Má gestão financeira levam a ANAM a uma situação de falência "técnica".Mais um sucesso dos senhores donos da Autonomia! A política da mama e da engorda leva tudo ao descalabro e ao despesismo.
Prejuízos sucessivos, taxas altas e dúvida de 206 milhões à banca aconselham um novo modelo de negócio.
Mais uma vez os comentários dos leitores do DN, esclarecem a situação com mais clareza do que propriamente o trabalho jornalístico do Miguel Torres Cunha. Ora vejam:
...: «Quando dá lucro é da Madeira, quando passa a elefante branco Lisboa k tome conta LOL isto é melhor k os malucos do riso »
«Acho que a melhor solução é mandar para a ANAM o Alexandre Camacho e a filha da Sra. Secretária , que em conjunto com restantes atacahados da ANAM teríamos o delírio total.»
«Dissolução da ANAM em cima da mesa : e quanto à APRAM (portos da Madeira) ? A situação não é a mesma (falência técnica)?!!...Já agora, porque não contratar um jovem piloto de ralis para "promoção dos aeroportos da Madeira". Poderá ser esta a solução em vez da dissolução da ANAM. Fica a sugestão! »
«Grande gestão.: Tanta briga para regionalizar tudo que fez o governo regional, e agora? Será que o monte de betinhos que lá "trabalham" filhinhos de VIP's do jetset madeirense, também Lisboa é que os tem de alimentar? »
«Fly: Mais um caso de autêntica vergonha. Pois é verdade...os próprios meninos das cunhas criaram o buraco negro, agora que se agarrem.»(Dnotícias.pt)
JuanJo Martín / EFE
Asistentes a la concentración que ha tenido lugar en Madrid, convocada por la organización Greenpeace para pedir la libertad del Director de Greenpeace España, Juan López de Uralde, que se encuentra en prisión preventiva tras los conflictos en laCumbre del Clima en Copenhague.
Dennis M. Sabangan / EFE
Ríos de lava fluyen por tres gargantas del volcán Mayón, en la región central de Filipinas.El volcán Mayón en la región central de Filipinas ha expulsado este miércoles una enorme columna de humo de más de un kilómetro de altura, cubriendo de ceniza varias poblaciones y anticipando la cada vez más inminente erupción.
NOTA da REDACÇÂO:A falácia do aquecimento global por causa do lançamento de gases CO2 na atmosfera não passa disso mesmo:Pois só um vulcão destes lança mais CO2 do que todos os veículos e fábricas do planeta todos juntos. O aquecimento global é cíclico e tem por origem a inclinação do eixo da terra nas suas órbitas elípticas á volta do sol.
Stringer / REUTERS
Um urso panda gigante leva um gorro de Pai Natal no zoo de Xiamen (China).
JuanJo Martín / EFE
Las infantas Leonor y Sofía, de las manos de sus padres, los Príncipes de Asturias, en el Palacio Municipal de Congresos de Madrid, donde han asistido al espectáculo infantil 'Los cuentos favoritos de Mickey'.
Leonardo Jardim, vai passar o Natal em Aveiro com a família. Veja mais no DN
Pravda--ilheu regozija-se com o sucesso desportivo do nosso conterrâneo e não esconde o desejo que o nosso querido amigo brilhe cada vez mais a nível Nacional e quem sabe se ainda como treinador de um grande clube europeu. Qualidades não lhe faltam.
«O que é que Isabel dos Santos, filha do presidente de Angola, fez na vida para ter um milhão de euros? E para ter centenas de milhões? E de onde vêm os milhões escandalosos que a filha de Eduardos dos Santos gasta em Portugal e em outros países da Europa? De onde?
A resposta é simples. Da falta de seriedade, de solidariedade e de ética. Da prepotência, despotismo, corrupção e compadrio que grassa no seio do palácio onde reside o seu pai. Quem visita Luanda vê as ruas pinhadas de miséria, jovens sem pernas e sem braços, sem roupas, sem comida, sem nada. A sociedade angolana está a criar um fosso cada vez mais abismal entre os muito pobres e os muito ricos. Estes, em pequeno número e os outros, a grande maioria do povo. Um povo que vê os milhões do petróleo e dos diamantes serem desbaratados por Isabel dos Santos de uma forma incompreensível e chocante. O último desmando da "investidora" angolana foi a compra de 10% da ZON no valor de 160 milhões de euros.
E como é que este dinheiro é transferido para Portugal, se os estrangeiros que trabalham em Angola nem o salário mensal lhes é autorizado transferir para o seu país?» PPTAO
Romeira foi lavado pelo Geógrafo Raimundo Quintal no telejornal da RTP-Mamadeira ontem a noite. O jornalista da RTP perguntou a Romeira se aquele desastre todo não tinha a ver com o estreitamento da ribeira de são vicente e a construção nela, Romeira respondeu que era uma tromba de água, mas a tromba não foi tromba e quem ficou com a tromba mal vista na fotografia foi Romeira. O que aconteceu mesmo é que a Câmara e o Governo Regional tem andado a brincar com a natureza, invadindo as ribeiras e extraindo inertes e não fazem limpeza das ribeiras, agora lixam-se, aliás, agora o povo é que sofre. O Raimundo Quintal percebe do assunto, não é nenhum burro e não houveram trombas de água em lado nenhum mas sim chuva torrencial. Romeira Romeira, já começas mal, já te enterraste a frente de toda a opinião pública defendendo o teu patrãozinho Alberto João Jardim e o cachorro do Jaime Ramos, o dono de todas as grandes empresas de construção civil da Madeira e das Britadeiras que andam ai a destruir o ambiente a causar isto. O Raimundo Quintal fez ontem um acto de coragem e em 10minutos de conversa fez mais pelo ambiente em São Vicente que o Duarte Mendes, o Betinhos e o Romeira juntos. Feliz Natal ao Raimundo Quintal e os outros malandros podem se afogar com o bacalhau no focinho!
O que pensam realmente os portugueses, sobre o arquivamento das escutas Sócrates-Vara?A Justiça pode ser justiça, mas a voz da minha mãe é a voz do povo:quando a minha mãe abre a boca, não é ela que fala.É Portugal inteiro.
A conversa, ontem, foi assim , e foi curta. Porque me larguei a rir e depois já não havia nada a dizer.
-Então mãe, já viste; o Sócrates lá se safou outra vez, que os juízes já mandaram arquivar as escutas!
Isabela Figueiredo regressou de Moçambique em 1975. Foi depois jornalista do Diário de Notícias, antes de optar pelo ensino. Sobre tudo o que de si deixou em Moçambique escreveu nos últimos anos, no blogue O Mundo Perfeito, este livro sem par na nossa literatura autobiográfica.
Faltava, porém, um relato na primeira pessoa. Foi isso que fez Isabela Figueiredo (n. 1963), sem poupar nos detalhes. O seu Caderno de Memórias Coloniais é uma obra imprescindível para compreender o sentido (ou sem sentido) da nossa presença em África. Isabela ainda não tinha 13 anos quando deixou Moçambique. Narrativa mnemónica, portanto. Isenta de nostalgia, vontade de dourar a pílula ou propósito de reescrever a História. Factos, em toda a sua crueza: «Os brancos iam às pretas. [...] As pretas tinham a cona larga e essa era a explicação para parirem como pariam, de borco, todas viradas para o chão, onde quer que fosse, como os animais. A cona era larga. A das brancas não, era estreita, porque as brancas não eram umas cadelas fáceis, porque à cona sagrada das brancas só lá tinha chegado o do marido, e pouco, e com dificuldade, que elas eram muito estreitas, portanto muito sérias, e convinha que umas soubessem isto das outras.» Isabela vivia na Matola. A Matola, oficialmente designada Vila Salazar, era um arrabalde de Lourenço Marques (em 1980 foi integrada na cidade de Maputo). Quando Isabela ali viveu era um sítio de passagem a caminho da fronteira da África do Sul. Foi lá que os massacres de 7 de Setembro de 1974 se fizeram sentir com maior intensidade: «a negralhada perdeu o freio [...] chacinou, cega, tudo o que era branco: os machambeiros e família, os gatos, cães, galinhas, periquitos, vacas brancas, e deixaram-nos agonizando sobre a terra, empapando sangue; salvavam-se as galinhas cafreais de pescoço pelado. E os gatos pretos.» Por exemplo, um dos vizinhos, o marido da Conceição, foi todo desmembrado à catanada antes de ser espalhado no milheiral. Isabela tinha 11 anos, mas não esqueceu.in daLiteratura
Eu também não tinha nada para fazer ao domingo à tarde. Eu também vivia sozinha essas tardes tão tristes.
Quem é Isabela Figueiredo, a autora de Caderno de Memórias Coloniais? Uma bloguista incansável, uma escritora, uma «retornada», uma mulher de meia-idade que se olha sem grandes contemplações, uma filha que amava o pai e desamava aquilo que ele era? Para começarmos a entender a pessoa e a persona, transcrevemos aqui a primeira parte de uma entrevista, que os leitores poderão encontrar no Suplemento ao seu livro. (ver)
O MP Arquiva tudo aquilo que é comprometedor para os ladrões do regime Jardinista
Comentário de um leitor nosso recebido esta tarde:
«Desejo votos de Boas Festas ao PravdaIlhéu e aos seus leitores. Que continuem na sua resistência ao regime jardinista que adormenta as suas bases de apoio adormecidas e empaturradas de pança cheia. Façam com que este regime fique casa vez mais desmascarado perante um aparelho de justiça capturado pelos maçons e por investigadores, procuradores e magistrados seduzidos pelo aparelho governativo.
Quer nesta ou outra plataforma, denunciem os podres desta terra, sem dó nem piedade.
Tudo em nome de uma maior justiça e equitativa redistribuição, certamente vedada à maioria dos madeirenses roubados, espoliados, sem voz e com medo.»
Não é do PS, infelizmente, mas vale a pena. Veja como se combate o jardinismo clicando em:
61 anos, militante do PS desde 1995. Deputado à Assembleia da República entre 1995 e 1999. De 1968 a 1971 foi dirigente estudantil, sendo co-fundador e dirigente de “O Grito do Povo” a partir de 1971. Em 1973 foi preso político e deportado. Integrou a Mesa Nacional da Plataforma de Esquerda de 1993 a 1995. É licenciado em Filosofia e doutorado na mesma área de conhecimento pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É romancista com várias obras publicadas ("Sporá", Afrontamento, 1992; "O Cavaleiro Azul", Campo das Letras, 2001; "Pessoas, animais e outros que tais", Campo das Letras, 2006; "A Queima do cão de palha", Campo das Letras, 2008). É investigador-coordenador no Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador-colaborador no CEPP da Universidade Católica. Nos últimos 20 anos colaborou com os jornais “O Comércio do Porto”, “O Jogo” e “Jornal de Notícias”, sendo actualmente comentador regular do programa “Análise do Dia”, no Porto Canal, colaborador do semanário "Grande Porto" e do quinzenário "Entre as Artes e as Letras". http://servir-o-porto.blogspot.com/
Desejo votos de Boas Festas ao PravdaIlhéu e aos seus leitores. Que continuem na sua resistência ao regime jardinista que adormenta as suas bases de apoio adormecidas e empaturradas de pança cheia. Façam com que este regime fique casa vez mais desmascarado perante um aparelho de justiça capturado pelos maçons e por investigadores, procuradores e magistrados seduzidos pelo aparelho governativo. Quer nesta ou outra plataforma, denunciem os podres desta terra, sem dó nem piedade. Tudo em nome de uma maior justiça e equitativa redistribuição, certamente vedada à maioria dos madeirenses roubados, espoliados, sem voz e com medo.
Realmente não serve de nada falar nesta terra "é como falar para surdos" O DR. RAIMUNDO QUINTAL tem falado tanto sobre o problema das ribeiras, ribeiros devido ao nosso clima mas durante todo o tempo têm feito "OUVIDOS DE MERCADOR" . Por vezes quem sabe até lhe devem achar tonto? Agora os BURROS que não o ouvem vejam os resultados. Eu até ESTIMO PQ É DINHEIRO QUE TÊM QUE GASTAR E QUE SE CALHAR JÁ ESTAVAM A PENSAR QUE IA FICAR PARA: UNS CARRITOS, UNS NEGOCIZITOS, UMAS FÉRIAZITAS, ENFIM!...