Brasil e Rio de Janeiro são o paraíso do Crime.Agora também o mesmo se passa em Portugal com o Pacto do Bloco Central sobre a justiça. Nomeadamente com a aprovação do novo CPP por parte do PS e PSD:Criminosos na rua á força toda!

«O lutador brasileiro de artes marciais Marcos Adriano Albuquerque foi assassinado quarta-feira num assalto no Rio de Janeiro. Um turista norte-americano que o acompanhava ficou gravemente ferido.
Segundo avança a edição de hoje da Folha Online, o assalto ocorreu ontem à tarde, nos arredores do Rio de Janeiro, quando o veículo em que seguiam foi interceptado por dois homens armados.
Os assaltantes terão baleado o cidadão norte-americano no estômago, aparentemente por este ter tentado resistir ao assalto, obrigando depois Marcos Adriano Albuquerque a levar o veículo até uma favela na zona oeste da cidade onde o abateram a tiro. O corpo do lutador de artes marciais foi mais tarde encontrado pela polícia dentro do veículo, que foi abandonado num dos acessos à favela do Sapo, adianta a Folha Online.
Marcos Adriano Albuquerque, de 36 anos, e conhecido no meio das artes marciais como Marcos Jara, vivia há 20 anos nos Estados Unidos da América onde dava aulas de artes marciais a celebridades de Los Angeles e tinha vindo ao Brasil para passar o Natal.
A Folha Online informa ainda que o cidadão norte-americano que acompanhava Marcos Adriano Albuquerque foi levado para o hospital, onde se encontra em estado grave e com prognóstico estável mas reservado.» (Correio da Manhã)
Rio de Janeiro: Pânico em igreja
Dois homens armados, que fugiam e trocavam tiros com a polícia depois de terem roubado um carro, invadiram uma igreja no bairro de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, ao início da noite de ontem. A polícia cercou o local e algum tempo depois capturou os dois assaltantes. Houve pânico entre os fiéis, mas ninguém ficou ferido.(CM)

«Um grupo de 81 brasileiros foi atacado no Suriname, na noite de Natal, por moradores locais. Entre os 14 que ficaram feridos há uma grávida, que perdeu o bebé, segundo a embaixada do Brasil no país.
O incidente ocorreu em Albina, a 150 quilómetros de Paramaribo (a capital do Suriname), a principal porta de entrada para a Guiana Francesa, onde existe uma grande comunidade de brasileiros, que garimpam ouro do outro lado da fronteira.
O ataque terá surgido em represália pelo assassinato, às mãos de um brasileiro, de um "marron", como são conhecidos os descendentes dos escravos negros no país. "Esses marrons dominam aquela região. O assassinato de um deles desencadeou uma reacção muito forte e indiscriminada contra os brasileiros que estavam lá. Houve muita agressão, houve muitos feridos", disse o embaixador brasileiro, José Luiz Machado e Costa, citado pela Folha Online.
As autoridades locais já controlaram entretanto a situação, mas o embaixador duvida que os brasileiros queiram regressar. "Eles estão falando em chacina, em assassinato em massa, eles estão muito assustados", acrescentou. » DN/sapo
“A justiça está como está por culpa do PS e PSD”
Diz António Martins ao CM
Escreve com carradas de razão o nosso amigo de S. Vicente, Alexandro Dario Pestana:
"Pois o PSD na Madeira instrumentaliza os tribunais e as autoridades para atacar e intimidar os cidadãos que defendem a liberdade e os direitos de todos na Madeira." (www.miradouro)
Cliqueaqui e veja mais histórias publicadas pelo nosso blog acerca de perseguições de que tem sido vítima este nosso amigo de S. Vicente.
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| A actriz brasileira, (Flávia Alexandra) que voltou a posar nua para uma revista masculina, revelou que sempre odiou usar sutiã, porque gosta de se "sentir livre". E despir-se é para ela "uma satisfação pessoal", porque o corpo mudou e dá agora sinais de maior "maturidade" |
Veja mais
O Preço da Liberdade
Por Rui Nepomuceno (comendador da Ordem do Infante D. Henrique) Continuação do trabalho publicado antes do Natal
Em 1951, as forças progressistas propuseram o cientista Professor Rui Luís Gomes como candidato á Presidência da República; pretensão que seria recusada pelo Supremo Tribunal de Justiça, desta vez ao serviço da ditadura; acabando por ser eleito o General Craveiro Lopes, em mais uma das costumadas farsas eleitorais.
Os trabalhadores, e o movimento democrático responderam com várias lutas pela PAZ, recolhendo milhares de assinaturas contra o emprego da bomba atómica.
A PIDE voltou a seviciar e assassinar os militantes do Partido Comunista Português Carlos Pato (empregado bancário) e Gervásio da Costa (operário fabril).
Em 1952, durante a reunião do Conselho de Ministros da NATO realizada em Portugal, ocorreram grandes manifestações de protesto do movimento democrático; enquanto mais de 3.000 assalariados rurais de Pias, e de Vale de Vargo iniciaram uma greve, seguida por outras em todo o Alentejo e Ribatejo, reivindicando o pagamento de melhores jornas nas ceifas.
No ano seguinte, o dirigente do Partido Comunista Português Francisco Miguel, deportado no Tarrafal, foi transferido para a cadeia de Caxias, e pouco depois, em consequência da intensa luta das forças progressistas portuguesas, os fascistas encerraram aquele terrível campo da morte.
Entretanto, o governo decretou a dissolução da Associação dos Estudantes de Medicina e doutras colectividades, enquanto os trabalhadores do Alentejo, voltaram a manifestar-se e a lutar por aumentos de salários.
E nas enganosas eleições para a Assembleia Nacional fascista, a vitalidade da oposição democrática foi tão intensa e participada, que forçou o governo da ditadura a reconhecer que baixou os seus resultados eleitorais em Lisboa e no Porto.
Todavia, a repressão e os crimes prosseguiam, e em 23 de Junho, no concelho da Calheta na Madeira, as forças repressivas fascistas, feriram dezenas de camponeses que reivindicavam o seu direito à água.
Em 19 de Maio de 1954, 1.600 operários da Fábrica do Inglês, entraram em greve e protestaram contra o despedimento de muitos trabalhadores. Com a habitual violência, o governo fascista respondeu, mandando encerrar essa unidade industrial;
Por sua vez, o assassino Carrajola, tenente da GNR, matou cobardemente, a tiro, a heróica militante do PCP Catarina Eufémia, que, apesar de estar grávida, lutava corajosamente, em Baleizão, pelo pão dos seus filhos e por condições mais dignas de trabalho para os trabalhadores rurais.
Apesar da criminosa ditadura, em 1955, Portugal foi admitido na ONU; e pouco depois, foram presos mais de uma centena de estudantes do MUD-Juvenil, entre eles, Agostinho Neto, mais tarde 1º Presidente da Angola libertada.
Em Abril e Maio aconteceram grandiosas greves e lutas contra a exploração, participadas por mais de 25.000 pescadores de Setúbal, Matosinhos, Sesimbra. Peniche, Portimão e Afurada; enquanto centenas de soldados de Artilharia 3, e de Infantaria 16, conseguiram cancelar o embarque de 150 camaradas dum contingente militar que o regime fascista pretendia enviar para a Índia portuguesa.
Entretanto milhares doutros jovens das três universidades do País realizaram acaloradas manifestações contra o Decreto 40.900, que pretendia liquidar as Associações Académicas.
Em 1956, milhares de estudantes universitários das Universidades de Coimbra, Porto e Lisboa, realizaram acaloradas manifestações contra o projecto do Decreto-Lei 40.900, que pretendia liquidar as Associações Académicas.
Até que, em 16 de Janeiro de 1957, mais de 2.500 estudantes, entre eles o autor deste trabalho, manifestamo-nos em Lisboa, junto do edifício da Assembleia Nacional, aquando da discussão daquele diploma legal, que pretendia limitar o direito dos estudantes organizarem associações, para a defesa dos seus interesses.
Entretanto, encabeçados por militantes do Partido Comunista Português, milhares de operários agrícolas do Alentejo lutavam pelo aumento dos salários; enquanto mais de 5.000 pescadores entravam em greve em Matosinhos, pugnando pelo descanso semanal do domingo.
Em 5 de Outubro, os democratas mobilizaram milhares de antifascistas, que reivindicaram o ressurgimento dum poderoso e verdadeiro movimento unitário de luta contra o fascismo, pela Liberdade e a Democracia.
Nesse ano, foram barbaramente assassinados pelas forças repressivas do fascismo, os militantes do PCP, Joaquim Lemos Oliveira, Manuel da Silva Júnior e Rafael Tobias Pinto da Silva, que de forma abnegada lutavam pela Liberdade e pelo Pão.
Em Setembro, reuniu-se o 5º Congresso do Partido Comunista Português (3º na clandestinidade); numa altura muito difícil, em que destacados dirigentes como Álvaro Cunhal estavam presos; e outros como Militão Ribeiro, tinham sido assassinados pela PIDE.
Nesse Congresso, foram aprovados os Estatutos e o Programa do Partido, e discutido o problema colonial no quadro da nova situação internacional.
Durante os trabalhos, o PCP recebeu saudações de partidos irmãos de todo o Mundo, e fora aprovadas as bases para a grande batalha das eleições presidenciais que se aproximavam.
Foram eleitos para o Secretariado do Comité Central Sérgio Vilarigues, Pires Jorge, Octávio Pato e Júlio Fogaça. O V Congresso elegeu ainda para esse organismo de direcção militantes que se tinham distinguido na luta, entre outros, Jaime Serra, Dias Lourenço, José Gregório, Pedro Soares, Joaquim Gomes, Blanqui Teixeira, Georgette Ferreira, Maria Alda Nogueira, Afonso Gregório, Manuel da Silva, Américo Silva e Gui Lourenço.
Em 1958, as forças revolucionárias intensificaram a luta contra a ditadura fascista. Na verdade, logo no mês de Janeiro realizaram em quase todas as cidades do País, grandiosas manifestações populares a favor das candidaturas à Presidência da República do general Humberto Delgado e do Dr. Arlindo Vicente, de quem o autor destas linhas foi um modesto partidário, e membro da sua Comissão em Coimbra.
Em Maio, mais de 50.000 trabalhadores entraram em greve, seguida por uma vigorosa manifestação, onde reivindicavam a melhoria de salários; tendo a PIDE detido mais de 700 operários.
Entretanto, após o Dr. Arlindo Vicente ter renunciado em favor do general Humberto Delgado, as eleições proporcionaram gigantescas manifestações de massas; pelo que apesar de os fascistas haverem adulterado, descaradamente, os resultados eleitorais, mesmo assim, foram forçados a atribuir mais de 22,5% dos votos à oposição.
Porém, as falsificações foram tão descaradas que em Junho e Julho motivaram monumentais greves de protesto, seguidas da criação duma Junta de Libertação Nacional, destinada a reforçar a luta antifascista
E, em 5 de Outubro, com a presença do general Humberto Delgado, milhares de cidadãos fizeram uma grandiosa romagem ao cemitério do Alto de São João, junto ao monumento de António José de Almeida.
Em Dezembro a famigerada polícia política prendeu vários dirigentes e militantes do Partido Comunista Português, nomeadamente, Jaime Serra, Joaquim Gomes, e Pedro Soares.
Contudo, encabeçados pelo PCP, destemidos trabalhadores responderam com monumentais greves em Leixões, Póvoa do Varzim, Couço, Afurada e Murtosa.
Continuando a senha criminosa a PIDE, voltou a assassinar, barbaramente, em 30 de Junho, o operário e militante do PCP José Adelino dos Santos, e ainda outro militante do mesmo partido Raul Alves Júnior, que, ignobilmente, foi atirado da janela do 3º andar da sede dessa polícia, em Lisboa.
Em 1959 o autor deste ensaio e milhares de portugueses assinamos a célebre petição nacional reivindicando a demissão de Salazar; o que determinou nova onda de prisões de centenas de antifascistas.
Em 14 de Março, um grupo de militares e civis católicos tentaram um golpe de Estado; e a PIDE voltou a prender dezenas de democratas.
Pouco depois, em Abril, durante longos 70 dias, os pescadores de Matosinhos, Póvoa do Varzim, e Vila do Conde, realizaram uma grandiosa greve, que só terminou quando a polícia política, soltou os seus camaradas que tinham sido presos durante a luta.
Em Maio, manifestaram-se milhares de democratas em Castelo Branco, contra a prisão de estudantes pela polícia política.
A PIDE, além de prosseguir com a onda de prisões, fuzilou 26 pescadores na Guiné, que tinham entrado em greve; e massacrou centenas de angolanos; e na luta contra essas barbaridades resultou, a criação das Juntas de Acção Patriótica.
Em 1960, o combate unitário contra o fascismo não esmorecia, e o PCP continuava a encabeçar a luta do movimento operário e camponês.
Em Janeiro, os pescadores de Matosinhos tornam a paralisar, e 10 dirigentes do Partido Comunista Português, entre os quais Álvaro Cunhal, realizaram a espectacular fuga da cadeia de Peniche.
Entretanto, no Porto, mais de 10.000 democratas de todas as correntes foram de romagem ao cemitério do Prado do Repouso, onde se manifestaram contra a ditadura.
Em Abril, são presos 130 trabalhadores que participavam numa grandiosa greve de mineiros, em Aljustrel.
Todavia, o 1º de Maio, foi comemorado com greves participadas por milhares trabalhadores industriais e agrícolas, nomeadamente em Lisboa, Couço, Tortosendo e Guimarães; seguidas em 5 de Outubro, de monumentais manifestações em Lisboa, Porto e noutras cidades do País, que foram alvo de selvagens repressões.
O ano terminou com uma enérgica e entusiástica greve dos estudantes do Porto.(ver Site)

Flávia Alessandra recusa convite para tirar a roupa em revista

Flávia Alessandra


Foto do Sr. Professor João Carlos de Gouveia ilustre presidente cessante do PS/Madeira. A foto consta no álbum do nosso estimado amigo Alexandre Dario Pestana, podendo ser vista Aqui
Foto de uma procissão religiosa em S.Vicente.Atrás do Sr. Padre segue muito devoto o nosso "Betinhos" antigo presidente da câmara agora caido em desgraça no PSD. (foto do blog do nosso amigo Alex)

«A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio.»
(Martin Luther King)