senhores da elite laranja Madeirense.
Celeiro Agrícola Trevo Amarelo, Lda.
Poiso Poiso, SÃO VICENTE, MADEIRA 9240-218
p: 291842150 - E que tal por os telefones destes cabrões sob escuta???
Anónimo disse...
Diário de noticias de 24/11/2011 - página 15 interessante o artigo sobre a Empresa do António Oliveira enquanto estes gajos não forem enforcados na praça pública não haverá justiça! este senhor deveria de ser inspeccionado, porque é só corrupção - são os vinhos barbusano (subsídios através da mulher do sócio) e a empresa que vende semilhas e guane a fazer obras nas ribeiras com o compadrio do sr. da hidraulica que vive lá para os lados de S. Jorge que até recebeu um carro (oferta da empresa de guane) para passear a moto 4 do filhote. Esse sr da hidraulica que é funcionário do governo
24 DE NOVEMBRO DE 2011 10:20
Anónimo disse...
Casa do Barbusano está aprovada e inaugurada em simultaneo!para além de mamarem milhoes na lei de meios utilizam dinheiro para legalizar obra ilegal.camara de sao vicente aprova obra no meio do mato servido por uma estrada sem dono.MP já está a investigar
30 DE NOVEMBRO DE 2011 10:57
COM SALÁRIOS DESTES NÃO HÁ TELEVISÃO PÚBLICA QUE SE AGUENTE DE PORTAS ABERTAS.
Os grandes grupos econômicos que fogem para os paraísos fiscais do Luxemburgo, Ilhas Caimão, Ilhas Virgem Britânicas, Gibraltar e Malta:
A bandidagem, entre outras, é a seguinte: Grupo Trindade dos hotéis, SGPS Camachos da FIAT, SGPS
PTP quer grandes grupos económicos a pagar impostos na Madeira
«O grupo parlamentar do PTP esteve, há pouco, em frente ao Mercado dos Lavradores, no Funchal, onde reivindicou o pagamento de impostos na Região, por parte dos grandes grupos económicos, com actividade na Madeira.
José Manuel Coelho diz que não devem ser apenas os cidadãos individuais e os pequenos empresários a pagar impostos para os cofres da Região. Essa obrigação deve ser alargada aos grandes grupos económicos.
O dirigente do PTP desafia Jardim a ser corajoso e a impor o pagamento desses impostos. Para isso, deve juntar-se à luta de José Manuel Coelho.»Élvio Passos escreve sobre Coelho noDn/Madeira
Coelho do PTP entrega os restantes Milhões que estão em falta nas finanças Madeirenses.
Os grandes grupos econômicos que fogem para os paraísos fiscais do Luxemburgo, Ilhas Caimão, Ilhas Virgem Britânicas, Gibraltar e Malta:
A bandidagem, entre outras, é a seguinte: Grupo Trindade dos hotéis, SGPS Camachos da FIAT, SGPS Ramos do Alcatrão, SGPS Berardo dos Jardins, SGPS Welsh e Hinton da Cana, Investments Leacock's dos carros, Investments Farinha da Areia, SGPS Irmãos Sousa dos Portos, SGPS Pestana dos Hotéis, SGPS Camachinho do Regency, SGPS Silvio Santos das luzes, SGPS Pestana dos hotéis, SGPS Henriques dos parques, SGPS Blandy's do vinho, Investments
Fogem ao fisco 3 Milhões de euros por dia, 90 Milhões por mês MAIS DE 1100 MILHÕES POR ANO
A jornalista "graxa" do regime jardinista diz mal do Coelho na separata do DN:[ESPECIAL/BALANÇO 2011]
Raquel Gonçalves deveria estar em casa a brincar com suas Barbies em vez de andar a escrevinhar no Diário dos Blandys contra o deputado Coelho " A Voz do Povo"
«O ano do Coelho mentar esperava-se uma mudança de atitude, mas Coelho parece estar refém do estilo que criou. O partido continua assim vazio de conteúdo, mas com uma capacidade reforçada e legitimada pelo voto. Até porque a falta de conteúdo e de programa não retira a legitimidade da base eleitoral que José Manuel Coelho e o Partido Trabalhista conseguiram durante este ano. E não foram poucos aqueles que votaram no estilo controverso do homem de Gaula. Logo em Janeiro, nas eleições presidenciais, e quando ainda concorria pelo PND, José Manuel Coelho conseguiu um resultado histórico nas presidenciais. Com poucos recursos, sem ideias para o país, mas com um carácter de denúncia que encontrava eco no sentir de um eleitorado onde crescia a ideia de uma classe política sem moral, o discurso de Coelho era quase catártico num momento em que Portugal começava a tomar consciência das dificuldades que atravessava. Não esteve no continente mais do que uma dúzia de dias, mas todas as iniciativas tiveram cobertura mediá- tica assegurada, e apesar de não ter 40José Manuel Coelho Fossemos nós chineses e este poderia ser o ano do Coelho. O fenómeno político, que muitos já apelidam de ‘Tiririca da Madeira’, começou precisamente em Janeiro com uma vitória inesperada nas eleições presidenciais. José Manuel Coelho é uma figura incontornável no ano político que agora termina. Polémico e não consensual, o pintor de Gaula, que também já foi ardina e director de um jornal satírico, tem a sua estratégia montada num discurso populista e, não raras vezes, opta pela crítica fá- cil e sem fundamento ou provas. Facto que, aliás, lhe tem valido vá- rios processos em tribunal. Não fosse a imunidade de que agora goza como deputado e, muito provavelmente, estaria em maus lençóis com a justiça. Até porque os tribunais, juízes e magistrados em geral têm sido um dos seus alvos predilectos na denúncia daquilo que considera ser um regime corrupto que está instalado na Madeira. Ao nível do discurso, José Manuel Coelho marca a sua intervenção por um discurso acessível e quase de senso comum. Há até quem o compare com o estilo populista do homem que governa a Madeira há mais de 30 anos e outros afirmam que é o resultado do que de pior marca a política madeirense. Só que o agora líder do PTP está do outro lado da barricada, onde já marcou o seu lugar como oposição, com os estragos a se fazerem sentir nomeadamente nos partidos da esquerda tradicional. Facto curioso é também a circunstância de ter conseguido resultados eleitorais assinaláveis sem ter, na prática, qualquer conteúdo programático, que vá além do já referido discurso populista e da acusação sem provas. Agora que tem um grupo parlaA modernização tecnológica na Assembleia não pára de surpreender. Depois dos monitores para os deputados, foi a vez do Coelho começar a filmar. A moda parece estar a contagiar todos, inclusive Jaime Ramos, que a anos levou a equipa aos campeonatos profissionais. 34 Jaime Lucas sido incluído nos debates foi convidado de honra de programas de diversão e de telejornais. O fenómeno Coelho estava instalado ao nível nacional e os resultados não poderiam ser melhores para o candidato de Gaula. Cavaco Silva foi o vencedor das eleições, mas os resultados obtidos por José Manuel Coelho foram notáveis sobre qualquer prisma de análise. Conseguiu um total de 189.340 votos. Na Região, foi, depois de Cavaco, o candidato mais votado com 46.247 votos, conseguindo ficar com apenas menos seis mil votos do que o actual presidente da República. O capital de simpatia que conquistou acabaria por ser desbaratado logo a seguir, em virtude do corte de relações com o PND e das polé- micas subsequentes. É assim que nas eleições nacionais consegue apenas 2.961 votos. Sem carro mortuário, sem Bexiga e sem a força criativa do PND, José Manuel Coelho andou de vassoura ao ombro e pouco mais. Na noite do ‘desaire’ eleitoral reconheceu alguns erros de estratégia, onde não incluía a circunstância de ter abandonado o PND, que apelidou de “barriga de aluguer”. Disse, então, que o eleitorado na Madeira era difícil, mas não impossível. Na verdade, a recuperação viria logo a seguir nas eleições regionais de Outubro. Depois de uma campanha que fez ao volante de um carro velho, Coelho passa a quarta força política na Madeira e consegue eleger três deputados à Assembleia Legislativa. De caminho, provoca um rombo, sem precedentes, em dois partidos de esquerda. O PCP, que diz ser o seu partido de coração, ficou apenas com um deputado, enquanto o Bloco de Esquerda desapareceu por completo do parlamento. Na Assembleia Legislativa, entraram, na lista do PTP, José Luís Rocha, José Manuel Coelho e a filha, Raquel Coelho. Ele que tanto denunciou o “Jaime e o filhote” repetia assim a receita, ao levar para a ribalta da política a filha até então desempregada. Com um discurso altamente moralista relativamente aos que se aproveitam da política, teve já alguns comportamentos que podem chocar com as posições que tem tomado. De realçar as obras clandestinas em casa mal foi eleito deputado, e que desculpou afirmando que foram para ajudar o pedreiro desempregado. Destaque ainda para o facto de o PTP ter sido o único partido que não se manifestou publicamente contra o ‘jackpot’ da Assembleia, do qual também beneficia. Caso para dizer que à mulher de César não basta ser séria, há que também parecer.»Texto Raquel Gonçalves
Madeira terá impostos equiparados ao continente e fica proibida de se endividar
27.12.2011 - 17:30 Por Tolentino de Nóbrega
Jardim teve de ceder em algumas medidas de que jurava nunca abdicar
«A Madeira perde também as competências administrativas dos Assuntos Fiscais que são transferidos para a Autoridade Tributária e Aduaneira. O presidente do governo madeirense nega que todas medidas traduzam o fim da autonomia da região: “É o acordo possível, mas sem este acordo seria pior porque estava em causa a sustentabilidade da dívida pública”, declarou Jardim ao anunciar esta tarde a Carta de Intenções enviada no dia 23 ao primeiro-ministro, para obter a assistência financeira do Governo da República e os termos do contrato de financiamento intercalar.
O aumento do IVA para 22%, um ponto percentual abaixo do nível das taxas aplicadas no continente é a medida mais gravosa para a população madeirense inserida no plano de resgate financeiro apresentado esta tarde pelo governo regional. Esta proposta de plano de ajustamento financeiro, de que depende o empréstimo a conceder pelo Governo da República, deverá ser apreciado pelo próximo Conselho de Ministros, para ser assinado por Alberto João Jardim até 16 de Janeiro.
Todos os impostos pagar pelos contribuintes madeirenses passam a ser equiparados aos aprovados a nível nacional, de que resulta um agravamento médio de 25%. Deixa assim de existir o diferencial que poderia ir até menos 30 por cento, segundo a Lei de Finanças Regionais, ou até menos 20% em relação às tabelas nacionais, como exigia a troika.
Entre outras medidas que Jardim sempre garantiu que nunca aplicaria na Madeira, o acordo alarga ao arquipélago restrições estabelecidas no memorando da troika, como a redução em 2 por cento do número de funcionários públicos e no mínimo de menos 15 por cento em cargos dirigentes da administração regional e local.
O plano determina também a redução de 15 por cento dos custos operacionais do sector público empresarial; fixa num máximo de 150 milhões as despesas de investimento e aumenta em 15 por cento o tarifário dos transportes públicos. O acordo consagra ainda a introdução das taxas moderadoras na saúde e, em substituição das portagens rodoviárias, o governo regional compromete-se a aumentar as taxas do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) para valores superiores aos do continente.» (jornal Público)