Professor André Escórcio fala com realismo sobre a governação do Jardinismo nestas três décadas e da pobreza que afecta grande parte dos habitantes da ilhota. Desfila o professor com a clareza e lucidez que o caracteriza o cortejo de males sociais que o jardinismo criou e que provoca nas camadas mais baixas da população madeirense. No entanto esquece-se o professor de mencionar, que são essas classes mais pobres que votam em massa no jardinismo e que se vendem por uma espetada e um copo de vinho seco nas inaugurações do «Papadas". Digamos que o ilhéu embrutecido pela sua baixa consciência política, nem só apoia o partido dos mamões como ainda lhe dá escandalosas maiorias que se têm traduzido em outras tantas banhadas da oposição , atingindo como é óbvio no maior golpe de sempre o próprio partido do Professor André Escórcio. De que vale a pena lutar numa terra quando os explorados não entendem essa luta e ainda se viram contra quem os quer ajudar
O povinho ilhéu quer é copos, arraiais e folia e cunjuntos de música pimba na altura das eleições e votar em massa no partido dos mamões apoiado pelo próprio clero madeirense que tal como no tempo do fascismo sempre apoiou as classes dominantes e não os descamisados, analfabetos e ignorantes.
(Arnaldo do Carmo- nosso comentarista de fecho de ano)
«... ...homens que, a troco de muito ou pouco, vendem a consciência e a coluna aos bocados, tornando-se insensíveis aos outros e à temporalidade da vida. É isto que, normalmente, returco face às justificadas angústias do meu interlocutor.
Neste contexto, que esperar de 2008? Rigorosamente nada. Apenas a mudança de data no calendário. Ficará, hoje, o esplendor de uma noite multicolor e esfuziante, vivida à mesa requintada ou no recato do lar, os abraços e desejos, mas que logo se tornarão, para milhares de homens, mulheres, idosos e crianças, no inferno da amargura onde em cada mês sobrará mais mês. Que o digam os 50.000 pobres da Região, os quase 10.000 desempregados, as famílias destroçadas por milhares de alcoólicos, toxicodependentes e violentos, os que não dispõem de habitação ou vivem em casas sobrelotadas, os setecentos idosos que desesperam por um acolhimento. Cifras que constituem a dura realidade de uma terra endividada mas politicamente espaventosa, onde é proibido assumir a palavra crise, de políticos subservientes aos interesses pessoais ou de grupo, que impõem, subtilmente, o medo e o constrangimento das mentes, que geram, com requinte, um 'apartheid' político-social como se fossem únicos na capacidade de desenhar o futuro colectivo. Gente que canta, alguns, hipocritamente, a Santa Missa de fim de ano, o Te Deum de Acção de Graças, mas que não a sente em todo o seu Mistério. Porque lá fora a história é outra e a pobreza pode esperar! Se, politicamente, 2008 não trará nada de substancial, seguro que estou da continuada, frenética e patológica luta contra os outros, caberá então, neste período de Cristo, à Igreja assumir, de peito aberto, em nome da Palavra, por mais templos que prometam construir, a defesa do povo e a denúncia desta farsa que coloca muitos nas margens dos direitos e cuja factura a todos sairá muito cara.»(ver DN/Funchal)
Um cubano esclarecido escreve hoje uma carta do leitor publicada no DN/Madeira que revela muitas verdades acerca da estupidez e oportunismo do povo ilhéu que quer o dinheiro do Retângulo mas votando sempre em massa no mesmo energúmeno ditador e demagôgo separatista !
| Gonçalves Luís (DN/Madeira) |
| Parabéns ao ministro das Finanças |
| Data: 31-12-2007 |
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Professor Gouveia, volta á carga:
líder o PS/Madeira disse ontem que a visita do Presidente da República à Madeira em Abril no âmbito das comemorações dos 500 anos do Funchal revela um distanciamento de Cavaco Silva do poder político regional.(veja Correio da Manhã)Para João Carlos Gouveia, “Cavaco teria um dia de vir à Madeira. Escolheu uma visita neutra do ponto de vista da sua estratégia política. Vem dar significado histórico e simbólico à efeméride, mas distancia-se do poder político regional”.
Afinal o Malheiro deu o dito por não dito e voltou a blogar extensos trechos e a inserir interessantes vídeos. Nós já sabíamos que ele não aguentaria o seu capricho por muito Tempo.

Luís Filipe Malheiro
Reflexão (I)(veja o jornal "gratuito" Mamadeira)
Vejam que ele até retirou um artigo do seu blog para o publicar no Jornal Mamadeira gratuito do "Papadas". Só que no jornal deles não existe o contraditório nem o pluralismo de opiniões. Digamos que é um pasquim que apenas debita a voz do dono, mas é pago pelos Contribuintes da Madeira e do Continente á razão de 1500 contos por dia.O Ministro das Finanças do Sócrates parece que ainda não se apercebeu desta fraude.(veja o blog do Sr. Malheiro que é secretário do Dr. Mendonça da Assembleia Regional e que vive como um rei graças ao ordenado princepesco que aufere)
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