O plano Marshall depois da segunda guerra mundial serviu para fazer frente ás nacionalizaçoes feitas então nos países do leste europeu
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[Mariana Bazo-Reuters]
«Bairro periférico da localidade de San Cristobal na cidade de Lima, Peru.» [The Washington Post

Publicado em SAPO Desporto
Cartoon do Sapo Desporto destacado na imprensa Bósnia

(pravda 19 h 30 m)
| Faleceu hoje o nosso querido amigo Jorge Ferreira. |
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| À família enlutada os pesâmes do colectivo do Blog Pravda_ilhéu |
Jorge Ferreira, numa fotografia de 1996, ao lado de Manuela Moura Guedes e Manuel Monteiro, na bancada parlamentar (público.pt)
«Advogado de profissão, Jorge Ferreira, de 48 anos, faleceu esta manhã no Hospital da CUF, em Lisboa, vítima de doença prolongada.
"Na vida podemos ter amigos. O Jorge Ferreira não era um amigo, mas o amigo", declarou Manuel Monteiro à agência Lusa.
Manuel Monteiro fez depois um sentido elogio às qualidades pessoais e políticas do seu "braço-direito" na Juventude Centrista (JC), depois na direcção do CDS e na fundação do PND.
"Se é verdade que há pessoas que se preocupam mais com o ter do que com o ser, Jorge Ferreira não se preocupava sequer em aparentar ser. Ele era autêntico, verdadeiro, leal e combativo. Foi das pessoas mais inteligentes que tive a oportunidade de conhecer em toda a minha vida", declarou Manuel Monteiro.
Para o ex-líder do CDS, Jorge Ferreira "era um homem brilhante, que lutou até ao fim".
"Mesmo sabendo que a morte se aproximava, nunca desistiu da vida", acrescentou Manuel Monteiro.» (DN/Lisboa)
Último post de Jorge Ferreira no Seu Blog "Tomar Partido" --Até sempre companheiro ; jamais te esqueceremos!
Quinta-Feira19.11.09
O Governo vai apresentar um Orçamento de Estado rectificativo para 2009, cujo défice estará calculado em8% do produto interno bruto (PIB), de acordo com as declarações de Teixeira dos Santos no final do Conselho de Ministros de hoje.
Arquivado em: despesa pública
Jorge Ferreira às 18:37 | link do post | comentar


«Acabou de Falecer em Lisboa, o Professor Arlindo Melim. Era natural do Porto Santo e foi presidente da Câmara de Câmara de Lobos nos anos 80»
«O professor Arlindo Melim, foi como Homem um excelênte MARIDO. Foi Pai dedicado e atento enquanto Cidadão. ... O hoje Falecido Professor Arlindo Melim e ex- presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos. Viveu até aos 18 anos em Câmara de Lobos precisamente onde hoje é o Centro Cultural ecujo pedido era do Dr. Soares e Pai de Maria Julieta Jardim Soares Henriques. O Pai do Professor Arlindo Melim era GNR e esteve nessa época em serviço em Câmara de Lobos e era natural do Porto Santo.Á família enlutada os meus sinceros pêsames!» ( fax enviado pela Prima do Dr. Alberto João, a distinta senhora Ana Paula da Gama Freitas)
Arlindo José de Oliveira Melim é natural da freguesia de Câmara de Lobos, onde nasceu a 7 de Dezembro de 1929. É filho de José Pedro de Melim, natural do Porto Santo e de Maria de Oliveira Melim, natural de Santa Maria Maior.
Casou em Santa Maria Maior, no Funchal, no dia 11 de Abril de 1955 com, Maria Teresa Joana de Freitas Melim, natural da freguesia de São Pedro, de quem houve:
1. Adalberto Eleutério de Freitas Melim, natural da freguesia de São Pedro, Funchal, onde nasceu a 20 de Fevereiro de 1956. Casou com Olga de Fátima Vaz Miranda de quem tem:
2. Frederico Olavo Miranda de Freitas Melim, natural da freguesia de São Domingos de Benfica, Lisboa, onde nasceu a 2 de Abril de 1984.
2. João Vasco Miranda de Freitas Melim, natural da freguesia de São Domingos de Benfica, onde nasceu a 16 de Abril de 1990.
1. Ana Cristina de Freitas Melim, nascida na freguesia do Monte a 8 de Fevereiro de 1961. Casou a 8 de Fevereiro de 1991, na freguesia de Santa Maria Maior, no Funchal, com Carlos Miranda, de que se divorciou e de quem houve:
2. Rute Anais Miranda Melim, nascida no Funchal, a 3 de Setembro de 1991.
Foi presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos entre 3 de Janeiro de 1983 e 31 de Dezembro de 1985.
Foi professor do ensino primário e ao longo da sua vida exerceu vários cargos públicos nomeadamente de Delegado Regional da Prevenção Rodoviária Portuguesa; de presidente da Direcção do Orfeão Madeirense, de Inspector Principal da Educação e de Director Regional da Administração Pública.
«Nem Ramalho Eanes que se manifestou preocupado com o que se passa naquilo a que chamou um dos subsistemas da democracia, o sub-sistema da justiça. A forma como Ramalho Eanes falou da justiça é a mais adequada e remete-nos para a avaliação dessa mesma justiça e, em particular, do seu grande protagonista, o Ministério Público.
Actualmente, vive-se uma situação perfeitamente absurda, a justiça é o pior serviço público que existe em Portugal e ninguém pode avaliá-lo, criticá-lo ou questioná-lo. Os magistrados escondem a sua incompetência atrás do medo que inspiram aos políticos, o cidadão comum come e cala, o injustiçado fica em silêncio com receio de apanhar pela medida grossa. Na justiça não há livro amarelo, provedor que defenda os utentes, chefes que questionem os magistrados, não há onde o cidadão se queixar. Os magistrados estão acima da sociedade e só prestam contas a estruturas corporativas.
Se a Saúde funcionasse como a justiça estaríamos ao nível de Burundi em cuidados de saúde, qualquer processo judicial tarda mais do que um tranplante de um rim em que o doente tem de aguardar por um dador compatível. Aliás, se o doente renal fosse tratado pelo hospital da mesma forma que os portugueses são tratados nos tribunais o mais certo seria morrer muito antes de saber que era doente renal. A regra na justiça é a do come e cala, não há “livro amarelo”, o sistema está blindado contra críticas vinda de fora da corporação.
Desde os políticos ao cidadão comum todos têm medo da justiça, o cidadão que seja arguido num qualquer processo receia que apanhe pela medida grossa se abrir a boca, a regra é tratar os magistrados da melhor forma possível, uma irritação pode custar uma pena ou uma medida mais pesada, os magistrados são deuses perante os quais temos de nos ajoelhar e fazer quaisquer sacrifícios para que deles não venha a vingança.
Nenhum político ousa criticar a justiça, até porque há a famosa separação de poderes, no que consiste essa separação? Os magistrados podem lançar lama no nome dos políticos, podem soltar os criminosos para questionar as leis penais e como se todo esse poder não bastasse ainda têm sindicatos para que os seus líderes falem para as televisões, intervenham na vida política, influenciem processos judiciais em curso, façam pressõa sobre os órgãos de soberania, tudo isso enquanto os seus colegas se protejam no anonimnato para que o povo não lhes possa apontar o dedo. Num país onde se um político diz que está pensando comprarum carro pode dar lugar a escutas e a uma acusação de tentativa de extorsão, todos têm medo dos sacerdores justiceiros, o processo Freeport nasceu com uma carta anónima forjada por polícias, agora já se diz que afinal Armando Vara não pediu dez mil euros a ninguém. Nunca se sabe quando vai chegar a nossa vez, até este humilde burro já foi visado pela vaga vingativa.
O medo é tanto que quando tomou posse o presidente do sindicato dos magistrados só lá faltava o Presidente da República para bajular o novo VIP que todos devem recear, temer e respeitar.
A democracia tem sintomas claros de doença e é cada vez mais evidente que o cancro está na justiça. O pior que alguém concebeu uma justiça tão imperfeita e independente que agora é impossível lancetar o câncro a partir de fora, teremos de o aturar até que mate a justiça ou mate a democracia.»
JUMENTO

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* José Barata Moura
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Cravo Vermelho ao peito
A muitos fica bem
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Sobretudo faz jeito
A certos filhos da Mãe
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