Mulheres maioritárias na justiça.Resultado: Mais tráfico de influência, mais incompetência, e subserviência ao poder político
Na Madeira a coisa ainda é pior que no Continente.As juizinhas e procuradoras do MP amantizam-se com os figurões do regime jardinista e depois toca a perseguir e condenar todos os democratas que se opõem ao jardinismo cá da ilhota. É uma pouca vergonha!
MULHERES DOMINAM A JUSTIÇA
«A maioria dos 1381 procuradores do Ministério Público já são mulheres. Nos tribunais, o sexo feminino também é o mais forte: 978 dos 1919 lugares de magistrados judiciais são ocupados por elas. E até entre os advogados a vantagem mantém-se: dos 27 623 existentes no País, os homens não chegam a atingir a metade (13 775).
Os dados, divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), mostram que as mulheres com funções na justiça em Portugal continuam a aumentar. » [Diário de Notícias]
Cabecinha Pensadora:O que escrevemos a este propósito no dia 8 de Janeiro de 2008
ROSAS E ESPINHOS DA NOVA AUTONOMIA
«Quando o Governo Regional subsidiou os Juízes de Direito Considerando que esta paralização da justiça só pode interessar àqueles que pelo seu propósito político totalitário pretendem a degradação do Estado; Considerando ainda que apesar desta matéria ser da competência do Governo Central, apesar das insistências do Governo da Região Autónoma, apesar das insistências da Ordem dos Advogados e vários sectores da população, o assunto nunca foi resolvido; Nestes termos, o Governo da Região Autónoma da Madeira, reunido em plenário de 11 de Outubro de 1979, resolveu atribuir um subsídio mensal de 15.000$00 a cada um dos juízes de Direito que prestem serviço na Região Autónoma, até que a situação se considere normalizada. Assim, espera-se que haja uma aceleração na resolução dos processos acumulados nos tribunais. Presidência do Governo Regional, 11 de Outubro de 1979. – O Presidente do Governo Regional, Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim”. Dezanove meses depois de ter tomado conta do Executivo regional, o ainda fresco Presidente - Alberto João - subscreveu a inédita resolução, acima transcrita, que atribuía um subsídio mensal a cada um dos “juízes de Direito que prestem serviço da Região
Autónoma”.» Afinal os juízes ainda são abonados pelo regime "mamadeira". Logo fazem o frete ao poder para perseguir e condenar os seus os democratas da ilha que levantam a língua contra a ditadura jardinista ! Estamos conversados em matéria de justiça! Os tribunais que a República mantém na ilhota; assim como todos os serviços do Ministério Público não passam de extensões e caixas de ressonância, do regime corrupto da oligarquia jardinista!?(ver)
«A preponderância da mulher na Justiça não dá nem dará bons resultados, antes pelo contrário. A mulher é mais sentimental, menos racional. É contra indicada para aplicar a justiça. Outra asneira: antigamente um juíz não podia sê-lo antes dos 36 anos.Agora não há limite de idade. Vê-se pessoas demasiado novas, sem experiência de vida, muito verdes a julgar.»
O Peter - Café Sport, na Horta, Faial, foi eleito o melhor bar do mundo para navegadores, numa competição que pretende criar uma rede de pontos de referência para os marinheiros nas suas viagens pelo mundo. (DN/Lisboa)
Emigrante no Brasil durante alguns anos, o empresário compara a realidade brasileira à portuguesa e identifica a principal diferença. "Enquanto lá os ladrões são condenados, aqui são presos e quando chegam a tribunal são postos em liberdade" conclui.(ver)
Nos EUA um casal de ladrões portugueses são presos em Miami em Portugal é ao contrário; os ladroes são soltos Vejam tudo aqui
Reinaldo Oudinotfoi Brigadeiro de Engenharia que serviu no Exército Português, pertencente ao então Real Corpo de Engenheiros. Nasceu em França no lugar de S. Pignei (Sepignes), bispado de Verdun, no ano de 1747, tendo vindo para Portugal no ano de 1766; faleceu na Ilha da Madeira em 17 de Fevereiro de 1807, para onde tinha sido nomeado a prestar uma comissão de serviço em 30 de Novembro de 1803.
Foi Governador das Armas da Cidade do Porto por ocasião das campanhas da Guerra das Laranjas.
Como Engenheiro e distinto que foi, realizou diversos Estudos e Projectos, tendo dirigido várias Obras em diversos locais, nomeadamente, construções na Póvoa de Varzim, a actual Câmara Municipal e a Praça do Almada e no Porto, o Quartel de S. Ovídio na Praça da República e Edifício do actual Governo Civil. No entanto, foi na área da Hidráulica que mais se notabilizou, com alguns melhoramentos que introduziu no Porto da Póvoa de Varzim e muito particularmente nos trabalhos muito difíceis realizados nas Barras do rio Douro no Porto (ver Farolim de Felgueiras e Forte de São João Baptista da Foz) e do rio Vouga associado à ria em Aveiro. Atendendo à notoriedade do seu engenho nesta área, o Governo de Portugal solicitou-lhe mais uma vez o seu contributo para a solução de emergência surgida com as inundações no Funchal-Ilha da Madeira (ver Reduto da Alfândega do Funchal), que provocaram centenas de mortos, após fortes trombas de água e consequente enchimento das ribeiras provocando uma aluvião.
A aluvião de 9 de Outubro de 1803
Foi uma das maiores catástrofes que a Madeira conheceu.
Antes e depois deste existiram outros, todavia devido à sua dimensão, danos físicos e materiais ficará para a história como um dos mais inesquecíveis.
O facto ficou a dever-se à intensa chuva que caiu pela manhã em toda a ilha, ou seja, o concelho do Funchal não foi o único afectado,
Embora com menor número, Machico, Santa Cruz, Campanário, Ribeira Brava e Calheta também registaram grandes estragos.
Em relação ao Funchal, a pluviosidade constante e intensa galgou ribeiras e, no caso da Ribeira de João Gomes rebentou em três diversos pontos.
O bairro de Santa Maria Maior foi um dos mais atingidos, sendo o cálculo de 200 mortes só nesta área. VER
Reinaldo Oudinot era comtemporâneo da rainha D.ª Maria I, fez as obras da barra de Aveiro, e na Póvoa de Varzim (ver)
Rui Firmino Faria Nepomuceno nasceu no Funchal em 10 de Maio de 1936 e licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra, onde participou activamente nas lutas académicas contra a ditadura e militou no apoio às canditaduras à Presidência da República do Dr. Arlindo Vicente e depois do General Humberto Delgado.
Em 1961-1963 interrompeu o curso universitário e combateu no Norte de Angola, onde foi 2º Comandante da Companhia de Caçadores nº 167, comandada pelo General (então capitão) Mário Firmino Miguel, tendo colaborado com Manuel Alegre na tentativa para derrubar o colonialismo.
Obtida a licenciatura, em 1965, voltou ao Funchal para exercer Advocacia. Em 1992, foi eleito membro do Conselho Distrital da Ordem dos Advogados da Madeira e, e em 2002, Vice-Presidente do Conselho Deontológico dessa Ordem.
Na qualidade de Político lutou pela conquista da Liberdade, tendo subscrito, em 1969, a célebre Carta a Um Governador, onde entre outras críticas ao regime, se reivindicava a Democracia e a Autonomia Política para o Arquipélago da Madeira. Foi ainda deputado à Assembleia Legislativa Regional, em 1993 e autarca das Assembleias de Freguesia de Santo António e de São Martinho no Funchal.
Em 2005, foi eleito Presidente da Assembleia Geral da Associação de Escritores da Madeira, tendo escrito artigos de cariz histórico, político e sociológico para o Comércio do Funchal, o Diário de Notícias e as revistas Islenha, Margem e Ilharq. Em 1994, publicou As Crises de Subsistência na História da Madeira e, em 2003, Uma Perspectiva da História da Madeira (Ed. Caminho), e em 2006, a editora Campo das Letras lançou a sua História da Madeira – Uma Visão Actual.
Ao analisar os ensaios históricos do autor, Urbano Tavares Rodrigues salienta o «escrúpulo da investigação rigorosa e exaustiva, a clareza, e a elegância da escrita» e refere que "nunca uma documentação tão rica e variada foi seleccionada e reunida em obra, que, como esta, reconstitui o verdadeiro rosto da Madeira e do seu povo, através do tempo. (…) Jurista de profissão, homem de cultura, fascinado pelos ideais, mas também pelas artes e acima de tudo solidário com o povo da sua pátria e da sua terra natal, Rui Nepomuceno consegue imprimir aos seus escrupulosos estudos, uma vida e um calor que só possuem as páginas bafejadas pelo amor e pela esperança".
A aluvião de 9 Outubro de 1803 foi uma grande calamidade para a cidade do Funchal. Para além de mais de duas centenas de mortos, numerosos edifícios arruinados, incalculáveis bens levados pelas torrentes, pontes e ruas destruídas provocaram grandes problemas aos funchalenses.
Na sequência desta catástrofe, procedeu-se ao encanamento das três ribeiras do Funchal, obra fundamental para a cidade, há muito pretendida, mas executada pela determinação do Brigadeiro Reynaldo Oudinot, enviado para a ilha, por Decreto de 17 de Dezembro de 1803, com a missão de dirigir os trabalhos de recuperação do tecido urbano e de prevenir as habituais inundações.(ver)
Ribeira Brava
(Foto do autor)
(…) «A principal causa dos males produzidos pela aluvião foi a falta do encanamento das ribeiras. Embora tardiamente, resolveu o governo da metrópole realizar esse tão desejado melhoramento, enviando á Madeira o brigadeiro Reinaldo Oudinot encarregado de dirigir os respectivos trabalhos e que aqui chegou a 19 de Fevereiro de 1804. Revelou a maior competência no desempenho do cargo em que fora investido e nele desenvolveu uma pasmosa actividade, conseguindo num período relativamente curto de tempo fazer o encanamento das três ribeiras que atravessam o Funchal. Em Dezembro de 1806, comunicava ele ao governo central que, a pesar dos grandes temporais e fortes invernias que pouco antes houvera, as muralhas tinham resistido ao embate violento das águas e oferecido uma prova evidente da solidez da sua construção».
No aniversário da revolução cubana, Raúl rejeita fracasso
Cuba festeja 50 anos da vitória da guerrilha de Fidel Castro e Che Guevara sobre o governo de Fulgêncio Batista
• Olga Salanueva, esposa dum dos Cinco heróis antiterroristas cubanos presos injustamente nos Estados Unidos, liderou nesta capital um reclamo de libertação para estes patriotas ao presidente desse país, Barack Obama.
É hora de que Obama responda por que estão presos homens que lutavam contra o terrorismo; apenas ele pode libertá-los, disse a esposa de René González, na sede do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP).
«Estou seguro de que sim, de que Cuba, que rompeu os moldes da tradição com o triunfo de sua revolução num país da periferia e subdesenvolvido, e mesmo assim sobreviveu a meio século de bloqueios, atentados e sabotagens de toda ordem, também saberá responder com êxito aos desafios actuais. Cuba é um país que conta com um amplo sector da população que possui elevado grau de consciência política, em proporção inexistente em qualquer outro país da América Latina e talvez do mundo. ...» (ver)
Recordando os "amigos" de Savimbi (clique na foto para Ampliar