«Peritos do Instituto de Medicina Legal concluíram que António Colaço, vereador da Câmara de Almodôvar, foi assassinado. O corpo do vereador foi encontrado, no Verão de 1997, carbonizado dentro do seu carro, um Opel Astra a gasóleo. As janelas do carro estavam todas fechadas (embora estivéssemos em Agosto e Colaço fosse um fumador inveterado) e o veículo trancado. As chaves do carro não foram encontradas. Naquele modelo do Astra, as portas só podiam ser trancadas com as chaves e de fora do carro. Tanto a GNR como a PJ consideraram que foi acidente e que o carro – a gasóleo!!! – explodiu, quando se despistou, “em resultado de incêndio na tubagem da gasolina”, considerou o Laboratório da Polícia Científica.
Em 1989, um Procurador do Ministério Público achou a história estranha e mandou enxumar o corpo. Na parte posterior do crâneo havia um pequeno orifício, com derrame de massa cerebral, consistente com o orifício provocado por uma bala. Os técnicos do Instituto de Medicina Legal perderam o crâneo. Um inquérito foi levantado, como escreve o Correio da Manhã, e arquivado sem que ninguém fosse punido. De salientar que António Colaço denunciou, em 1992, alegados negócios imobiliários feitos na Câmara de Almodôvar, que foi presidida durante muitos anos pelo seu camarada do PS António Saleiro, posteriormente Governador Civil de Beja e hoje em dia, presidente da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis.»Almodôvar - Morte de António Colaço
António Saleiro é suspeito de ser o mandante do assassínio
Acidente afinal foi crime
2006-10-24 - 00:00:00
, o vereador da Câmara Municpal de Almodôvar encontrado carbonizado no carro que conduzia, em 5 de Agosto de 1997, foi vítima de homicídio e não de acidente rodoviário – é esta, pelo menos, a convicção dos peritos do Instituto Nacional de Medicina Legal que analisaram fragmentos do crânio do autarca.
O corpo foi sepultado como se a morte tivesse como causa um lamentável desastre. Mas um procurador do Ministério Público, desconfiado com a tese de acidente, mandou exumar o cadáver – o que foi feito no Verão de 1998. A cabeça da vítima era a chave do mistério: um ferimento na nuca com derrame cerebral, lesão que a médica da primeira autópsia não valorizou, podia explicar as causas da morte.
O crânio de António Colaço foi levado pelos peritos para o Instituto de Medicina Legal de Lisboa – onde se perdeu para sempre. Foi aberto um inquérito. Dois médicos, Isabel Pinto Ribeiro e Manuel Paulo, foram constituídos arguidos num processo disciplinar, mas acabaram por ser ilibados de qualquer responsabilidade pelo extravio.
As investigações conduzidas no Instituto de Medicina Legal de Lisboa permitiram recuperar fotografias do crânio – e os peritos conseguiram chegar a conclusões segura que interessam à Justiça: o ferimento na parte posterior da cabeça, que provocou um derrame cerebral e terá sido causa da morte, é “imcompatível” com um acidente de automóvel.
A misteriosa morte de António Colaço, que tinha sido arrumada pela Polícia Judiciária como acidente, volta a estar sob investigação.
O Opel Astra de António Colaço foi encontrado ainda a arder, na manhã de 5 de Agosto de 1997, fora de estrada de Santa Luzia, nos limites do concelho Ourique. Parecia um acidente: dava a ideia de que o carro se despistara por qualquer razão, se incendiara e o condutor não conseguira livrar-se das chamas.
O corpo carbonizado foi levado para a casa mortuária de Ourique. Uma médica do centro de saúde fez a autópsia – e nem por um momento suspeitou de crime. O relatório da GNR era claro:”O veículo incendiou antes ou depois do despiste, tendo resultado a destruição total deste e a morte do condutor”. E , segundo os bombeiros que transportaram o cadáver para a casa mortuária, o carro explodiu. A médica acreditou que o ferimento no crânio e o derrame cerebral resultaram de o corpo ter sido ‘cuspido’ pela explosão.
Uma brigada da PJ de Faro, directoria com jurisdição em todo o Baixo Alentejo, concluiu que António Colaço morreu num acidente. Mas o caso está de novo sob investigação. O Ministério Público tem 15 anos, contados desde a dada da morte, para encontrar culpados. O prazo termina em 5 de Agosto de 2012. Depois disso, ninguém pode ser acusado do crime.
(...)
Quatro mistérios
O Opel Astra ainda ardia quando foi encontrado – e lá dentro o corpo carbonizado de António Colaço.
Primeiro mistério: todas as janelas estavam fechadas. Naquele final de manhã de Agosto, já o calor torrava o Baixo Alentejo. O carro não tinha ar condicionado. Nem o mais crédulo acredita que António Colaço conduzia sob um sol abrasador com as janelas completamente fechadas – para mais, ele era um fumador inveterado.
Segundo mistério: as portas estavam trancadas. Este modelo da Opel não permite accionar por dentro o bloqueamento das portas – só por fora e com a chave.
Terceiro mistério: a chave não estava no canhão da ignição – nem tão pouco caída dentro do carro. Nunca foi encontrada.
Quarto mistério: um relatório do Laboratório de Polícia Científica, concluído escassos meses após a morte, admite que o carro explodiu em resultado de “incêndio na tubagem da gasolina”. O Opel Astra de António Colaço tinha um motor a gasóleo – e, garantem os entendidos, os motores a gasóleo não explodem.
Cronologia
1992 - Rompe com os companheiros do PS de Almodôvar devido a negócios imobiliários em curso no município
1993 - Candidata-se à câmara numa lista de independentes patrocinada pelo MDP. Eleito vereador
5 de Agosto de 1997 - Encontrado morto no carro em chamas
Verão de 1998 - O Ministério Público manda exumar o corpo. O crânio perde-se no Instituto de Medicina Legal de Lisboa
Setembro de 2002 - Ministério Público arquiva as averiguações e sustenta a teroria de acidente
Julho de 2003 - Os médicos Isabel Pinto Ribeiro e Manuel Paulos, do Instituto de Medicina legal de Lisboa, são constituídos arguidos num processo disciplinar
2005 - Os dois médicos são ilibados de qualquer responsabilidade no desaparecimento do crânio
2006 - O Instituto de Medicina Legal, através de fotografias do crânio, aponta para a hipóteses de crime. Ministério Público reabre as investigações
fonte: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?i


António Colaço
Ver "Portugal profundo"
Jose Maria Martins A Justiça torpedeada pela Maçonaria -Razões do descalabro da Justiça Portuguesa
O Diário de Notícias publica hoje um artigo, muito interessante, sobre as manobras da Maçonaria junto de magistrados e de inspectores da Polícia Judiciária, no âmbito do processo crime sobre ilegalidades na venda de património dos CTT.
Veja aqui:http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?co
A ser verdade, como acredito que seja, a existência de manobras de maçons junto de "irmãos" das obediências maçónicas na magistratura e na PJ, para controlar o processo e o subverter é intolerável e isso tem de ser punido.
Já escrevi várias vezes sobre a influência nefasta da Maçonaria na Justiça e na destruição da Democraca Portuguesa.
O caso "Portucale" mostrou outro rendilhado de influências entre maçons para afastar o ex-PGR Dr. Souto Moura, e movimentos de milhões de euros, conforme mostraram as escutas pulicadas.
Agora é o caso CTT.
Todos sabemos que os processos que envolvem pessoas com poder político e económico ficam sempre pelo caminho, pelo arquivo.
O GOL, Grande Oriente Lusitano, viu-se envolvido há pouco tempo, cerca de dois meses numa situação que foi noticiada e que apontava no sentido do GOL ter decidido criar um serviço de informações, um serviço secreto, apavorado com as conquências das investigações criminais nos casos Casa Pia, Portucale, Operação Furacão, Freeport.
É extremamente preocupante que haja magistrados que sendo membros da Maçonaria depois obedecem aos principios maçónicos de apoio incondicional e "ajudam" irmãos da Maçonaria a safarem-se dos processo crime.
A noticia do Diario de Notícias é muito preocupante e mostra um Portugal cercado pela Maçonaria, sem Justiça.
Hoje um advogado que está nos gandes processos tem de se ir interrogando se os juizes são da Maçonaria, ou se o processo estiver em Inquérito no Mº Pº, se os magistrados ou os PJs são da Maçonaria. Para dessa forma saber se o seu cliente tem hipóteses de sucesso ou não!
Nesses processos já não interessa muito se há prova ou não. O que interessa e saber se os magistrados são da maçonaria, ou os seus opositores o são.
Um advogado que conheça o ritual maçónico, os catecismos, os juramentos, pode ao longo dos julgamenos ver quem é maçom e quem não é.
É aviltante que se não saiba publicamente quem são os magistrados maçons.
É inadmissivel que os magistrados de dia vistam a Beca e de noite andem em libações nas lojas maçónicas e depois decidam não conforme o Direito e a Lei, mas conforme os veneráveis das lojas ordenam!
O último Congresso dos Magistrados Judiciais tentou sacudir esta pressão e decidiu que não é ético um magistrado ser maçom.
Um juiz numa loja maçónica pode mandar menos , ter menos grau, que um empregado de balcão e deve-lhe obediência!
Um soldado da GNR pode numa loja maçónica ser mais graduado que um general da GNR e este deve obediência ao soldado! Porque na loja são os graus maçons que decidem, nada mais.
O soldado da GNR se for venerável ou tiver graus superiores pode decidir se o General é nomeado Cmandante general da GNR, Chefe do Estado Maior, Comandante de uma unidade ou outra, ou CEME, CEMFA, CEMA, CEMGFA!
Por fim a Maçonaria tornou-se tentacular e a sua força reside no facto de o sucesso na carreira de um magistrado, de um militar, de um político nos partidos ,um policia, depender do que for decidido na Loja Maçónica ou nos graus superiores, na super-loja, para já não falar na Maçonaria Internacional.
Em Portugal o grave problema é que é uma sociedade ainda feudal, onde o PS, sobretudo, domina o GOL e pode depois manobrar.
A Justiça não tem força , nem vontade, para investigar as lojas maçónicas, as negociatas ali delineadas, o compadrio, as solidariedades espúrias.
Não terá sido por acaso que um maçom entra em contacto com magistrados e inspectores da PJ no caso CTT.
Tudo isto é perverso, tudo isto é anti-democrático.
É a Maçonaria que determina o destino dos grandes processos, que não andam, que morrem devagar, mesmo à frente dos olhos dos portugueses, sem que os milhões de cidadãos possa fazer algo, porque o caminho está minado, as solidariedades maçónicas funcionam e são precisamente elas que determinam as pessoas a aderir à maçonaria, para colherem progressão na carreira, obterem lugares na Adminsutração Pública e em cargos políticos.
É muitas vezes a maçonaria que decide se um processo crime fica no limbo das secrtárias durante anos ou tem conclusão, e em que sentido.
É necessária tomar uma posição e acabar com isto. O Povo não pode esperar sentado que o Polvo o aniquile. (ver blog)
Com as inscrições “PND voa mais alto” e “olho à ladroagem” nas duas faces, o dirigível rígido foi perfurado por quatro balas de carabina antes de atravessar o planalto. No local, durante o enchimento de gás não pressurizado para prover a elevação, os dirigentes do PND foram interceptados por agentes policiais e guardas florestais que, face à exibição das prévias autorizações pelos dirigentes da Nova Democracia, não conseguiram impedir a elevação do zeppelin, pouco depois inviabilizada pelos tiros.
“O recurso à violência é preocupante e indicia que o partido do poder não olha a meios para neutralizar tudo o que mexe à sua volta”, lamentou ao PÚBLICO o deputado do PND, Baltazar Aguiar que participou na acção do partido que no 25 de Abril “ocupou” simbolicamente com um chaimite a Quinta Vigia.
O PND apresentou queixa contra autores desconhecidos e solicitou a presença da Polícia Judiciária no local para proceder à recolha de dados necessários à análise balística. Na passada quarta-feira, durante o debate parlamentar sobre a revisão constitucional, o presidente do governo regional, Alberto João Jardim denunciou que o PND iria levar um zeppelin para o Chão da Lagoa.(público)



